PS Plus Extra e Deluxe: jogos de outubro incluem Mafia: The Old Country

A Sony anunciou os jogos que chegam ao catálogo do PS Plus Extra e Deluxe em outubro. Entre os destaques estão Mafia: The Old Country, que leva os jogadores à Sicília do início do século XX, e Horizon Forbidden West, aventura de Aloy em um mundo dominado por máquinas. A seleção também inclui o jogo de tiro cooperativo Mycopunk e títulos de terror que chegam durante o mês de Halloween. Os jogos do catálogo serão disponibilizados em diferentes datas. A maior parte da seleção chega em 20 de outubro, enquanto alguns títulos estarão disponíveis antes ou depois. Já os assinantes do PlayStation Plus Deluxe poderão jogar Dino Crisis 2 e RollerCoaster Tycoon 3 Complete Edition. A Sony também anunciou ofertas especiais de Halloween para os membros do PlayStation Plus, como parte das comemorações do Horrorfest. Confira abaixo todos os jogos e suas respectivas datas de disponibilidade. PS Plus Extra e Deluxe: jogos de outubro Mafia: The Old Country | PS5 Ambientado na Sicília do início do século XX, Mafia: The Old Country conta a história de Enzo Favara e sua trajetória no mundo do crime organizado. Para sobreviver e conquistar seu lugar na família mafiosa, o protagonista precisa enfrentar um ambiente marcado por disputas territoriais, vinganças e violência. A aventura em terceira pessoa retrata uma época em que confrontos com facas e espingardas eram parte da rotina dos criminosos, que se deslocavam a pé, a cavalo ou nos primeiros automóveis. O jogo aposta em uma narrativa cinematográfica e em cenários detalhados para apresentar as origens da organização criminosa. Horizon Forbidden West | PS5, PS4 Em Horizon Forbidden West, Aloy parte para uma região desconhecida, repleta de máquinas perigosas, novas tribos e ameaças que colocam o futuro da humanidade em risco. A sequência expande o universo da série com novas áreas para explorar, inimigos mais poderosos e personagens que ajudam a desvendar os mistérios de um passado distante. Durante a jornada, Aloy também reencontra antigos aliados e estabelece novas parcerias para enfrentar um inimigo que ameaça a sobrevivência do mundo. O jogo retorna ao catálogo do PlayStation Plus. Mycopunk | PS5 Mycopunk é um jogo de tiro cooperativo em que até quatro jogadores assumem o controle de robôs enviados para combater uma ameaça fúngica que se espalha pelo planeta. A equipe trabalha para a corporação SAXON e precisa cumprir missões perigosas enquanto investiga as origens da catástrofe. O jogo combina combates contra criaturas alienígenas, armas personalizáveis e centenas de melhorias. Entre uma missão e outra, os jogadores também precisam descobrir se o desastre é realmente um fenômeno natural ou se há algo mais por trás dos acontecimentos — incluindo possíveis responsabilidades da própria empresa que os contratou. Mycopunk chega ao catálogo em 20 de outubro. Poppy Playtime: Chapter 2 | PS5, PS4 Depois dos acontecimentos do primeiro capítulo, a jornada continua nas profundezas da fábrica da Playtime Co. Em Poppy Playtime: Chapter 2, os jogadores precisam resolver novos quebra-cabeças, explorar áreas perigosas e escapar de brinquedos que transformam o local em um pesadelo. Entre as ferramentas disponíveis estão ganchos que permitem alcançar lugares distantes e atravessar obstáculos. Enquanto procura respostas sobre o que aconteceu na fábrica, o jogador também precisa evitar a perseguição de Mommy Long Legs. O segundo capítulo estará disponível em 27 de outubro. The Midnight Walk | PS5 The Midnight Walk é uma aventura de fantasia sombria construída visualmente com modelos de argila e animação em stop-motion. Desenvolvido pela equipe responsável por Lost in Random, Fe e Ghost Giant, o jogo acompanha o Burnt One, que encontra Potboy, uma criatura que usa uma chama para iluminar o caminho. Ao longo da jornada, os jogadores precisam proteger essa pequena fonte de luz de monstros que tentam devorá-la. A aventura reúne cinco histórias ambientadas em um mundo que alterna momentos de beleza e cenários perturbadores. O jogo pode ser aproveitado no PS5 e também em realidade virtual com o PlayStation VR2. The Midnight Walk já está disponível a partir de 14 de outubro. Tales of Arise – Beyond the Dawn Edition | PS5, PS4 Em Tales of Arise, o planeta Dahna vive sob o domínio de Rena há 300 anos. Durante esse período, seus habitantes foram privados da liberdade enquanto os recursos do planeta eram explorados. A história acompanha dois protagonistas de origens diferentes que buscam mudar o próprio destino e construir um novo futuro. A edição Beyond the Dawn inclui conteúdo adicional para o RPG, que combina combates em tempo real, um grupo variado de personagens e uma jornada por um mundo de fantasia. O jogo chega ao catálogo em 27 de outubro. Monster Energy Supercross 25 – The Official Video Game | PS5 Monster Energy Supercross 25 – The Official Video Game coloca os jogadores nas pistas do campeonato de Supercross com pilotos profissionais e circuitos inspirados em eventos reais. O jogo utiliza o Unreal Engine 5 e apresenta mudanças na física das motos e na evolução dinâmica das pistas, fazendo com que as condições do circuito influenciem cada volta. A experiência também inclui um modo carreira renovado, rivalidades e decisões estratégicas ao longo das competições. O título estará disponível em 27 de outubro. PlayStation Plus Deluxe: clássicos de outubro Dino Crisis 2 | PS5, PS4 Um ano após os acontecimentos da Operação: Resgate do Dr. Kirk, uma nova catástrofe envolvendo a Third Energy faz com que o centro de pesquisas de Edward City desapareça. Regina retorna para enfrentar a ameaça ao lado de Dylan, personagem que estreia na série. Diferentemente do primeiro jogo, Dino Crisis 2 aposta em confrontos mais frequentes contra grandes grupos de inimigos. Com um arsenal ampliado, os jogadores precisam sobreviver a ataques de mais de dez espécies de dinossauros enquanto exploram florestas, cavernas, lagos e outros ambientes do período Cretáceo. RollerCoaster Tycoon 3 Complete Edition | PS5, PS4 Em RollerCoaster Tycoon 3 Complete Edition, os jogadores podem construir e administrar o próprio parque de diversões, desde a criação das atrações até o controle das finanças, lojas, serviços e funcionários. O jogo oferece
Clive Barker’s Hellraiser: Revival | Review

Levar Hellraiser para os videogames exige mais do que colocar os Cenobitas diante do jogador. É preciso reproduzir o desconforto, a violência e a atmosfera perturbadora que definem a obra de Clive Barker. Em boa parte da campanha, Clive Barker’s Hellraiser: Revival consegue fazer isso. Desenvolvido pela Saber Interactive, o jogo apresenta uma história inédita no universo da franquia, com o retorno de Doug Bradley ao papel de Pinhead. No PlayStation 5, a aventura combina ação em primeira pessoa, furtividade e gerenciamento de recursos, além de dar à Caixa de LeMarchand um papel importante nos combates. Depois de aproximadamente nove horas de campanha, minha impressão com Clive Barker’s Hellraiser: Revival é positiva. A ambientação e a direção de arte se destacam, mas algumas limitações no combate, a falta de conteúdo para revisitar a aventura e problemas pontuais de áudio impedem que o resultado seja ainda melhor. Um mergulho no universo de Hellraiser A história acompanha Aidan Lynch, que precisa resgatar sua namorada, Sunny, após a abertura de uma misteriosa caixa invocar os Cenobitas. Para encontrá-la, ele faz um pacto com Pinhead e acaba envolvido nos planos de um culto que pretende trazer essas criaturas para o mundo dos vivos. A narrativa funciona melhor quando explora os elementos que diferenciam Hellraiser de outras franquias de terror. Violência gráfica, mutilações e temas relacionados a prazer, dor e obsessão fazem parte da experiência, que não tenta suavizar o conteúdo da obra original. Documentos, gravações e arquivos espalhados pelos cenários ajudam a contextualizar o culto e outros personagens. Embora a história não seja o aspecto mais marcante do jogo, ela oferece uma aventura própria, sem depender de uma adaptação direta dos filmes. Vale o aviso: o jogo aborda temas pesados, incluindo uso de drogas, suicídio, violência sexual, nudez e sadomasoquismo. Esses elementos aparecem ao longo da campanha e devem ser considerados antes de começar. Combate e sobrevivência Em primeira pessoa, Clive Barker’s Hellraiser: Revival utiliza munição limitada, armas corpo a corpo com durabilidade e um inventário restrito para incentivar o gerenciamento de recursos. É preciso escolher o que carregar, fabricar itens de cura e decidir quando vale a pena gastar munição. Essa estrutura funciona bem e mantém a sobrevivência relevante durante a campanha. A furtividade também é bastante útil, principalmente na dificuldade normal, já que os inimigos não apresentam uma inteligência artificial particularmente avançada. Quando o confronto direto é inevitável, porém, o combate corpo a corpo pode parecer travado. Leva algum tempo para se acostumar às esquivas e aos ataques direcionados a partes específicas dos adversários. As armas de fogo respondem melhor, e as opções de assistência de mira ajudam a adaptar os controles às preferências do jogador. O grande diferencial é a Caixa de LeMarchand, que permite lançar objetos cortantes e pesados contra os inimigos, além de desbloquear habilidades especiais durante a campanha. As Hellchains, por exemplo, invocam correntes infernais capazes de atingir vários adversários de uma só vez. Gostei bastante da mecânica, que combina com o universo da franquia e oferece alternativas interessantes durante os combates. A ressalva é que algumas habilidades poderiam ser mais bem aproveitadas. O poder relacionado ao fogo depende de chamas próximas, enquanto as Hellchains são liberadas relativamente tarde. Uma campanha que poderia render mais A campanha dura cerca de oito a 12 horas, e terminei minha primeira jornada em aproximadamente nove. A duração é adequada para a proposta, mas senti falta de motivos para continuar explorando depois dos créditos. O jogo possui dois finais e diversos documentos que expandem a história, mas não oferece um New Game Plus para recomeçar mantendo os equipamentos conquistados. Também seria interessante encontrar arquivos adicionais dedicados aos Cenobitas, com imagens e informações sobre essas criaturas. A ausência desses recursos não compromete a campanha principal, mas reduz sua longevidade. Com cenários tão detalhados e mecânicas que poderiam render novas possibilidades, Hellraiser: Revival merecia oferecer mais motivos para revisitar o Labirinto. Direção de arte e problemas de áudio Visualmente, Clive Barker’s Hellraiser: Revival é um dos seus maiores acertos. A campanha alterna entre uma casa de swing movimentada, corredores subterrâneos claustrofóbicos, um cemitério e os ambientes distorcidos do Labirinto. A iluminação, os detalhes dos cenários e a aparência dos Cenobitas ajudam a preservar a identidade visual da franquia. O sangue deixado pelos inimigos mortos, por outro lado, parece artificial em algumas ocasiões, destoando do cuidado aplicado ao restante da apresentação. O áudio também merece atenção. Durante minha experiência no PS5, utilizando um headset Sony Pulse 3D, encontrei problemas de posicionamento espacial: alguns inimigos pareciam estar muito próximos, embora estivessem a vários metros de distância. Também houve situações em que adversários continuavam falando depois de morrer e outras em que o som desapareceu após determinados confrontos. Essas falhas não impediram meu progresso, mas prejudicaram a imersão em alguns momentos. Como o áudio tem papel importante na percepção das ameaças em um jogo de terror, espero que a Saber Interactive corrija esses problemas em uma atualização. Ao menos a localização merece elogios. As legendas em português do Brasil preservam a terminologia do universo de Clive Barker, facilitando o acompanhamento da história sem descaracterizar a franquia. 8.5 Muito Bom Clive Barker’s Hellraiser: Revival é uma boa adaptação da franquia para os videogames, com excelente ambientação, direção de arte marcante e mecânicas criativas envolvendo a Caixa de LeMarchand. Apesar do combate corpo a corpo pouco refinado, das habilidades subutilizadas e dos problemas pontuais de áudio no PS5, o jogo entrega uma campanha envolvente e fiel ao universo de Clive Barker. A falta de um New Game Plus reduz a longevidade, mas não apaga os méritos da experiência, que vale a pena para fãs da franquia e apreciadores de jogos de terror e sobrevivência. Pontos fortes Pontos fracos Agradecemos à Saber Interactive por disponibilizar uma cópia de Clive Barker’s Hellraiser: Revival para PlayStation 5, que tornou esta análise possível.
Sony anuncia DualSense de Gran Turismo em edição limitada

A Sony anunciou um DualSense especial para celebrar os 30 anos de Gran Turismo. O controle terá lançamento mundial em 10 de dezembro, com pré-venda a partir de 22 de outubro. O preço sugerido é de US$ 84,99. A edição estará disponível na PlayStation Direct, nos países atendidos pela loja, e em varejistas parceiros. Como a PlayStation Direct não opera no Brasil, ainda não há confirmação sobre a disponibilidade do controle no mercado brasileiro nem preço em reais. DualSense de Gran Turismo traz detalhes inspirados nas pistas O visual comemorativo aposta em referências ao automobilismo e à identidade da franquia. O touchpad tem faixas pretas e um padrão quadriculado que remete à bandeira de chegada, enquanto o logotipo de Gran Turismo e o número 30, posicionado abaixo dos botões direcionais, reforçam a homenagem à série. Confira o vídeo de apresentação do controle: Kazunori Yamauchi agradece aos fãs de Gran Turismo Em declaração publicada no PlayStation Blog, Kazunori Yamauchi, CEO da Polyphony Digital, comentou o significado da edição comemorativa e agradeceu aos fãs que acompanham a franquia desde seu lançamento. “Há trinta anos, Gran Turismo nasceu com a visão de compartilhar a beleza e a alegria do automóvel. Este controle comemorativo celebra a jornada que percorremos juntos, e sou profundamente grato a todos cuja paixão continua a nos inspirar”, declarou. A edição especial chega em dezembro, ano em que a franquia completa três décadas desde sua criação. FONTE: PlayStation Blog