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Clair Obscur: Expedition 33 – Um Final Fantasy de Turno Moderno?

Clair Obscur Expedition 33

Desenvolvido pelo estúdio francês Sandfall Interactive, Clair Obscur: Expedition 33 é um dos RPGs mais aguardados de 2024. Com lançamento marcado para 24 de abril, o jogo chegará ao PC, PlayStation 5, Xbox Series e estará disponível no Game Pass desde o primeiro dia. O que mais chama atenção são seus visuais deslumbrantes e um sistema de combate por turnos dinâmico, que promete reviver a magia dos clássicos JRPGs com um toque moderno e único. Inspiração nos Clássicos: Final Fantasy e Sekiro Em entrevista, François Meurisse, co-fundador da Sandfall Interactive, revelou que os antigos Final Fantasy, especialmente os títulos do 7 ao 10, foram grandes influências para o jogo. A equipe buscou recriar a sensação que esses jogos proporcionavam, imaginando como seria um Final Fantasy moderno se a série não tivesse abandonado o sistema de turnos. “Esses jogos marcaram a infância de Guillaume Broche, nosso diretor de jogos. Ele queria trazer de volta aquele sentimento que imaginava que permaneceria nos Final Fantasy modernos se eles ainda usassem combate por turnos. Mas também misturamos muitas outras inspirações. Definitivamente, Final Fantasy e JRPGs são a principal herança da nossa jogabilidade,” explicou Meurisse. Além dos JRPGs, o estúdio também se inspirou em Sekiro: Shadows Die Twice, da From Software. O jogo influenciou o sistema de defesa de Clair Obscur, adicionando um elemento de ritmo e habilidade que torna o combate mais dinâmico e desafiador. “Ele tem esse componente mais em tempo real, que exige precisão e timing do jogador,” comentou o fundador. Arte Francesa e Identidade Própria Embora o gameplay tenha raízes nos JRPGs, a equipe optou por não seguir o estilo visual tradicional dos jogos japoneses. Em vez de gráficos estilizados como mangás ou animes, o estúdio buscou criar uma identidade única, inspirada na arte francesa e no período Belle Époque, com elementos art déco e alta fantasia. “A jogabilidade vem da herança dos JRPGs, mas, desde o início, queríamos fazer nosso próprio jogo com nossa própria inspiração artística. Não queríamos imitar o estilo japonês. Queríamos algo baseado em nossas próprias influências. Foi assim que chegamos a essa mistura de Belle Époque, art déco e fantasia. Fizemos várias iterações para encontrar nossa singularidade, e isso nos ajudou a construir algo verdadeiramente único,” detalhou Meurisse. O Que Esperar de Clair Obscur: Expedition 33? Com um combate por turnos que mescla tradição e inovação, visuais impressionantes e uma narrativa envolvente, Clair Obscur: Expedition 33 promete ser uma experiência memorável para os fãs de RPG. A mistura de influências clássicas com um toque francês moderno cria um jogo que honra suas raízes, mas não tem medo de trilhar seu próprio caminho.

Diretor de Baldur’s Gate 3 Afirma: ‘Os Singleplayers Não Estão Mortos

Baldur's Gate 3

Swen Vincke, líder da Larian Studios e diretor de Baldur’s Gate 3, usou a rede social X (antigo Twitter) para compartilhar um desabafo sobre o futuro dos jogos single-player. Em sua mensagem, ele rebateu declarações de que esse tipo de jogo está em declínio, afirmando que o sucesso depende da qualidade e da inovação. “Chegou aquela época do ano em que os grandes jogos single-player são declarados mortos. Use sua imaginação. Eles não estão. Apenas precisam ser bons,” escreveu Vincke. Ele continuou: “O motivo dessa mensagem é ouvir figuras importantes da indústria dizendo que não há futuro para grandes jogos single-player. Isso desencoraja investimentos nesse tipo de jogo, o que me preocupa, porque acho que estão errados.” Vincke destacou que esse tipo de discurso pode se tornar um mantra, influenciando negativamente a indústria. “Antes que percebamos, isso vira uma narrativa dominante. Por isso, estou aqui para equilibrar a conversa. Acredito que bons jogos single-player continuarão a ter sucesso, como sempre tiveram. Eles só precisam ser bons e inovar o suficiente.” O diretor não citou quem fez os comentários que o motivaram a falar, mas, considerando o enorme sucesso de Baldur’s Gate 3 e o foco da Larian Studios em experiências single-player de alta qualidade, sua defesa faz todo o sentido. O jogo, lançado em 2023, foi aclamado pela crítica e pelos jogadores, provando que há espaço — e demanda — para títulos single-player bem-feitos. Leia também: It Takes Two – Guia completo para platinar o game The Last of Us Part I – Guia para Platinar o game Grand Theft Auto V – Guia de Troféus e Colecionáveis Por Que os Jogos Single-Player Ainda Importam? A declaração de Vincke ressoa em um momento em que a indústria de games parece cada vez mais focada em experiências multiplayer e serviços contínuos. No entanto, títulos como The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom, Elden Ring e o próprio Baldur’s Gate 3 mostram que os jogos single-player ainda têm um lugar especial no coração dos jogadores. Esses jogos oferecem narrativas envolventes, mundos ricos e experiências personalizadas, algo que muitas vezes falta em títulos multiplayer. Para Vincke, a chave do sucesso está na qualidade e na capacidade de inovar, algo que a Larian Studios demonstrou com maestria em seu último lançamento. Conclusão: O Futuro dos Single-Players Está Nas Mãos dos Desenvolvedores A mensagem de Swen Vincke serve como um lembrete importante para a indústria: os jogos single-player não estão mortos, mas precisam de investimento, criatividade e dedicação para continuarem relevantes. Com exemplos como Baldur’s Gate 3, fica claro que, quando bem feitos, esses jogos não apenas sobrevivem, mas prosperam.

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