Tomb Raider: Legacy of Atlantis revela bastidores da recriação dos quebra-cabeças

Tomb Raider: Legacy of Atlantis

A Crystal Dynamics divulgou um novo olhar sobre Tomb Raider: Legacy of Atlantis. No quinto episódio da série de bastidores dedicada ao desenvolvimento do jogo, o estúdio mostra como está recriando um dos elementos mais marcantes da aventura original de Lara Croft: os quebra-cabeças e as armadilhas que ajudaram a definir a identidade da franquia. Inspirado no primeiro Tomb Raider, lançado em 1996, Legacy of Atlantis promete reimaginar a aventura que apresentou Lara Croft ao mundo dos videogames. Desta vez, o foco do documentário está na forma como a Crystal Dynamics e a Flying Wild Hog reinterpretaram esses desafios para oferecer uma experiência moderna sem abrir mão da essência que conquistou os fãs há quase três décadas. Novo documentário mostra a evolução dos quebra-cabeças Ao longo do vídeo, os desenvolvedores de Tomb Raider: Legacy of Atlantis explicam como o design dos cenários foi planejado para integrar exploração, ambientação e resolução de enigmas de forma mais natural. A proposta não é apenas reproduzir os desafios do jogo original, mas reconstruí-los utilizando as possibilidades oferecidas pelas tecnologias atuais. Segundo a equipe, o objetivo foi preservar a sensação de descoberta característica do clássico de 1996, ao mesmo tempo em que os quebra-cabeças ganharam uma estrutura mais dinâmica e intuitiva para acompanhar a evolução do gênero de ação e aventura. O episódio também mostra como as armadilhas espalhadas pelos cenários foram redesenhadas para ampliar a tensão durante a exploração, mantendo o equilíbrio entre observação, raciocínio e sobrevivência que sempre fez parte da série. Crystal Dynamics reforça foco na exploração Ao dedicar um episódio inteiro aos quebra-cabeças, a Crystal Dynamics deixa claro que a exploração continuará ocupando um papel central em Tomb Raider: Legacy of Atlantis. A abordagem deve agradar especialmente aos fãs dos jogos clássicos, que há anos pedem uma experiência mais próxima das primeiras aventuras de Lara Croft. A parceria com a Flying Wild Hog também evidencia a preocupação do estúdio em atualizar a fórmula original sem descaracterizar a identidade da franquia, equilibrando nostalgia e mecânicas modernas. Lançamento acontece em fevereiro de 2027 Tomb Raider: Legacy of Atlantis será lançado em 12 de fevereiro de 2027 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC (Steam) e Nintendo Switch 2. Enquanto a estreia não chega, a série de bastidores continua oferecendo uma visão detalhada do desenvolvimento do projeto e das decisões criativas que estão moldando a reimaginação da primeira aventura de Lara Croft. A expectativa é que novos episódios sejam divulgados nos próximos meses, revelando outros aspectos da produção. Confira mais notícias de jogos → Confira abaixo o quinto episódio do minidocumentário publicado pela Crystal Dynamics e pela Amazon Game Studios. PRÉ-VENDA DISPONÍVEL Marvel’s Wolverine • PlayStation 5 Garantir na Pré-venda PRÉ-VENDA DISPONÍVEL GTA VI • PlayStation 5 Garantir na Pré-venda

State of Play pode retornar em setembro, aponta rumor

State of Play

Um novo State of Play pode estar mais próximo do que os fãs da PlayStation imaginam. Segundo um rumor recente, a Sony estaria planejando uma nova apresentação para o início de setembro, reunindo anúncios e novidades de diferentes jogos para o público do PlayStation 5. A informação foi compartilhada pelo insider Nash Weedle, conhecido por divulgar rumores da indústria de games, embora seu histórico esteja mais ligado a informações envolvendo a Nintendo. De acordo com Weedle, a transmissão aconteceria em 3 de setembro e teria o formato de um evento geral, com espaço para diversos títulos e estúdios. Até o momento, a PlayStation não confirmou oficialmente a realização de um novo State of Play, portanto a informação deve ser tratada como rumor. Ainda assim, a possibilidade de uma apresentação em setembro segue a tradição da empresa de realizar showcases nesse período do ano. 🔥Un State of Play ocurrirá el 3 de septiembre‼️ pic.twitter.com/5yvFOlgi6f — Nash Weedle 💎 (@NWeedle) August 2, 2026 Possível State of Play chega em momento importante para a PlayStation Caso a data seja verdadeira, o evento acontecerá em uma fase de bastante atenção sobre os próximos passos da Sony. A apresentação seria uma das primeiras grandes oportunidades da empresa de voltar o foco para seus jogos após a repercussão negativa envolvendo seus planos para o futuro da mídia física no PlayStation. As discussões sobre a estratégia da companhia geraram críticas entre parte da comunidade, especialmente entre jogadores que ainda valorizam o formato físico. Com isso, um novo State of Play poderia representar uma oportunidade para a Sony concentrar novamente o debate em seus próximos lançamentos e no futuro do catálogo do PlayStation 5. Além de responder às expectativas dos fãs, a transmissão também seria um espaço importante para parceiros da empresa apresentarem novos projetos e reforçarem o calendário de jogos da plataforma para os próximos meses. Sony ainda não anunciou novo State of Play Apesar do rumor apontar para uma possível apresentação em 3 de setembro, a Sony ainda não revelou oficialmente quando será realizado o próximo State of Play. Também não existem informações confirmadas sobre quais jogos poderiam aparecer no evento ou quais estúdios participariam de uma eventual transmissão. Caso o rumor se confirme, novos detalhes devem surgir nas próximas semanas. Enquanto a PlayStation mantém silêncio, a expectativa dos jogadores fica sobre quais novidades a empresa pode preparar para sua próxima apresentação, especialmente em um momento importante para fortalecer a relação com a comunidade do PlayStation 5.

Marvel’s Spider-Man 2 dispara na Steam após sucesso de “Um Novo Dia”

Marvel's Spider-Man 2

Marvel’s Spider-Man 2 voltou a ganhar destaque entre os jogadores de PC. Após a estreia de Homem-Aranha: Um Novo Dia nos cinemas, o jogo da Insomniac Games escalou o ranking de vendas da Steam, ao lado de Marvel’s Spider-Man Remastered, colocando novamente a franquia entre os títulos mais procurados da plataforma. De acordo com os dados do SteamDB, plataforma que acompanha o desempenho dos jogos na loja da Valve, Marvel’s Spider-Man 2 alcançou a quinta posição entre os títulos mais vendidos da Steam, enquanto Marvel’s Spider-Man Remastered aparece logo em seguida, ocupando o nono lugar do ranking. O desempenho acontece em um momento de grande exposição para o personagem. Spider-Man: Brand New Day teve uma estreia impressionante nas bilheterias, arrecadando cerca de US$ 927 milhões em seu primeiro fim de semana, o que ajudou a reacender o interesse dos fãs pelo universo do Homem-Aranha. Homem-Aranha: Um Novo Dia impulsiona jogos da Insomniac Embora não seja possível confirmar que a alta nas vendas tenha sido causada diretamente pelo filme, a coincidência entre os dois acontecimentos chama atenção. A nova produção cinematográfica colocou o herói novamente no centro das discussões, levando parte do público a buscar experiências semelhantes nos videogames. Nesse cenário, os jogos da Insomniac aparecem como uma das principais referências. Desde o lançamento de Marvel’s Spider-Man em 2018 e Marvel’s Spider-Man 2 em 2023, o estúdio construiu uma das adaptações mais elogiadas do personagem nos videogames, combinando uma narrativa focada em Peter Parker com um sistema de movimentação que se tornou uma das marcas da franquia. Além do interesse renovado pelo filme, Marvel’s Spider-Man 2 também recebeu uma redução de 33% no preço durante o período, fator que pode ter contribuído para o crescimento repentino nas vendas. A combinação entre maior exposição da marca e uma oferta promocional criou um momento favorável para novos jogadores conhecerem a sequência. Outro detalhe que reforça a conexão com o longa é a inclusão de um traje inspirado em Homem-Aranha: Um Novo Dia dentro de Marvel’s Spider-Man 2, aproximando ainda mais a experiência dos videogames com a atual fase do personagem nos cinemas. Marvel’s Spider-Man Remastered e Miles Morales continuam essenciais O desempenho de Marvel’s Spider-Man Remastered também mostra que o interesse pela franquia continua forte mesmo anos após o lançamento original. Com desconto de 60% na Steam, o primeiro jogo se tornou uma porta de entrada mais acessível para jogadores que ainda não acompanharam a jornada de Peter Parker criada pela Insomniac. Para quem deseja conhecer toda a evolução da série, Marvel’s Spider-Man: Miles Morales também permanece como uma peça importante da trilogia. Apesar de apresentar uma campanha mais curta, o jogo funciona como uma ligação direta entre os dois títulos principais e mostra a transformação de Miles Morales em um herói capaz de dividir o protagonismo com Peter. O desempenho dos três jogos reforça a força da parceria entre cinema e videogames quando grandes franquias voltam aos holofotes. No caso do Homem-Aranha, a popularidade construída pela Insomniac ajudou a transformar as aventuras do personagem em uma das adaptações mais relevantes da história recente dos games. FONTE: GamesRadar

Attack on Titan 3 será lançado em 10 de dezembro de 2026

Attck on Titan 3

Os fãs de Attack on Titan já têm uma data para marcar no calendário. A KOEI TECMO America e a desenvolvedora Omega Force confirmaram que Attack on Titan 3 será lançado em 10 de dezembro de 2026 para PlayStation 5, Nintendo Switch 2, Xbox Series X|S e PC via Steam. Novo capítulo da franquia de ação baseada no universo criado por Hajime Isayama, Attack on Titan 3 promete ser o encerramento da série de jogos desenvolvida pela Omega Force, levando os jogadores por toda a trajetória da história — desde os primeiros dias da Tropa de Exploração até os eventos finais da narrativa. O título colocará novamente os jogadores no controle de um membro do Corpo de Exploração, permitindo reviver momentos importantes da franquia ao lado de personagens conhecidos como Eren Yeager, Mikasa Ackerman e Armin Arlert. A expectativa é que o jogo mantenha o combate em alta velocidade com o equipamento de manobra tridimensional, uma das principais características dos títulos anteriores. Attack on Titan 3 promete adaptar toda a jornada da franquia Segundo a Omega Force, Attack on Titan 3 representa a conclusão da série de jogos de ação baseada no anime e mangá. O novo título pretende reunir os principais acontecimentos da obra em uma experiência única, acompanhando a evolução da história desde o início da luta da humanidade contra os Titãs. A franquia ficou conhecida por transformar as batalhas contra os gigantes em confrontos de grande escala, com movimentação aérea, ataques precisos e a necessidade de explorar os pontos fracos dos inimigos. Mais detalhes sobre melhorias no sistema de combate e possíveis novidades de gameplay devem ser revelados futuramente. Edições especiais e bônus de pré-venda foram anunciados Além da edição padrão, disponível em formato físico e digital, os jogadores poderão adquirir uma edição especial de lançamento com Steelbook e ICONART para as plataformas que receberão mídia física. A Edição Digital Deluxe também estará disponível para pré-venda e incluirá diversos conteúdos extras, como o livro de arte digital, pacote de personalização de personagens, pacote de equipamentos originais, pacote de itens iniciais e acesso antecipado de 72 horas. Os jogadores que realizarem a pré-compra da versão digital receberão o item cosmético “Wings of Freedom Earrings” como bônus. Já aqueles que adquirirem qualquer versão do jogo antes do lançamento terão acesso ao “Wings of Freedom Hoodie”. Dados salvos de Attack on Titan 2 liberarão recompensas A Omega Force confirmou ainda que jogadores com dados salvos de Attack on Titan 2 ou Attack on Titan 2: Final Battle receberão conteúdos adicionais dentro de Attack on Titan 3. O benefício estará disponível apenas quando o arquivo de save estiver armazenado no mesmo console utilizado para jogar o novo título. A desenvolvedora afirmou que mais informações sobre essas recompensas serão divulgadas posteriormente. Attack on Titan 3 chega em dezembro de 2026 Com lançamento marcado para 10 de dezembro de 2026, Attack on Titan 3 chegará ao PlayStation 5, Nintendo Switch 2, Xbox Series X|S e PC via Steam. O jogo contará com vozes em japonês e textos em inglês, francês, italiano, alemão e espanhol. Como o lançamento ainda está distante, a Omega Force deve apresentar novos detalhes sobre personagens, sistemas de jogo e recursos inéditos nos próximos meses. A chegada de Attack on Titan 3 marca um momento importante para a franquia nos videogames, encerrando uma série que acompanhou a evolução da obra original e conquistou uma base fiel de jogadores ao longo dos anos. Confira mais notícias de jogos →

Mistfall Hunter | Review

Mistfall Hunter

Durante muito tempo, os jogos de extração permaneceram como uma experiência voltada para um público bastante específico. A ideia de entrar em uma partida, explorar mapas repletos de ameaças e escapar antes de perder tudo conquistado sempre foi capaz de gerar momentos de enorme tensão, mas normalmente aparecia associada a cenários militares ou de ficção científica. Com o crescimento desse gênero nos últimos anos, ficou evidente que havia espaço para novas interpretações dessa fórmula. É justamente nesse cenário que Mistfall Hunter encontra sua oportunidade. Em vez de apostar em armas de fogo, equipamentos táticos e combates modernos, o novo título da Bellring Games transporta a estrutura dos extraction games para um universo de fantasia medieval dominado por espadas, magia, criaturas fantásticas e ruínas tomadas pela escuridão. A proposta não reinventa as regras do gênero, mas muda completamente a forma como elas são vivenciadas. Depois de horas explorando as incursões no PS5, a sensação é de que Mistfall Hunter entende muito bem aquilo que torna esse estilo de jogo tão viciante. A tensão de carregar equipamentos valiosos, decidir até onde vale a pena continuar explorando e finalmente encontrar um ponto seguro para escapar continua presente durante toda a experiência. Ao mesmo tempo, a ambientação e o foco no combate corpo a corpo ajudam o jogo a construir uma identidade própria em um segmento cada vez mais competitivo. Ainda é cedo para dizer se Mistfall Hunter conseguirá se estabelecer entre os principais nomes do gênero, mas suas primeiras horas mostram um projeto com boas ideias e uma base sólida para evoluir ao longo do tempo. Fantasia medieval dá personalidade ao jogo A maior qualidade de Mistfall Hunter aparece antes mesmo do primeiro confronto. Embora sua estrutura siga a mesma lógica de outros jogos de extração, a decisão de abandonar completamente o cenário militar faz uma enorme diferença na maneira como cada incursão acontece. Aqui não existem rifles de precisão, explosivos ou equipamentos de alta tecnologia. O combate gira em torno de espadas, lanças, escudos, cajados e habilidades mágicas, transformando cada encontro em uma disputa muito mais próxima e estratégica. Essa mudança altera completamente o ritmo das partidas. Enquanto muitos jogos do gênero costumam recompensar reflexos rápidos e precisão com armas de fogo, Mistfall Hunter valoriza posicionamento, leitura dos movimentos do adversário e administração cuidadosa das habilidades disponíveis. Em diversos momentos, avançar sem pensar significa apenas desperdiçar recursos ou colocar em risco todo o equipamento conquistado durante a incursão. É justamente essa sensação de vulnerabilidade que mantém a experiência interessante. Como todo bom extraction game, Mistfall Hunter faz o jogador pensar constantemente naquilo que está carregando. Quanto melhor o equipamento encontrado durante a exploração, maior se torna a pressão para conseguir escapar vivo. Essa tensão funciona porque a punição é clara: morrer significa perder praticamente tudo o que foi conquistado naquela partida. As classes são o grande diferencial da experiência Boa parte da personalidade de Mistfall Hunter também passa pelo sistema de classes. Em vez de oferecer apenas pequenas diferenças de atributos, o jogo apresenta seis arquétipos bastante distintos: Mercenary, Sorcerer, Blackarrow, Shadowstrix, Seer e Withered Knight. Cada um deles possui armas próprias, habilidades exclusivas e diferentes possibilidades de evolução por meio de árvores de talentos, equipamentos e especializações. Na prática, isso significa que escolher uma classe não muda apenas a forma de causar dano, mas influencia diretamente a maneira como cada incursão é enfrentada. O Mercenário, por exemplo, aposta em uma abordagem equilibrada, alternando entre espada e escudo ou um pesado martelo de guerra. Já o Feiticeiro concentra seu potencial em magias elementais e ataques à distância, enquanto a Flechanegra privilegia precisão e controle do campo de batalha com diferentes tipos de flechas. Para quem prefere mobilidade, a Sombrastrix assume naturalmente o papel de assassina, utilizando furtividade e explosões rápidas de dano para eliminar adversários antes que eles consigam reagir. A Vidente, por sua vez, oferece um estilo mais voltado ao suporte, embora também possa ser construída para atuar em confrontos corpo a corpo. Por fim, o Cavaleiro Decaído ocupa a linha de frente com armas pesadas, contra-ataques e habilidades de controle, tornando-se uma opção interessante para jogadores que preferem um combate mais estratégico. O aspecto mais interessante desse sistema é que nenhuma dessas classes parece existir apenas para cumprir um papel tradicional de RPG. Todas apresentam estilos bastante diferentes entre si, incentivando o jogador a experimentar novas abordagens conforme aprende as mecânicas do jogo. Durante a análise, comecei o tutorial utilizando a Shadowstrix, equivalente ao arquétipo clássico de assassino. Apesar da boa mobilidade da classe, foi o Withered Knight que acabou me conquistando durante as incursões seguintes. Seu ritmo mais cadenciado, aliado ao alcance das armas e às possibilidades de contra-atacar os inimigos, tornou os confrontos mais satisfatórios do que simplesmente depender de velocidade ou ataques sucessivos. Essa preferência acabou influenciando toda a minha experiência nas primeiras horas de jogo. O combate recompensa estratégia, não impulsividade Se a ambientação é responsável por diferenciar Mistfall Hunter de boa parte dos jogos de extração disponíveis atualmente, é o combate que faz essa identidade ganhar forma durante as incursões. Logo nas primeiras partidas, fica claro que avançar contra qualquer inimigo sem planejamento dificilmente termina bem. Os confrontos exigem atenção ao posicionamento, ao tempo das habilidades e, principalmente, à leitura dos movimentos dos adversários. Em vez de incentivar uma postura agressiva o tempo inteiro, o jogo frequentemente recompensa quem observa o cenário antes de agir. Essa característica ficou evidente durante minha experiência com o Withered Knight. Embora a classe utilize equipamentos pesados e ataques mais lentos, ela transmite uma agradável sensação de impacto a cada golpe conectado. O sistema de contra-ataques e o foco no controle de espaço fazem com que cada batalha pareça menos uma disputa por velocidade e mais um exercício de paciência. Essa escolha combina muito bem com a proposta do jogo. Em diversos momentos encontrei inimigos claramente acima do meu nível de equipamento. A reação mais natural seria insistir no combate para tentar garantir um loot melhor, mas Mistfall Hunter

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