The Blood of Dawnwalker entra em fase gold e confirma lançamento

A Rebel Wolves confirmou que The Blood of Dawnwalker alcançou a aguardada fase gold, marcando a conclusão oficial do desenvolvimento do RPG de ação com temática vampiresca liderado por Konrad Tomaszkiewicz. Com isso, o estúdio garante que o jogo será lançado na data prevista, 3 de setembro, para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, sem risco de novos adiamentos. Para quem não está familiarizado com o termo, a fase gold representa um dos momentos mais importantes do desenvolvimento de um jogo. Isso significa que a versão final foi concluída, aprovada para distribuição e está pronta para chegar às lojas. A partir desse ponto, os desenvolvedores costumam focar apenas em possíveis atualizações e correções que serão disponibilizadas após o lançamento. The Blood of Dawnwalker has gone gold! Vale Sangora awaits 🩸 pic.twitter.com/xBISwWorn7 — Dawnwalker (@DawnwalkerGame) July 15, 2026 A notícia também reforça a confiança dos fãs no projeto, principalmente por conta do histórico de seu diretor. Konrad Tomaszkiewicz foi o responsável pela direção de The Witcher 3: Wild Hunt, considerado um dos RPGs mais influentes e premiados da última década, o que naturalmente elevou as expectativas em torno de seu novo trabalho. Em The Blood of Dawnwalker, os jogadores serão transportados para uma Europa do século XIV devastada por guerras, doenças e o colapso da ordem humana. Aproveitando esse cenário caótico, os vampiros deixam as sombras para reivindicar o domínio sobre o mundo, dando início a um conflito que promete moldar o destino do continente. O protagonista da história é Coen, um homem que, após ser mordido pelo líder dos vampiros, torna-se um Dawnwalker — uma criatura híbrida que transita entre dois mundos. Durante o dia, ele mantém sua aparência humana e circula livremente entre as pessoas. Já durante a noite, desperta habilidades sobrenaturais capazes de alterar completamente a forma como enfrenta inimigos e explora o ambiente. Essa dualidade também influencia diretamente a narrativa. Coen terá apenas 30 dias e 30 noites para salvar sua família, criando uma constante sensação de urgência. A limitação de tempo promete impactar as escolhas do jogador, tornando cada decisão relevante e dando peso ao desenrolar da campanha. FONTE Ver mais Notícias → PRÉ-VENDA DISPONÍVEL GTA VI • PlayStation 5 Garantir na Pré-venda
PS Plus Extra e Deluxe: Sony anuncia jogos de julho de 2026

A Sony anunciou nesta quarta-feira (15) os jogos que chegam ao catálogo do PS Plus Extra e PS Plus Deluxe em julho de 2026. O principal destaque da atualização é Rise of the Ronin, RPG de ação desenvolvido pela Team Ninja e lançado exclusivamente para PS5, ao lado de Avatar: Frontiers of Pandora, aventura em mundo aberto inspirada na franquia da Ubisoft. Além dos dois principais nomes da lista, a atualização inclui experiências para diferentes perfis de jogadores, com opções que vão de simuladores e jogos independentes a clássicos que chegam exclusivamente ao catálogo do PS Plus Deluxe. Confira todos os títulos confirmados pela Sony. Jogos do PS Plus Extra de julho de 2026 Os assinantes do PS Plus Extra terão acesso aos seguintes jogos: Jogos do PS Plus Deluxe de julho de 2026 Já os assinantes do PS Plus Deluxe também receberão dois clássicos nesta atualização: Quando os jogos do PS Plus Extra e Deluxe estarão disponíveis? Os novos títulos poderão ser baixados a partir da terça-feira, 21 de julho, durante o período da tarde. A liberação seguirá o cronograma tradicional de atualização da PlayStation Store. Caso a Sony altere o horário previsto, esta notícia será atualizada. Os jogos permanecem para sempre no catálogo? É importante lembrar que o funcionamento do catálogo do PS Plus Extra e Deluxe é diferente do PS Plus Essential. Enquanto os jogos mensais do Essential permanecem disponíveis na biblioteca desde que sejam resgatados dentro do período da oferta e a assinatura continue ativa, os títulos dos catálogos Extra e Deluxe ficam acessíveis apenas enquanto fizerem parte do serviço. Quando um jogo deixa o catálogo, ele também deixa de poder ser jogado pelos assinantes, mesmo que já tenha sido instalado no console. Nesse caso, a única forma de continuar jogando é adquirir o título separadamente na PlayStation Store. Com a chegada de Rise of the Ronin, Avatar: Frontiers of Pandora e outros títulos, a atualização de julho reforça o catálogo com uma seleção variada para os assinantes dos planos Extra e Deluxe. Agora, resta aguardar a liberação dos jogos no próximo dia 21 de julho para começar os downloads. FONTE: PlayStation Blog Ver mais de PlayStation Plus→
The Mound: Omen of Cthulhu | Review

Poucos jogos conseguem transformar a paranoia em uma mecânica tão convincente quanto The Mound: Omen of Cthulhu. Em um dos momentos mais memoráveis da campanha, a linha entre realidade e ilusão desaparece completamente: um suposto companheiro começa a rir de forma incessante, apenas para revelar, segundos depois, que nunca foi um aliado, mas uma criatura disfarçada reproduzindo sua voz. É o tipo de situação que resume perfeitamente a proposta da Ace Team: fazer o jogador duvidar dos próprios sentidos. Essa ideia funciona muito bem durante boa parte da experiência. No entanto, conforme as expedições avançam, fica evidente que o verdadeiro inimigo nem sempre são as criaturas cósmicas, mas uma curva de dificuldade extremamente punitiva, capaz de transformar momentos de tensão em pura frustração. A equipe da CasaPlayStation agradece à Ace Team e à Nacon pelo envio da key de The Mound: Omen of Cthulhu para PlayStation 5, que possibilitou a produção desta análise. Como sempre, esta review foi elaborada de forma independente, refletindo exclusivamente nossa experiência com o jogo. Uma expedição digna dos Mitos de Cthulhu Ambientado no Chile do século XVII, The Mound: Omen of Cthulhu coloca até quatro jogadores no papel de conquistadores espanhóis em busca de riquezas escondidas nas profundezas da selva. Ignorando todos os avisos sobre os perigos da região, o grupo parte em expedições para explorar ruínas, enfrentar criaturas sobrenaturais e desvendar os mistérios ligados aos Antigos. O objetivo de cada expedição é avançar cada vez mais fundo na floresta amaldiçoada até alcançar o lendário Mound, um local cercado por lendas e supostamente repleto de riquezas inimagináveis. Como seria de esperar em uma história inspirada nos Mitos de Cthulhu, poucos retornam dessa jornada com a sanidade intacta. A inspiração na obra de H.P. Lovecraft aparece de forma evidente, mas a Ace Team evita cair em armadilhas presentes no material original. O povo Mapuche é tratado como parte da história real da região e não é confundido com os cultistas ligados aos horrores cósmicos. Ainda existem alguns elementos que remetem ao imaginário colonialista clássico, mas a narrativa consegue apresentar esse universo de maneira muito mais cuidadosa do que as obras que serviram de inspiração. A construção do mundo também merece elogios. Diários espalhados pelos cenários expandem a narrativa, enquanto a excelente dublagem ajuda a criar uma atmosfera de constante inquietação. O design de áudio também merece reconhecimento. Sons ambientes, ruídos distantes e as vozes distorcidas provocadas pelos efeitos de insanidade aumentam constantemente a tensão, tornando difícil distinguir o que realmente está acontecendo do que é apenas mais uma alucinação. Cooperação faz toda a diferença em The Mound: Omen of Cthulhu As expedições acontecem em 18 mapas interligados que formam um enorme mundo explorável. Antes de cada missão, o grupo recebe um contrato com objetivos específicos, recompensas e uma quantidade limitada de equipamentos. Essa limitação acaba sendo um dos aspectos mais interessantes do jogo. Nem sempre há armas suficientes para todos, obrigando a equipe a distribuir funções. Enquanto um jogador fica responsável pelo combate, outro carrega a lanterna e um terceiro precisa manter espaço livre no inventário para transportar artefatos encontrados durante a exploração. Esse gerenciamento constante de recursos cria decisões estratégicas relevantes e reforça o espírito cooperativo da experiência. Sanidade é a verdadeira mecânica de terror Os efeitos de insanidade representam o grande diferencial de The Mound: Omen of Cthulhu. Alucinações, sons falsos, vozes de companheiros e criaturas capazes de assumir a aparência dos próprios jogadores criam momentos genuinamente imprevisíveis. Em diversas ocasiões, torna-se impossível saber se o perigo é real ou apenas fruto da deterioração mental do personagem. São essas situações que elevam o terror acima do convencional e fazem o jogo entregar alguns dos momentos mais memoráveis do gênero cooperativo. Já a variedade de inimigos impressiona. Cada criatura exige uma abordagem diferente, obrigando o grupo a adaptar constantemente sua estratégia. Dificuldade elevada nem sempre significa desafio divertido O principal problema de The Mound: Omen of Cthulhu surge justamente quando a dificuldade passa a ofuscar suas melhores ideias. Mesmo jogadores experientes podem sentir que determinados contratos escalam rápido demais. Em muitos casos, a quantidade de inimigos e seu poder simplesmente ultrapassam o limite entre tensão e desequilíbrio. Parte dessa dificuldade vem do fato de que o jogo explica muito pouco sobre suas próprias mecânicas. Ferramentas, efeitos de sanidade, fraquezas dos inimigos e diversos sistemas precisam ser descobertos por tentativa e erro. Embora isso aumente a sensação de descoberta, também torna as primeiras horas menos acessíveis para novos jogadores. As chamadas missões de portal representam o exemplo mais claro disso. Nessas expedições, o tradicional carro de boi deixa de existir, enquanto uma substância roxa toma conta do mapa. Qualquer contato significa morte instantânea, sem possibilidade de reanimação pelos companheiros. A sensação constante é de que pequenos erros recebem punições desproporcionais. Outro problema surge na progressão cooperativa. Como a seleção de contratos parece acompanhar o nível do anfitrião da sessão, novos jogadores podem acabar entrando diretamente em missões avançadas, tornando bastante difícil apresentar o jogo para amigos iniciantes. Progressão pouco recompensadora Embora exista um sistema de progressão entre as expedições, a evolução do personagem nem sempre transmite uma sensação de recompensa. Embora alguns contratos desbloqueiem novos personagens, ferramentas ocultistas e elementos de meta-progressão, boa parte da evolução ainda oferece apenas recompensas cosméticas, diminuindo a sensação de progresso ao longo das expedições. Além disso, fracassar em contratos avançados pode deixar o grupo com poucos recursos para tentar se recuperar nas missões seguintes. Mesmo após um grande patch de balanceamento lançado próximo ao período de análise, a dificuldade continua elevada e a sensação geral permanece praticamente a mesma. Jogar sozinho não é a melhor opção Apesar de oferecer suporte para partidas solo, The Mound: Omen of Cthulhu claramente foi pensado para grupos de amigos. O companheiro controlado pela inteligência artificial cumpre funções básicas, mas está longe de substituir um jogador humano. Grande parte da comunicação, da estratégia e até dos momentos mais marcantes simplesmente desaparece quando não há outras pessoas participando da expedição. Se você tiver um grupo