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Intergalactic: The Heretic Prophet não será lançado em 2026, afirma Jason Schreier

Intergalactic: The Heretic Prophet

O novo jogo da Naughty Dog, Intergalactic: The Heretic Prophet, só chegará aos jogadores em 2027. Esta informação é de Jason Schreier, respeitado jornalista da Bloomberg. Afinal, as especulações sobre a aparição do jogo no The Game Awards deste ano motivaram a divulgação do prazo. Schreier fez a declaração diretamente em uma discussão nas redes sociais. Ele afirmou categoricamente: “Posso garantir a vocês que Intergalactic não será lançado em 2026”. Aliás, não é a primeira vez que o jornalista comenta sobre o atraso. Ele já havia dito o mesmo no início deste ano. Como o lançamento ainda está longe, novidades sobre o jogo não devem surgir tão cedo. O insider Jeff Grubb também confirmou isso. Recentemente, ele afirmou que Intergalactic não estará presente no The Game Awards 2025. 🚀 O Longo Hiato de Intergalactic: The Heretic Prophet Portanto, esta notícia desanima os fãs do estúdio. A Naughty Dog, por exemplo, ainda não lançou um jogo novo para a geração PS5. O último título original do estúdio foi The Last of Us Parte 2. Lançado em junho de 2020 para PS4, ele indica um intervalo de pelo menos sete anos entre projetos originais. Por que o hiato é tão longo? Um possível motivo é o projeto multiplayer de The Last of Us. O estúdio cancelou esse jogo em 2023, mas ele consumiu recursos significativos. Além disso, a complexidade e os custos crescentes dos jogos AAA estenderam os ciclos de produção em toda a indústria. Enquanto isso, a Sony foca suas principais apostas para o próximo ano em dois títulos. São eles Saros, um roguelike de ação na linha de Returnal. Já Marvel’s Wolverine é a nova produção de herói da Insomniac Games. FONTE

Call of Duty: Black Ops 7 | Análise / Review

Call of Duty: Black Ops 7

Call of Duty: Black Ops 7 (COB7) chegou ao mercado em meio a uma das maiores controvérsias recentes da franquia. Entre a aposta futurista, a concorrência acirrada e o uso polêmico de IA, a recepção inicial foi polarizada. Muitos questionam: o título é o desastre que a internet pintou? Ou será que o ódio generalizado ofusca suas qualidades? Gostaríamos de expressar nosso agradecimento à Activision por nos fornecer a chave de review na plataforma PlayStation 5 para esta análise. Portanto, nesta Review de Call of Duty: Black Ops 7, mergulhamos no caos digital. Nosso objetivo é descobrir: este título justifica sua existência ou comprova que a série precisa de uma pausa? ⚙️ Análise de Gameplay: A Essência Futurista A resistência da comunidade à temática futurista em FPS é notória. Quando a Activision confirmou que Black Ops 7 daria continuidade à saga futurista, a frustração foi imediata. No entanto, a beta já indicava que, apesar do cenário de ficção científica, o jogo não fugiria de sua essência Call of Duty. Traz trocas de tiro frenéticas, Time-to-Kill rápido e alta mobilidade. Os desenvolvedores deixaram de lado elementos que incomodaram em títulos passados, como a corrida na parede. Assim, focaram em um gunplay sólido. Apesar das críticas, a Campanha possui sim missões bem interessantes, com um design de fases criativo em alguns pontos. O problema de CODBO7 não está no “futuro”, mas sim na forma como a experiência distribui o conteúdo. A essência do shooter frenético que tanto amamos está intacta no Multiplayer. Porém, sufoca-se em uma campanha estranha e mal executada. 💔 A Campanha: Conexão Obrigatória e Furos Narrativos A campanha de Black Ops 7 é, sem dúvida, o ponto mais fraco e a principal fonte de críticas. Ela é caótica, confusa. Além disso, os desenvolvedores tomaram decisões de design que a tornam dolorosamente impraticável. A Experiência ‘Sempre Online’ A decisão de tornar a campanha 100% online é um tiro no pé. Mesmo jogando solo, a necessidade de manter uma conexão ininterrupta impede que o jogador possa até mesmo pausar o jogo. Além disso, experimentei lags constantes, o que é altamente frustrante para quem busca uma campanha solo imersiva. Para um modo história que exige imersão, consequentemente, essa limitação quebra totalmente o ritmo e a acessibilidade, gerando frustrações desnecessárias. História e Gameplay Psicodélico de Call of Duty: Black Ops 7 A narrativa continua a loucura de Black Ops 6, centrada na arma biológica “O Berço”. Somos jogados em cenários psicodélicos, memórias distorcidas e ilusões, resultado da contaminação do Berço na equipe de David Mason. Sentimos que os roteiristas não se preocuparam em costurar a história com o lore da franquia. Isso resulta em furos de roteiro notáveis e personagens superficiais. A variedade de inimigos é sofrível. Passamos a maior parte do tempo atirando em robôs genéricos ou “inimigos de fumaça” ilusórios. Em vários momentos, senti que estava em um mix constante de modo Zumbi com Campanha, dada a natureza repetitiva e artificial dos adversários. Os chefes são ainda piores. Eles seguem o estilo com barras de vida gigantescas. E o pior, culminam em um chefe final que exige batalhas longas demais, principalmente para um FPS com rítmo frenético como CoD. O sistema de níveis de armas e inimigos é falho. Se você estiver com um armamento de nível baixo, os inimigos se transformam em “esponjas de balas”. Portanto, você precisa descarregar pentes inteiros para abater um simples bot, além de se preocupar em reabastecer as munições. 🥇 O Fim da Jornada (Endgame) Se a campanha é um desastre, por outro lado, o modo “Fim da Jornada” é o grande trunfo de COB7. Tem potencial para definir o futuro da franquia. Este modo endgame é uma mistura de Warzone, Zombies e elementos PVE (Jogador vs. Ambiente). O jogador é enviado a Avalon, uma vasta região aberta dividida em quatro áreas com dificuldade crescente. A área é repleta de missões e ameaças únicas. 🕹️ Multiplayer e Zombies: A Receita Que Funciona Para os fãs puristas de Call of Duty, felizmente, o Multiplayer e o modo Zombies salvam a experiência geral do jogo. O Multiplayer segue o padrão de excelência de COD. Oferece mapas fechados, alta mobilidade e combates intensos que satisfazem os jogadores veteranos. No entanto, o jogo recicla assets e mapas clássicos de outros títulos da série Black Ops. Para alguns jogadores que ainda não se adaptaram à jogabilidade frenética, isso pode ser um ponto positivo por trazer familiaridade. Contudo, é um ponto negativo para quem busca novidades em um título vendido a preço cheio (full price). O modo Zombies, por sua vez, expandiu-se drasticamente. A Activision trouxe um mapa gigantesco, o maior já visto na franquia, com um sistema PVE aprofundado. Os jogadores enfrentam ondas de mortos-vivos cada vez mais difíceis, cumprindo missões complexas e caçando easter eggs escondidos que, tradicionalmente, se desdobram em narrativas ricas. É um conteúdo robusto, perfeito para quem busca desafios cooperativos, a sensação clássica de hordas e longevidade. Oferece, assim, um mapa gigantesco com ainda mais missões e easter eggs para quem adora a caça. ⚠️ Detalhes e Controvérsias: A Polêmica da IA A riqueza de um FPS mora nos detalhes, e é aqui que Black Ops 7 falha. As animações são simples e “travadas”. A Inteligência Artificial inimiga é inconsistente. Os inimigos não demonstram reação satisfatória ao serem atingidos. Somado a isso, às vezes parece que até a dublagem foi feita por IA, com várias cenas carecendo da expressão necessária na voz. Portanto, falta o tradicional peso e feedback que sempre foram um diferencial de Call of Duty. A falta de opções básicas prejudica o jogo. Não há capacidade de jogar offline nem ausência de split screen (tela dividida) para a Campanha ou Endgame. Para uma campanha que já exige conexão constante, a adição de um modo split screen cooperativo seria um diferencial interessante e minimizaria a frustração do online obrigatório. Além disso, isso torna o jogo menos amigável para quem joga em casa com amigos. A polêmica sobre o uso de IA generativa em

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