Battlefield 6 x Top Gun ganha trailer com foco em combate aéreo

A Electronic Arts e o Battlefield Studios divulgaram o trailer oficial da próxima atualização de Battlefield 6 em colaboração com Top Gun. A parceria promete levar a ação aérea da franquia a um novo nível, com dois novos jatos, uma nova versão da Ilha Wake e dois modos inéditos. Entre as principais novidades estão o F-74A Seacat e o F/A-81F Super Spectre, que poderão ser utilizados pelos jogadores em combates aéreos de grande escala. O conteúdo também adiciona a Ilha Wake, um dos cenários mais conhecidos da franquia, além dos modos Ataque de Porta-aviões e Arena: Varredura de Caças. A atualização aposta na combinação entre a escala característica de Battlefield e a ação cinematográfica de Top Gun. Em Ataque de Porta-aviões, os jogadores poderão participar de confrontos envolvendo grandes operações navais e aéreas, enquanto Arena: Varredura de Caças coloca o foco diretamente nos combates entre aeronaves. A colaboração também permitirá assumir o controle de personagens conhecidos da franquia Top Gun. Entre eles estão o Tenente Bradley “Rooster” Bradshaw, interpretado por Miles Teller, o Tenente Robert “Bob” Floyd, vivido por Lewis Pullman, e o Contra-almirante Solomon “Warlock” Bates, interpretado por Charles Parnell. A colaboração entre Battlefield 6 e Top Gun chega em 18 de agosto, como parte da maior atualização de temporada do jogo até o momento. Trailer oficial de Battlefield 6 x Top Gun Visite Battlefield.com para mais informações. Confira mais notícias de jogos →
Mafia: The Omertà Collection é anunciado com os quatro jogos da franquia

A 2K anunciou oficialmente Mafia: The Omertà Collection, uma nova coleção que reúne os quatro jogos da franquia Mafia em um único pacote. A compilação também traz atualizações para a atual geração, incluindo a versão de PlayStation 5 de Mafia: Definitive Edition, que chega amanhã, 14 de agosto de 2026, com gameplay a 60 FPS e melhorias técnicas. A coleção oferece uma viagem por quatro períodos diferentes da história do crime organizado, acompanhando personagens que fazem de tudo para conquistar respeito e espaço dentro da Família. Os jogos combinam ação em terceira pessoa com uma forte narrativa cinematográfica e ambientações cuidadosamente recriadas de acordo com cada época. Mafia: The Omertà Collection inclui: Ao longo da série, os jogadores assumem o papel de diferentes homens ligados à Família, acompanhando ascensões, traições e conflitos dentro do submundo do crime. Em comum, todos precisam lidar com a Omertà, o código de honra e silêncio que define a vida dentro da máfia. Mafia: The Old Country – Definitive Edition Sicília, 1904. Enzo Favara conhece desde cedo a brutalidade de uma vida marcada pelo trabalho forçado. Determinado a mudar seu destino, ele arrisca tudo para conquistar seu lugar na família criminosa Torrisi. Sua jornada revela as origens do crime organizado na Sicília e coloca Enzo diante do poder, das tentações e das dificuldades que acompanham sua entrada para a máfia. No fim, ele descobrirá que fazer parte da Família exige sacrifícios. Mafia: The Old Country – Man of Honor Sicília, 1905. Meses depois de ser iniciado na Família Torrisi, Enzo Favara já provou seu valor como soldado confiável. Agora, o Don confia a ele e Cesare uma missão delicada: ajudar Ennio Salieri, um homem de honra que acaba de sair da prisão e pretende recuperar aquilo que considera seu. Ao lado de Salieri, Enzo se envolve cada vez mais com o perigoso submundo de Valle Dorata. A lealdade será colocada à prova, antigas dívidas precisarão ser cobradas e cada decisão poderá ter consequências. Mafia: Definitive Edition Lost Heaven, 1930. Durante a Lei Seca nos Estados Unidos, Tommy Angelo acaba envolvido com a máfia após um encontro inesperado com o crime organizado. Inicialmente relutante em se juntar à família Salieri, Tommy começa a perceber que as recompensas oferecidas por aquela vida são grandes demais para serem ignoradas. Sua ascensão dentro da organização o coloca no centro de uma guerra pelo controle de Lost Heaven. A versão para PlayStation 5 incluída na coleção apresenta gameplay a 60 FPS e melhorias técnicas, atualizando a experiência para os consoles atuais. Mafia II: Definitive Edition Empire Bay, 1943. Depois de retornar da guerra, Vito Scaletta se vê envolvido com a máfia enquanto tenta pagar as dívidas deixadas por seu pai. Ao lado de seu amigo Joe, Vito começa a construir sua reputação dentro da Família, assumindo trabalhos cada vez mais perigosos em busca de dinheiro, poder e respeito. Conforme sobe na hierarquia, porém, os riscos e as consequências de suas escolhas também aumentam. Mafia III: Definitive Edition New Bordeaux, 1968. Após anos lutando no Vietnã, Lincoln Clay retorna para casa e encontra sua família adotiva, a Black Mob, destruída em uma traição arquitetada pela máfia italiana. Determinado a se vingar, Lincoln reúne um novo grupo de aliados e constrói sua própria Família sobre as ruínas da antiga. A partir daí, inicia uma violenta campanha de vingança contra aqueles responsáveis pela morte de seus companheiros. Com Mafia: The Omertà Collection, a série oferece uma experiência que atravessa mais de seis décadas de história do crime organizado, desde a Sicília do início do século XX até os Estados Unidos dos anos 1960. Para quem acompanha a franquia ou pretende conhecê-la agora, a coleção reúne quatro capítulos distintos de uma mesma história sobre poder, lealdade e traição. Confira mais notícias de jogos →
Mafia: Definitive Edition pode receber versão nativa para PS5

Seis anos após o lançamento no PS4, Mafia: Definitive Edition pode estar prestes a retornar com uma versão nativa para PS5. A possibilidade surgiu após uma nova classificação indicativa do jogo aparecer no site do ESRB, órgão responsável pela classificação etária de jogos nos Estados Unidos. A página agora lista versões para PS5 e Xbox Series X|S, além da edição já disponível. Embora isso não confirme oficialmente um novo lançamento, a inclusão de novas plataformas costuma indicar que uma versão específica está sendo preparada. O registro do ESRB não apresenta outros detalhes sobre a suposta edição. Por isso, tudo indica que podemos estar diante de uma adaptação da versão de PS4 para os consoles atuais, mas isso não significa necessariamente que o jogo chegaria sem melhorias técnicas. Mafia: Definitive Edition pode ganhar melhorias no PS5 Atualmente, Mafia: Definitive Edition roda a 30 fps no PS4 e mantém essa taxa quando executado no PS5 por meio da retrocompatibilidade. Uma versão nativa poderia permitir que a Hangar 13 elevasse o desempenho para 60 fps, além de trazer possíveis melhorias gráficas. O remake já recebeu uma reformulação considerável em relação ao Mafia original, portanto uma atualização para a atual geração poderia aproveitar o hardware do PS5 para aprimorar aspectos visuais e técnicos sem a necessidade de mudanças mais profundas no jogo. Por enquanto, no entanto, não há informações oficiais sobre quais melhorias uma eventual versão nativa poderia oferecer. Mafia continua em alta A possível chegada de Mafia: Definitive Edition ao PS5 acontece em um momento de bastante atividade para a franquia. Mafia: The Old Country foi lançado no ano passado e teve uma recepção positiva, enquanto a nova expansão Man of Honor chega amanhã. Além disso, Mafia 2 e Mafia 3 também receberam versões para PS4, embora o trabalho realizado nesses jogos tenha sido menos abrangente do que o remake desenvolvido para o primeiro Mafia. Em sua versão para PS4, Mafia: Definitive Edition recebeu elogios pela fidelidade ao jogo original, especialmente pela direção das cenas, dublagem e elenco de personagens. Por outro lado, controles e dirigibilidade foram apontados como alguns dos aspectos que mostravam as limitações do remake. Por enquanto, a Take-Two e a Hangar 13 ainda não anunciaram oficialmente uma versão de Mafia: Definitive Edition para PS5 ou Xbox Series X|S. A nova classificação do ESRB, porém, pode ser um forte indício de que um anúncio está a caminho. FONTE: esrb.org Confira mais notícias de jogos →
Duskfade | Review

Há algo muito agradável na forma como Duskfade apresenta seu mundo. Não é apenas a estética colorida ou a presença de uma aventura fantástica envolvendo relógios, engrenagens e magia. Existe uma intenção clara de recuperar um tipo de experiência que foi muito comum nos jogos de plataforma 3D do PlayStation 2, quando atravessar um mundo cheio de segredos era tão importante quanto derrotar o próximo chefe. A Weird Beluga sabe exatamente de onde está tirando suas referências. Kingdom Hearts, Jak and Daxter e Ratchet & Clank estão entre as influências mais perceptíveis, mas Duskfade não tenta reproduzir nenhum deles diretamente. Em vez disso, combina elementos conhecidos para construir uma aventura própria, com uma identidade visual bastante particular e um protagonista que funciona melhor justamente quando o jogo deixa o jogador explorar livremente. Publicado pela Fireshine Games, Duskfade coloca o jogador no controle de Zirian, um jovem aventureiro envolvido em uma jornada para encontrar sua irmã e entender o que aconteceu com o mundo depois que a misteriosa Torre do Relógio mergulhou tudo em uma noite eterna. É uma premissa simples, mas suficiente para sustentar uma aventura que encontra seus melhores momentos quando transforma movimentação e exploração em suas principais ferramentas. Uma aventura construída ao redor do tempo Zirian não parte sozinho. Ao longo da jornada, ele conta com um pequeno cuco mecânico criado por Alliera, sua irmã. O companheiro rapidamente se torna uma das características mais simpáticas da dupla e também desempenha funções importantes durante a exploração. A busca por Alliera leva Zirian por diferentes regiões, cada uma construída em torno de uma identidade própria. O jogo alterna ambientes naturais e estruturas mecânicas, criando uma combinação curiosa entre fantasia e tecnologia que se torna ainda mais interessante conforme novos lugares são apresentados. A Cidade Ponteiro, por exemplo, funciona como um ponto de encontro entre diferentes momentos da aventura. A gigantesca Torre do Relógio suspensa por correntes, as engrenagens espalhadas pelo cenário e a iluminação contrastando com o céu escuro dão ao local uma aparência que poderia facilmente pertencer a um RPG de ação japonês. É uma direção que demonstra personalidade. Duskfade não depende apenas de referências nostálgicas para chamar atenção. A história também tenta dar significado aos mundos que Zirian visita. A jornada aborda perda, amadurecimento, medo e a dificuldade de lidar com acontecimentos que estão além da compreensão dos personagens. Nem tudo funciona com a mesma intensidade, mas existe uma preocupação evidente em fazer com que a aventura tenha algo a dizer além de simplesmente levar o protagonista até o próximo objetivo. Essa abordagem é acompanhada por personagens carismáticos e diálogos que alternam momentos de humor com passagens mais sérias. O resultado é uma narrativa leve na maior parte do tempo, mas que consegue encontrar espaço para momentos emocionais. O relacionamento entre Zirian e Alliera é especialmente importante nesse sentido. É a motivação pessoal do protagonista que mantém a aventura funcionando mesmo quando a trama envolvendo a Torre do Relógio e os Mestres Relojoeiros se torna mais difícil de acompanhar. Quando simplesmente se movimentar já é divertido Se existe uma característica que define Duskfade, ela é a movimentação. Zirian possui um conjunto de habilidades que torna a travessia dos cenários bastante agradável. O personagem pode correr, realizar salto duplo, avançar no ar, deslizar, agarrar determinadas superfícies e utilizar um gancho para alcançar lugares que inicialmente parecem inacessíveis. O mais importante é que essas ações não parecem isoladas. Elas se complementam. É possível saltar, avançar no ar e imediatamente utilizar o gancho para alcançar uma plataforma distante. Em outro momento, uma habilidade adquirida anteriormente pode transformar uma área aparentemente sem interesse em um novo caminho para explorar. Essa fluidez faz com que atravessar os cenários seja, por si só, uma recompensa. É justamente aqui que Duskfade consegue reproduzir melhor aquela sensação dos clássicos de plataforma 3D. Existe prazer em simplesmente sair do caminho principal para descobrir o que existe atrás de uma estrutura, no alto de uma plataforma ou em uma área escondida do mapa. Os colecionáveis reforçam essa proposta. Moedas, itens especiais e outros segredos estão espalhados pelos ambientes e dão motivos para prestar atenção aos detalhes. Algumas áreas também só podem ser acessadas depois que Zirian adquire determinadas habilidades, incentivando o retorno a locais já visitados. A estrutura funciona bem porque não transforma a exploração em uma obrigação. Quem quiser seguir diretamente pela história consegue fazer isso, enquanto jogadores mais curiosos podem dedicar tempo procurando tudo o que os cenários escondem. O problema está na dificuldade. Duskfade oferece a Zirian ferramentas suficientemente boas para criar sequências de plataforma muito mais elaboradas do que aquelas encontradas em boa parte da aventura. Muitos percursos são relativamente simples e raramente exigem que o jogador domine completamente as possibilidades de movimentação. Isso é uma pena porque existe uma diferença perceptível entre a qualidade dos controles e aquilo que o design dos níveis exige deles. Quando o jogo finalmente combina suas habilidades de maneira mais criativa, fica evidente o potencial que poderia ter sido explorado com mais frequência. O combate acompanha, mas não alcança a movimentação O combate segue uma filosofia parecida: rápido, acessível e integrado à movimentação. Zirian utiliza sua espada em forma de chave para realizar ataques rápidos e também conta com recursos capazes de atingir inimigos à distância. A esquiva complementa o conjunto e possui uma característica interessante: quando executada no momento correto, pode interromper brevemente o fluxo do tempo. É uma mecânica simples, mas adequada ao universo de Duskfade. Os golpes respondem bem aos comandos e não existe aquela sensação de que o protagonista demora para executar aquilo que foi solicitado. Zirian consegue entrar e sair das batalhas rapidamente, o que evita que o combate interrompa completamente o ritmo da exploração. O problema é que os inimigos comuns não aproveitam muito bem esse sistema. Na maioria das situações, eles não oferecem resistência suficiente para obrigar o jogador a experimentar diferentes possibilidades. O resultado é um combate funcional, mas que pode se tornar previsível ao longo da campanha. Não