EXODUS: Primeiro Trailer de Gameplay Revelado

EXODUS é o título de estreia da Archetype Entertainment. À frente do estúdio está James Ohlen, veterano de clássicos como Mass Effect e Baldur’s Gate. Agora, o game ganhou um novo trailer com detalhes concretos do gameplay. De fato, o material oferece um olhar inédito sobre os sistemas centrais do jogo. O vídeo tem cerca de dois minutos e apresenta três segmentos distintos. No primeiro, o foco recai sobre o combate inicial, com os personagens Jun, Tom e Elise em ação. Em seguida, a produção apresenta as mecânicas de movimentação. Nesse trecho, o destaque vai para o railclaw, ferramenta que permite navegar por ambientes verticais com agilidade. Já no segmento final, o trailer visita um antigo santuário Celestial no planeta Khonsu. Além disso, essa sequência sugere elementos de mistério e narrativa ambiental espalhados pelo mundo. Além das sequências de ação, o vídeo também reforça a proposta narrativa do projeto. A Archetype descreve EXODUS como um RPG de nova geração. Mais especificamente, o foco está em storytelling cinematográfico, escolhas do jogador e consequências emocionais. Ou seja, cada decisão carrega peso real dentro da história. Assista ao Novo Trailer de Gameplay de EXODUS No centro da narrativa está o conceito de dilatação do tempo. Nesse universo, a humanidade fugiu de uma Terra em colapso e encontrou uma galáxia hostil. Lá, entidades alienígenas chamadas Celestials dominam os territórios. Por isso, o jogador assume o papel do Traveler, encarregado de obter tecnologia alienígena avançada. Assim, cada missão contribui diretamente para a sobrevivência da espécie humana. Além disso, a jornada do Traveler vai além da ação pura. Afinal, roubar tecnologia de entidades poderosas tem consequências sérias. Da mesma forma, as escolhas do jogador moldam o rumo da história ao longo do jogo. Portanto, a promessa da Archetype é que nenhuma decisão passe em branco. Por fim, EXODUS tem lançamento previsto para o início de 2027. O título chega para PlayStation 5, Xbox Series e PC, com distribuição pela Steam e pela Epic Games Store.
John Carpenter’s Toxic Commando | Review

Agradecemos à Focus Entertainment pela gentileza de nos ceder uma key de PS5 para a realização desta análise de John Carpenter’s Toxic Commando. O acesso antecipado ao jogo não influenciou nossa opinião — todo o caos zumbi relatado aqui foi vivido com total honestidade. Ficha Técnica Desenvolvedora Saber Interactive Plataformas PC, PS5, Xbox Series X/S Gênero Ação / Shooter Cooperativo Jogadores 1–4 (online, crossplay) Tempo estimado 15–25h O cinema dos anos 80 virou jogo — e funciona Se você considera Aventureiros do Bairro Proibido um dos melhores filmes de Sessão da Tarde, já brincou de ser Snake Plissken no corredor de casa e ainda se arrepia ao lembrar de A Coisa, então John Carpenter’s Toxic Commando foi feito para você. E não é força de expressão: o próprio Carpenter assina o jogo — o mesmo criador de todos esses clássicos — e a produção faz questão de deixar isso evidente em cada frame, cada sintetizador e cada frase de efeito disparada pelos personagens. No geral, o resultado é um shooter cooperativo em primeira pessoa que não tenta ser o que não é. Acima de tudo, ele quer ser barulhento, exagerado, estiloso e completamente descompromissado. E, na maior parte do tempo, consegue exatamente isso. A missão que deu tudo errado (de propósito) A história começa como toda boa premissa oitentista: um grupo de mercenários recebe um trabalho aparentemente simples — entregar um contêiner misterioso a um cientista, em um lugar que já parece suspeito de longe. Naturalmente, nada sai como planejado. A região está sob confinamento, e monstros mortos-vivos mutantes dominam cada esquina. Além disso, o contêiner — que guardava a única substância capaz de destruir a criatura responsável por tudo aquilo — acaba destruído no caos da missão. Pior ainda: os quatro mercenários contraem a contaminação no processo. Ainda assim, Leon, o cientista que os contratou, consegue conter a intoxicação com trajes especiais desenvolvidos às pressas. O problema é que “temporariamente contida” está longe de significar “resolvida”. Por isso, para sobreviver — e ainda receber o pagamento combinado —, o grupo precisa mergulhar de volta no território infestado em busca de uma nova fonte de energia para a arma que pode acabar com a ameaça. Gameplay: caos coordenado (ou não) John Carpenter’s Toxic Commando divide sua campanha em oito capítulos, cada um com missões espalhadas por mapas que funcionam como pequenos mundos abertos. Os objetivos principais fazem a história avançar, mas explorar cada área com calma rende recompensas valiosas: segredos escondidos, equipamentos raros, veículos com combustível suficiente para tornar tudo ainda mais caótico, e caixas especiais que exigem peças específicas para abrir. Por isso, uma missão bem explorada pode durar cerca de uma hora — tempo suficiente para perceber que aquele mapa tem vida própria além das hordas que surgem pela frente. Cada mercenário assume uma das quatro classes, desbloqueadas pela contaminação inicial: Entre as missões, o grupo retorna ao laboratório de Leon, que funciona como hub central. Lá, os jogadores montam conjuntos de habilidades, personalizam armas com bocais, miras e tipos de munição, e ainda participam de minigames. Vale destacar que o sistema de progressão funciona de forma individual por classe: a experiência que o jogador acumula como Atacante não alimenta o progresso do Médico. Isso incentiva — e quase obriga — a dedicar tempo a cada classe separadamente. Além disso, o ciclo de recompensas é generoso e constante. O jogo nunca deixa de oferecer ao jogador um motivo para continuar evoluindo. Solo x Cooperativo: a diferença é real Jogar sozinho é possível — bots assumem o papel dos companheiros com inteligência artificial minimamente funcional, e um botão dedicado permite comandos básicos como pedir apoio ou solicitar peças. Funciona, mas funciona como plano B. Por outro lado, a essência de Toxic Commando aparece de verdade quando há outros jogadores do outro lado da tela. A coordenação para dividir o esquadrão, cobrir flancos e limpar áreas infestadas cria situações que os bots simplesmente não conseguem replicar. Além do mais, o caos entre amigos gera momentos memoráveis — e até os erros coletivos têm graça. Com suporte a crossplay e matchmaking público disponível no lançamento, portanto, não há desculpa para não reunir a equipe. Estética e trilha sonora: Carpenter assina embaixo A influência de John Carpenter vai muito além do nome na capa. O tom do jogo — que mistura horror, humor e ação sem freios — reflete diretamente o estilo do cineasta. Além disso, a trilha sonora carregada de sintetizadores faz um aceno constante à era dos filmes B de ficção científica e terror dos anos 80. Da mesma forma, as frases de efeito dos personagens carregam exatamente a energia que você esperaria de um roteiro escrito naquela época. Para quem cresceu com essa estética, consequentemente, a experiência beira o afeto.
SAROS: novo trailer destaca experiência exclusiva no PS5

A Sony Interactive Entertainment e a Housemarque lançaram um novo trailer de Saros, apresentando os recursos exclusivos do PlayStation 5. O vídeo chega às vésperas do lançamento e mostra como o estúdio aproveitou as capacidades técnicas do console. Para os fãs da desenvolvedora, o material serve como um bom indicativo do que esperar do jogo. SAROS e o áudio 3D do PS5 Entre os destaques do trailer, o áudio 3D ocupa papel central. Assim, o jogo promete imersão sonora completa, com sons posicionados com precisão no ambiente ao redor do jogador. Essa tecnologia já mostrou seu valor em outros títulos do PS5, e Saros parece aproveitar bem o recurso para criar atmosferas tensas e envolventes. DualSense e Feedback Tátil avançado Além disso, o DualSense também ganha atenção com o Feedback Tátil avançado. O controle do PS5 oferece resposta tátil detalhada para cada situação do jogo. Portanto, a expectativa é que cada ação seja acompanhada de sensações físicas precisas e distintas. A Housemarque, aliás, ficou conhecida por Returnal, título que também explorou os recursos do DualSense de forma marcante. Gatilhos Adaptáveis: cada arma com resposta própria Outro recurso em destaque é o uso dos Gatilhos Adaptáveis. No caso de Saros, a tecnologia ajusta a resistência dos gatilhos conforme a arma utilizada, tornando cada disparo mais imersivo e responsivo. Isso certamente figura entre os diferenciais mais valorizados do DualSense desde o lançamento do PS5. Carregamento rápido de SAROS Por fim, o trailer também apresenta o carregamento ultrarrápido do console. Saros promete telas de espera quase inexistentes, mantendo o ritmo acelerado da jogabilidade sem interrupções. Esse detalhe é especialmente relevante para um jogo de ação frenética, onde a fluidez da experiência faz toda a diferença. Saros chega ao PlayStation 5 em 30 de abril. Com áudio 3D, Feedback Tátil, Gatilhos Adaptáveis e carregamento rápido, o jogo promete aproveitar ao máximo o hardware do console. Os fãs da Housemarque certamente têm boas razões para acompanhar o lançamento de perto. FONTE
Crimson Desert: quantas horas para zerar o jogo?

A Pearl Abyss revelou oficialmente a duração de Crimson Desert, seu aguardado jogo de ação em mundo aberto. A desenvolvedora divulgou os dados às vésperas do lançamento, e eles impressionam: a campanha principal exige no mínimo 50 horas de jogo. Portanto, o título já se coloca no mesmo patamar de grandes produções do gênero. Como se trata de um mundo aberto, o tempo de jogo varia conforme o estilo de cada jogador. Quem focar apenas na história principal deve completar o jogo em cerca de 50 horas. Já quem quiser explorar missões secundárias e conteúdo opcional pode esperar até 80 horas de jogo. Além disso, os completistas que buscam colecionáveis, troféus e conquistas podem facilmente chegar a 100 horas de gameplay. Os números, aliás, parecem bastante realistas. Um youtuber com acesso antecipado ao título relatou que, após 50 horas de gameplay, ainda se encontrava na primeira região do mapa. Assim, o conteúdo parece estar à altura das estimativas oficiais. Isso reforça a credibilidade dos números divulgados pela Pearl Abyss e eleva as expectativas da comunidade para o lançamento. Ver Oferta na Amazon Crimson Desert: um mundo de escala impressionante O escopo do mundo de Crimson Desert ajuda a explicar esse volume de conteúdo. De acordo com a Pearl Abyss, o jogo conta com 110 facções, 573 territórios diferentes, 76 chefões, 29 montarias e quase 500 NPCs únicos. Portanto, cada canto do mapa promete oferecer algo novo para o jogador descobrir. Com essa estrutura, Crimson Desert demonstra uma ambição comparável à das grandes superproduções do gênero. No entanto, apenas o lançamento vai confirmar se o jogo cumpre tudo o que promete. Por ora, a expectativa da comunidade está bastante elevada. Por fim, vale lembrar as plataformas: Crimson Desert chega em 19 de março de 2026 para PC, PS5 e Xbox Series S|X. O jogo também conta com suporte ao português, o que certamente vai agradar ao público brasileiro. Fonte: Vandal