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Avowed no PS5 | Review 

Avowed

A espera de um ano finalmente acabou. Avowed, o ambicioso RPG de ação da Obsidian Entertainment e Xbox Game Studios, aterrissa no PlayStation 5. No entanto, não se trata de um simples “port”. O jogo chega em sua versão definitiva, a Atualização de Aniversário. Consequentemente, a paciência do jogador de PS5 foi recompensada com a melhor experiência possível. Esta análise foi realizada graças ao envio de uma chave de acesso antecipado pela equipe do Xbox Brasil. Agradecemos a parceria, reforçando que este texto reflete a opinião independente e sincera do autor com base na experiência do jogo no PlayStation 5. Uma Jornada Viva nas Terras Férteis de Avowed A Obsidian ambientou o jogo em Eora, o mesmo universo da série Pillars of Eternity. Assim, Avowed nos transporta para as fascinantes Terras Férteis. Diferente de muitos RPGs modernos, aqui a exploração pulsa de forma visceral. Além disso, o mundo não gira em torno do seu nível. A desenvolvedora optou por não utilizar o polêmico level scaling. Portanto, cada caminhada exige uma decisão estratégica. Certamente, a estrutura do mapa influencia essa experiência. Avowed utiliza o que chamamos de mundo semiaberto. Isso significa que o jogo divide a exploração em grandes blocos e mapas separados. Embora essa escolha diminua um pouco a liberdade total, ela traz benefícios subestimados. Por exemplo, a estrutura permite um controle maior da curva de dificuldade e da progressão da história. Adicionalmente, o jogador dificilmente se sente sobrecarregado. Como as missões estão diluídas entre várias áreas, você não encontrará aquele excesso de ícones confusos no mapa. Se você decidir se aventurar em uma área perigosa cedo demais, o jogo punirá sua audácia. Todavia, essa escolha de design cria uma satisfação raríssima. Nada supera a sensação de poder ao retornar a um local onde você foi humilhado. Após conquistar novos upgrades, você dizimará os inimigos com facilidade. Por fim, a Obsidian entregou um ecossistema que realmente parece vivo e reage às suas ações. Combate Versátil: Do Cajado à Espada Um dos maiores trunfos de Avowed é a sua flexibilidade. No lançamento original, muitos focaram em builds de magos. Entretanto, a experiência com um Guerreiro de combate corpo a corpo no PS5 se revelou igualmente empolgante. O sistema de combate é variado. Além disso, ele permite alternar rapidamente entre dois estilos de jogo. Certamente, um diferencial marcante é a liberdade de perspectiva. A opção de alternar entre primeira e terceira pessoa traz ainda mais versatilidade ao combate. Enquanto a primeira pessoa aumenta a imersão nos feitiços, a terceira pessoa oferece uma visão estratégica dos arredores. Seja conjurando magias ou esmagando crânios, o feedback é satisfatório. Portanto, o título incentiva a experimentação constante através de diferentes mecânicas e pontos de vista. O Que Há de Novo na Atualização de Aniversário? Lançada juntamente com a versão de PlayStation 5, a Atualização de Aniversário introduz novos conteúdos e melhorias profundas. Agora, os jogadores possuem muito mais liberdade na criação de personagens. Isso ocorre devido à introdução de três novas raças: Anões, Orlans e Aumaua. Além disso, o jogo oferece novos emissários predefinidos e recursos de personalização expandidos para os Deíficos (Godlike). A experiência de jogo também evoluiu significativamente. Por exemplo, você pode abraçar a fantasia de mago com a nova arma Quarterstaff. Caso queira mudar o visual, basta utilizar o novo Espelho Mágico no acampamento. Adicionalmente, o jogo agora inclui o aguardado New Game+, que permite reiniciar a jornada mantendo seus itens e habilidades únicas. Por fim, a Obsidian adicionou um Modo Foto, opções de dificuldade personalizadas e diversas melhorias de qualidade de vida que tornam o mundo e o combate muito mais refinados. Avowed e a Narrativa com o Selo de Qualidade Obsidian Você assume o papel de um Godlike (Divino). Esse ser manifesta poderes dos deuses conforme progride. Certamente, a trama se desenvolve na exploração das Terras Férteis. Essa região é interessante pois não pertence a nenhum reino específico. Consequentemente, o local não possui uma legislação unificada. Na prática, vários povos e culturas tentam coexistir em comunidades com diversas configurações. Dessa forma, expandir o império de Aedyr significa colonizar e “pacificar” um território sem lei. Boa parte das decisões importantes exige que o jogador tome uma posição sobre essa pauta. Cabe a você decidir se a interferência imperial ajudará ou prejudicará aquelas pessoas. Além disso, a história ganha camadas densas não apenas na campanha principal, mas também nas missões opcionais. Tudo isso posiciona Avowed no centro de questões sociais que seguem extremamente atuais. Acima de tudo, o jogo faz o máximo para não ser apenas mais uma opção genérica de fantasia medieval. Curiosamente, a melhor maneira de criar algo memorável é não se escorar na memória afetiva. Talvez seja difícil reconhecer, mas realmente não precisamos de um “novo Skyrim”. Pelo contrário, nada seria mais redundante no gênero do que repetir fórmulas antigas. Avowed brilha justamente por respeitar o seu tempo e oferecer uma identidade autêntica em cerca de 20 horas de campanha. Avowed: RPG exclusivo do Xbox chega ao PS5 em fevereiro com grandes novidades

The Witcher 1 Remake pode chegar apenas em 2028

The Witcher 1 Remake

Um novo relatório trouxe detalhes importantes sobre a data de lançamento do aguardado The Witcher 1 Remake. Em 2022, a CD Projekt Red anunciou que estava trabalhando na recriação do título original junto ao estúdio Fool’s Theory. No entanto, desde aquele anúncio inicial, a empresa manteve um silêncio absoluto sobre o projeto. Por causa disso, muitos fãs começaram a questionar quando poderiam revisitar as aventuras de Geralt de Rívia. De acordo com a Noble Securities, uma empresa polonesa de investimentos, o lançamento deve ocorrer apenas em 2028. Anteriormente, a previsão interna indicava que o jogo chegaria ao mercado em 2027. Contudo, o relatório sugere que houve um adiamento de um ano no cronograma. O motivo principal seria o suporte que a Fool’s Theory está oferecendo ao desenvolvimento de The Witcher 4. Como o foco foi dividido, o trabalho em The Witcher 1 Remake acabou ficando em segundo plano temporariamente. Portanto, é provável que não vejamos imagens oficiais do título tão cedo. Embora um teaser possa surgir em eventos futuros, a expectativa real de gameplay fica para os próximos anos. O impacto no desenvolvimento de The Witcher 4 O fato de The Witcher 4 ser a prioridade atual da CD Projekt Red indica que ele chegará antes do remake. Embora não exista uma data oficial para a nova saga, o mercado especula um lançamento para 2026 ou 2027. Assim, a empresa consegue estabelecer a nova tecnologia da Unreal Engine 5 antes de lançar a releitura do primeiro jogo. Além disso, essa estratégia permite que o estúdio refine as mecânicas que serão usadas em ambos os projetos. Com o avanço do desenvolvimento, certamente veremos novidades concretas nos próximos meses. Por enquanto, os fãs precisam exercitar a paciência enquanto aguardam o retorno do bruxo. Além disso, a qualidade final do produto costuma ser a prioridade da CDPR após os aprendizados dos últimos anos. Certamente, manteremos você informado sobre qualquer atualização oficial ou novos vazamentos sobre a franquia. FONTE

Crimson Desert não terá opções de dificuldade no lançamento 

Crimson Desert

O RPG de ação em mundo aberto Crimson Desert está gerando grandes expectativas para o seu lançamento no PS5. Recentemente, novas informações reveladas pela Pearl Abyss ajudam a esclarecer como será a experiência real dos jogadores. Embora o título apresente um visual deslumbrante, muitos ainda questionam o quão desafiadora será a jornada pelo continente de Pywel. Um desafio real, mas sem o rótulo “Soulslike” Durante uma participação no podcast Dropped Frames, o diretor de marketing Will Powers foi direto ao ponto sobre a complexidade do combate. Primeiramente, ele reiterou que o jogo não deve ser classificado como um Soulslike. No entanto, Powers enfatizou que isso não significa que a experiência será fácil. Pelo contrário, a equipe busca um equilíbrio que recompense a estratégia e a paciência do usuário. A estrutura do jogo se assemelha à liberdade vista em títulos como Elden Ring. Dessa forma, se você encontrar um inimigo poderoso demais, a melhor opção será recuar. O mapa oferece inúmeras atividades alternativas para que o protagonista evolua antes de tentar um confronto direto novamente. Crimson Desert terá acessibilidade através da liberdade De acordo com Powers, essa filosofia de design garante que ninguém fique travado em uma única luta frustrante. Além disso, o jogador pode focar em missões secundárias ou na melhoria de equipamentos para facilitar os embates futuros. Consequentemente, a progressão se torna mais fluida e orgânica dentro do vasto mundo aberto proposto. Por outro lado, a Pearl Abyss confirmou em entrevista ao Game Reactor que o jogo não terá seletores de dificuldade no lançamento. Portanto, todos os jogadores enfrentarão o mesmo nível de desafio base, o que exige atenção redobrada aos sistemas de combate e evolução. Certamente, essa escolha reforça a identidade única que o estúdio deseja imprimir na obra. Crimson Desert – Visão Geral #3 Aqui você poderá conferir os detalhes visuais e a intensidade do combate no último vídeo disponibilizado pelo studio. O que esperar do lançamento? Considerando tudo o que foi mostrado, o título parece oferecer uma profundidade mecânica impressionante. Embora possa parecer intimidante no início, a promessa é de uma curva de aprendizado justa. Afinal, o objetivo principal é proporcionar uma aventura épica sem as barreiras punitivas dos jogos de nicho extremo. Agora, resta saber se os jogadores estão preparados para as lutas intensas que virão. Você acredita que a ausência de modos de dificuldade será um problema ou um benefício para a imersão? O lançamento de Crimson Desert está confirmado para o dia 19 de março de 2026 no PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC (Steam e Epic Games Store) e Apple Mac. FONTE: GamesRadar

PS Plus Extra e Deluxe: Jogos de fevereiro de 2026 liberados

PS Plus

Os assinantes dos planos de nível superior da Sony já podem comemorar a chegada de novos títulos ao catálogo. Conforme revelado anteriormente, os jogos para os membros do PS Plus Extra e Deluxe recebem uma atualização importante sempre na metade de cada mês. Felizmente, a espera terminou hoje. Dessa forma, os games anunciados há poucos dias finalmente foram liberados para download tanto no PlayStation 4 quanto no PlayStation 5. A seleção deste mês traz uma variedade impressionante para os usuários. De fato, a lista abrange desde grandes produções de mundo aberto até títulos indies aclamados pela crítica. O destaque absoluto, sem dúvida, fica para a chegada de Marvel’s Spider-Man 2. Atualmente, o título faz parte do catálogo para assinantes do plano Extra. Além disso, os fãs de velocidade podem aproveitar o novo Test Drive Unlimited Solar Crown. Por outro lado, aqueles que buscam experiências artísticas têm o emocionante Neva à disposição. Nesse sentido, o serviço continua sendo um dos principais pilares da estratégia da Sony para manter a comunidade ativa. Por causa disso, a empresa garante que títulos de peso entrem na rotação mensal. Assim, o valor da assinatura aumenta significativamente para o consumidor final. Para os jogadores que preferem o plano Deluxe, a adição do clássico Disney Pixar Wall-E oferece uma dose extra de nostalgia. No entanto, é fundamental que os jogadores fiquem atentos aos jogos que estão deixando o catálogo em breve. Infelizmente, títulos populares como Cult of the Lamb e WWE 2K25 serão removidos da biblioteca nos próximos dias. Portanto, recomendamos que você inicie suas jogatinas o quanto antes. Afinal, essa é a última oportunidade de experimentar essas obras sem custo adicional antes da saída definitiva. Confira a lista completa das adições de fevereiro: PS Plus Extra e Deluxe PS Plus Deluxe (Clássicos) Deixam o Catálogo em breve: FONTE

Nioh 3 | Review 

Nioh 3

Após seis anos de espera, a Team Ninja finalmente nos entrega Nioh 3. Mais do que uma sequência direta, o título se apresenta como uma reestruturação ambiciosa da fórmula que consagrou a franquia. Consequentemente, o resultado é um Action RPG que preserva a essência punitiva, embora expanda drasticamente a liberdade estratégica do jogador. Nota de Transparência: Primeiramente, gostaríamos de agradecer à Team Ninja e à assessoria pelo envio da chave de PlayStation 5, o que tornou esta análise possível. Uma Narrativa que Atravessa Eras Diferente de seus antecessores, Nioh 3 utiliza a viagem no tempo como motor narrativo. Dessa forma, acompanhamos a jornada de Tokugawa Takechiyo em um conflito marcado pela rivalidade familiar com seu irmão Kunimatsu. Além disso, a influência sombria da entidade Hiruko adiciona uma camada de horror sobrenatural à trama política. O jogo transita com maestria entre o drama e a mitologia, explorando períodos como Bakumatsu e Sengoku. No entanto, embora a história seja mais robusta, ela mantém o estilo fragmentado da série. Portanto, o jogador precisará ler descrições de itens e prestar atenção aos detalhes para absorver plenamente todo o universo criado. Combate Reinventado: O Dualismo entre Samurai e Ninja O coração de Nioh 3 bate mais forte com a introdução dos estilos intercambiáveis. Atualmente, o gameplay se resume à harmonia entre o Estilo Samurai e o Estilo Ninja. Particularmente, eu me sentia muito mais seguro utilizando o Samurai. De fato, essa escolha oferece uma experiência mais próxima do que já conhecemos no gênero. Contudo, a habilidade Quebra Impetuosa é extremamente satisfatória quando executada com sucesso. Nesse momento, cabe ao jogador ter a frieza de utilizar o movimento no tempo exato. Ainda que você não masterize essa técnica, é possível enfrentar chefes e inimigos difíceis sem usá-la a todo instante. Todavia, dominar esse movimento ajuda bastante na progressão e na fluidez das batalhas. A grande sacada é a alternância em tempo real. Por causa disso, você pode iniciar um combo como Samurai e finalizá-lo com a mobilidade de um Ninja. Ademais, no PS5, o feedback tátil do DualSense torna cada choque de espadas sensivelmente distinto, o que eleva a imersão. O Equilíbrio da Lâmina: Onde Nioh 3 Brilha e Onde Desafia O título alcança picos de excelência mecânica, mas exige paciência do jogador para florescer. De um lado, a profundidade do sistema de RPG e a interconectividade dos mapas são saltos evolutivos. O mundo agora recompensa a exploração de forma muito mais orgânica do que nos jogos anteriores. Nesse sentido, descobrir novos atalhos e segredos tornou-se um dos pontos altos da experiência. Por outro lado, a curva de aprendizado continua sendo um obstáculo considerável. Infelizmente, o jogo despeja uma quantidade colossal de sistemas complexos em um curto espaço de tempo. Por exemplo, gerenciar simultaneamente árvores de habilidades e equipamentos pode sobrecarregar iniciantes. Da mesma maneira, as missões secundárias ainda sofrem com a reutilização de cenários, o que gera um leve cansaço visual. Os Pontos de Excelência e Inovação O maior triunfo desta sequência é a profundidade mecânica. De fato, a Team Ninja não apenas adicionou novos botões; ela criou um ecossistema de combate completo e responsivo. Nesse sentido, a fluidez entre os estilos no PS5 é quase coreográfica. Somado a isso, a interconectividade dos mapas é um salto evolutivo, visto que o mundo agora recompensa a exploração de forma muito mais orgânica do que nos jogos anteriores. Os Desafios da Curva de Aprendizado Por outro lado, a complexidade do sistema continua sendo um obstáculo considerável. Infelizmente, Nioh 3 despeja uma quantidade colossal de mecânicas em um curto espaço de tempo, o que pode sobrecarregar iniciantes. Por exemplo, gerenciar simultaneamente árvores de habilidades, magias e equipamentos exige uma dedicação quase acadêmica. Da mesma maneira, as missões secundárias ainda sofrem com a reutilização de cenários, o que gera um leve cansaço visual após longas sessões de jogo. Performance de Nioh 3 no Console da Sony No PlayStation 5, a experiência técnica é impecável. Graças ao SSD, os tempos de carregamento são praticamente inexistentes, permitindo que o jogador retorne à luta instantaneamente após uma derrota. Além disso, a taxa de quadros é extremamente estável, garantindo a precisão necessária para os combates mais intensos. Por fim, o modo cooperativo para até três jogadores funciona sem engasgos, servindo como um excelente suporte para quem deseja enfrentar os desafios em grupo. Relacionado:Nioh 3 estreia com nota alta no Metacritic

Resident Evil Requiem: pré-load começa em 25 de fevereiro no PS5

Resident Evil Requiem

Após a sua recente aparição no State of Play, as novidades sobre o aguardado Resident Evil Requiem não param de surgir. Recentemente, surgiram informações indicando que o pré-carregamento do título da Capcom deve começar em breve. De acordo com o perfil PlayStation Game Size no X (antigo Twitter), que monitora o banco de dados da PlayStation Store, o tamanho do download no PS5 será de aproximadamente 72,88 GB. Esse volume de dados chamou a atenção da comunidade de jogadores. Consequentemente, muitos notaram que este será o maior jogo da franquia Resident Evil em termos de espaço de instalação até o momento. Vale ressaltar que esse número se refere apenas ao console da Sony, pois o tamanho da versão para Steam ainda permanece um mistério. Atualmente, o recordista da série é o Resident Evil 4 Remake com 67 GB, seguido de perto pelo Resident Evil 2 Remake, que ocupa 48 GB. Informações sobre o lançamento Além do tamanho do arquivo, os detalhes sobre as datas de acesso também vieram à tona. Ao que tudo indica, os proprietários da Edição Padrão do game poderão iniciar o pré-carregamento no dia 25 de fevereiro. Portanto, os jogadores terão tempo suficiente para baixar os arquivos antes do lançamento oficial, previsto para a meia-noite do dia 27 de fevereiro. Embora a Capcom ainda não tenha se pronunciado oficialmente sobre esses horários, a confirmação deve ocorrer nos próximos dias. O título chegará para o PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC e também para o Nintendo Switch 2. Atualmente, ele ocupa uma posição de destaque no mercado global. Logo após sucessos como Subnautica 2 e Forza Horizon 6, Resident Evil Requiem é o jogo mais desejado no Steam, acumulando cerca de 2,5 milhões de listas de desejos. Por causa dessa alta demanda, as pré-vendas superaram todas as expectativas iniciais da Capcom. Esse sucesso comercial inclusive colaborou para uma valorização significativa nas ações da empresa japonesa recentemente. Resident Evil Requiem Caso você tenha perdido a última transmissão ou queira rever a atmosfera aterrorizante do novo capítulo, confira o vídeo oficial abaixo:

Project Windless: desenvolvedora descarta IA generativa na criação

Project Windless

Durante o último State of Play, diversos títulos despertaram a curiosidade dos jogadores, mas Project Windless certamente foi um dos mais exóticos. O trailer apresentou um protagonista inusitado — um frango musculoso — em sequências de ação frenéticas com armas e habilidades especiais. Devido a essa estética excêntrica e única, muitos fãs questionaram se a equipe utilizou IA generativa no desenvolvimento do projeto. No entanto, a Krafton agiu rapidamente para esclarecer essas dúvidas. Em uma conversa recente com o portal Eurogamer, um porta-voz detalhou como as novas tecnologias auxiliam o trabalho da equipe. Segundo a empresa, a inteligência artificial serve apenas durante fases exploratórias para otimizar a eficiência interna. Além disso, a companhia enfatizou que tal tecnologia não funciona como um recurso central da obra. A prioridade no talento humano Os estúdios da Krafton possuem um alto grau de independência criativa. Isso permite que cada equipe selecione suas próprias ferramentas de trabalho. No caso específico de Project Windless, o time sediado em Montreal optou por uma abordagem tradicional. Portanto, o desenvolvimento deste título single-player depende essencialmente da arte e do talento humano. Ademais, a Krafton explicou que a IA existe apenas em sistemas tradicionais de programação. Esses mecanismos controlam, por exemplo, o comportamento e a movimentação dos NPCs no ambiente. Dessa forma, a empresa garante que não aplica IA generativa na criação de ativos criativos ou elementos narrativos. Consequentemente, a essência da história permanece intacta e sob a responsabilidade total dos roteiristas. Conheça o Project Windless Abaixo, você pode conferir o trailer oficial que impressionou o público com seu visual visceral: Atualmente em desenvolvimento para o PlayStation 5, Project Windless busca reinventar o gênero de RPG de mundo aberto. O jogo utiliza como base a obra coreana The Bird That Drinks Tears, que apresenta um universo de fantasia sombrio e trágico. Diferente do estilo heroico da fantasia ocidental, este game oferece um cenário brutal, antigo e repleto de conflitos morais complexos. FONTE: Eurogamer

MY HERO ACADEMIA: All’s Justice | Review 

My Hero Academia: All's Justice

Recebemos da Bandai Namco uma chave de MY HERO ACADEMIA: All’s Justice para PlayStation 5. Este título chega em um momento crucial, onde o anime atinge seu clímax emocional e as expectativas dos fãs estão nas alturas. No entanto, já abrimos este review com um “balde de água fria” para a comunidade local: o jogo não possui localização para o português. Em um mercado onde a dublagem e tradução se tornaram padrão em grandes franquias, essa ausência em menus e legendas é um ponto negativo que não podemos ignorar. Relacionado:MY HERO ACADEMIA: All’s Justice revela trailer cinematográfico de abertura; assista Narrativa: O Peso da Responsabilidade de um Herói Diferente de títulos anteriores que tentavam abraçar toda a jornada de Deku, All’s Justice foca no arco final. Isso permite uma direção de arte muito mais dramática, com tons de cinza e cenários que refletem a destruição da sociedade. O Modo História e o “Resumo Interativo” A narrativa é estruturada de forma episódica. Embora utilize o motor do jogo para a maioria das cenas, o uso de painéis estáticos que remetem ao mangá de Kohei Horikoshi dá um charme especial. O ritmo é veloz: você não gasta horas em diálogos expositivos; o jogo te joga de uma luta icônica para outra. Para quem já conhece a história, é uma forma épica de “jogar o anime”. Para novatos, porém, alguns detalhes do enredo podem passar batido pela rapidez da transição entre os capítulos. Hero’s Diary: Onde o Jogo se Diferencia O grande trunfo narrativo aqui é o modo Hero’s Diary. Ele funciona como uma campanha paralela onde você gerencia uma equipe e enfrenta cenários de “e se?”. É aqui que o jogo brilha ao dar profundidade a personagens como Shoto Todoroki e Endeavor, explorando suas inseguranças em meio ao caos. Os pequenos puzzles e a progressão de atributos nesse modo adicionam uma camada de RPG que estende a vida útil do game consideravelmente. Jogabilidade: A Evolução do Combate 3v3 Se você busca um simulador de luta técnico como Street Fighter, este não é o seu lugar. Mas se você busca impacto e estratégia de arena, All’s Justice entrega uma das melhores experiências da Bandai nos últimos anos. Aspectos Técnicos e Performance Rodando na nova geração, MY HERO ACADEMIA: All’s Justice se beneficia de tempos de carregamento quase inexistentes. A transição entre o menu e a luta é instantânea.

Layers of Fear 3: novo título é revelado em comemoração aos 10 anos da franquia

Layers of Fear 3

A série Layers of Fear completa dez anos de existência e, para celebrar este marco, a Bloober Team confirmou um novo capítulo. O estúdio polonês ganhou destaque mundial com o primeiro jogo em 2016 e revelou o desenvolvimento de Layers of Fear 3 recentemente. Este anúncio ocorreu por meio de um vídeo especial transmitido no YouTube durante o último final de semana. Embora a notícia tenha empolgado a comunidade, o conteúdo do vídeo focou nos bastidores da produção. A equipe evitou exibir imagens reais de jogabilidade e preferiu compartilhar detalhes sobre o processo criativo. Durante a apresentação, os desenvolvedores relembraram a trajetória da série e discutiram as metas para este terceiro jogo. Além disso, a leitura do poema “The Sick Rose”, de William Blake, acentuou o clima de mistério. Atualmente, o simbolismo da rosa despedaçada aparece como um elemento central na identidade visual de Layers of Fear 3. Essa flor surge tanto na narração do poema quanto no logotipo oficial do projeto. Curiosamente, antes da confirmação do nome, muitos jogadores especularam sobre um possível remake do clássico Rule of Rose. No entanto, a Bloober Team reforçou que o foco agora reside na continuidade de seu universo autoral mais famoso. Layers of Fear 3: Trailer de Revelação O vídeo termina com um aviso para que os fãs fiquem atentos às próximas novidades. Tal mensagem indica que informações detalhadas sobre as mecânicas devem surgir em breve. Por enquanto, a desenvolvedora ainda não confirmou uma janela de lançamento oficial para o game. Como a empresa revelou o projeto recentemente, o sigilo sobre plataformas e datas específicas deve continuar por algum tempo. A história da franquia começou em 2016 com o lançamento original para PC, PlayStation 4 e Xbox One. Após o sucesso crítico, o segundo título chegou em 2019 para expandir os horizontes do terror psicológico. Recentemente, o estúdio lançou uma versão antológica na Unreal Engine 5 para reunir as experiências anteriores. Portanto, Layers of Fear 3 representa o próximo grande passo para a Bloober Team, que busca elevar o padrão de horror nesta nova década.

CONTROL Resonant Apresenta seu Gameplay Focado no Combate e Movimentação

Control Resonant

A Remedy Entertainment surpreendeu os fãs durante o State of Play realizado nesta quinta-feira (12). A desenvolvedora revelou o primeiro gameplay de Control: Resonant, a aguardada continuação da franquia que conquistou o público com sua atmosfera sobrenatural. No vídeo apresentado, os espectadores puderam conferir detalhes inéditos sobre o sistema de combate e os novos tipos de inimigos que desafiarão os jogadores. Anteriormente conhecido pelo título provisório de Control 2, o novo game expande o universo da organização secreta FBC. No entanto, o foco narrativo desta vez não estará em Jesse Faden. O protagonismo agora pertence a Dylan Faden, o problemático irmão de Jesse. Enquanto a história anterior se passava nos corredores claustrofóbicos da Casa Antiga, a sequência leva a ação para as ruas de Manhattan, no coração de Nova York. Trailer de Gameplay de Control: Resonant Novo protagonista e mudanças no gameplay A mudança de cenário acompanha uma evolução significativa no gênero do jogo. Embora mantenha as raízes de ação, Control: Resonant aproxima-se de um RPG. Como resultado, o jogador terá muito mais liberdade para customizar builds e atributos específicos. Dylan Faden poderá utilizar diversas habilidades sobrenaturais para enfrentar os “Resonants”, os novos e perigosos adversários da trama. Além disso, a icônica arma de serviço retorna com novidades. Agora chamada de arma Aberrant, o equipamento de Dylan mantém a capacidade de se transformar em diferentes tipos de armamento durante os confrontos. Portanto, a estratégia será essencial para dominar o campo de batalha em meio ao caos urbano de Nova York. Uma força maligna em Manhattan Em termos de enredo, o jogo se passa anos após os eventos do primeiro título. A premissa é preocupante, pois uma força maligna desconhecida conseguiu escapar dos limites da Casa Antiga. Como Jesse Faden está desaparecida, cabe a Dylan investigar o rastro de destruição. O jovem, que acaba de descobrir a extensão de seus próprios poderes, é a única esperança para conter essa ameaça global. Por fim, a Remedy confirmou que Control: Resonant será lançado oficialmente em 2026. O título terá versões confirmadas para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, prometendo extrair o máximo poder da atual geração de consoles.

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