CODE VEIN II: Vídeo de prólogo exibe ambientação pós-apocalíptica

A Bandai Namco divulgou um novo e empolgante prólogo em vídeo de CODE VEIN II. Este RPG de ação estilo soulslike tem lançamento marcado para 30 de janeiro de 2025. Além disso, o jogo chegará ao PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC. O trailer foca no cenário pós-apocalíptico e nos elementos cruciais da história. O objetivo é expandir o universo que o primeiro título estabeleceu. Conheça a Nova Ameaça em CODE VEIN II O vídeo, narrado em japonês, nos leva ao mundo de CODE VEIN II. Antes, humanos e ressuscitados coexistiam pacificamente. Contudo, um fenômeno misterioso transformou os ressuscitados em criaturas monstruosas. Desse modo, os jogadores assumirão o papel de um ressuscitado. A missão dele é impedir o colapso da civilização diante desta nova e terrível ameaça. Mecânica de Manipulação do Tempo Lou é um dos grandes destaques da sequência. Ela é uma personagem que consegue manipular o tempo. Portanto, este poder permite aos jogadores explorar diferentes versões do mundo. Você viajará no presente e no passado. Isso adiciona, por conseguinte, uma nova e interessante camada estratégica à jogabilidade. Combate Desafiador e Retorno de Mecânicas CODE VEIN II mantém sua identidade como um soulslike de anime. Assim, ele continua apostando em combates difíceis. Os inimigos e chefes testarão a habilidade e os reflexos dos jogadores. Além disso, o sistema de drenagem de sangue dos inimigos, mecânica marcante do primeiro jogo, retorna aprimorado. Foco na Conexão entre Companheiros A sequência teve uma apresentação especial no Summer Game Fest deste ano. Na ocasião, o produtor do título, que também trabalhou em Scarlet Nexus, ressaltou o diferencial de Code Vein 2. Em primeiro lugar, ele está no sistema de companheiros. Em segundo lugar, ele se encontra na conexão emocional que se desenvolve entre os personagens ao superarem os desafios do jogo. Este novo capítulo da franquia chega cerca de cinco anos após o lançamento do primeiro Code Vein. Em resumo, a primeira aventura conquistou uma dedicada base de fãs. A combinação do desafio dos jogos souls com uma estética visual inspirada no estilo anime japonês foi o fator principal. FONTE
Dead Rising: Frank West retorna em novo game com cenário hollywoodiano, rumor

A Capcom está desenvolvendo uma nova sequência do aclamado Dead Rising. Este novo jogo trará de volta Frank West, o fotógrafo e protagonista do primeiro título. A história se passará nos estúdios de cinema de Hollywood. Inicialmente, o portal MP1st revelou esta informação em uma reportagem detalhada. A publicação descreve vários aspectos do projeto. Ainda assim, a desenvolvedora não o anunciou oficialmente. Detalhes do Novo Projeto O novo Dead Rising tem o codinome “Rec”. Além disso, seu desenvolvimento ocorre desde 2023. Conforme revelado, ele funcionaria como uma sequência direta do jogo original. A Capcom utilizou o lançamento do Dead Rising Deluxe Remaster em 2024 como um teste. Em outras palavras, eles buscavam avaliar o interesse do público antes de seguir com esta nova produção. Um complexo de estúdios cinematográficos isolados será o cenário principal. Portanto, um excêntrico diretor de cinema atua como o antagonista. Este vilão obriga Frank West e outros sobreviventes a enfrentar provas mortais contra zumbis. Tudo isso para criar seu “filme perfeito”. Consequentemente, o local estará completamente fechado. Sendo assim, o jogo segue a tradição da série, confinando os personagens em um espaço específico. Elementos Clássicos e Gameplay O novo título deve manter elementos clássicos da franquia. Por exemplo, isso inclui os temidos psicopatas, enviados pelo diretor. Da mesma forma, teremos a necessidade de resgatar sobreviventes, que seriam atores escondidos nas instalações. Adicionalmente, a característica limitação de tempo estará presente. Nesta versão, a ameaça de explosão de todo o estúdio, caso as ordens do diretor não sejam seguidas, impõe essa limitação. A jogabilidade também preservará elementos icônicos. Isto é, teremos a câmera fotográfica de Frank e a possibilidade de criar armas improvisadas. A reportagem menciona a possível volta de personagens conhecidos. Por fim, Isabela, por exemplo, ajudaria o protagonista a combater um novo vírus que causa o surto de zumbis. Esta iniciativa faz parte de uma estratégia maior da Capcom. Afinal, a empresa busca revitalizar suas franquias clássicas. De fato, uma ex-desenvolvedora da empresa revelou que o Dead Rising 5 original foi cancelado. Este projeto estava sendo desenvolvido na Unreal Engine 5. Contudo, parece que a Capcom não desistiu de dar continuidade à franquia.
Terrifier: The ARTcade Game | Análise / Review

O Massacre em Pixels e o Retorno do Gore Se você gosta de esmagar palhaços e arremessar vítimas, prepare-se para uma surpresa sangrenta. Terrifier: The ARTcade Game emergiu da escuridão, oferecendo diversão simples e violenta para os fãs das atitudes assassinas de Art, The Clown. Nesta análise completa, examinamos tudo, desde o estilo de arte retrô até o sistema de combate, destacando que o jogo possui uma carga pesada de gore pixelizado, fiel aos filmes. Arcade Anárquico: Um Carnaval Salpicado de Sangue O jogo se apresenta como um beat ‘em up à moda antiga, tematizado em torno dos filmes Terrifier. Como esperado, a violência é espetacularmente gore, quase atingindo um nível cômico, com golpes que podem fatiar rostos ou arremessar inimigos em direção a armadilhas de urso. Mecanicamente, a jogabilidade é simples, mas eficaz. Ele cumpre o que se espera de um arcade fighter de rolagem lateral: continue movendo-se, desvie de ataques, derrote hordas de inimigos e, em seguida, enfrente o grande boss no final da fase. Embora não seja o jogo de terror mais complexo do mercado, certamente agradará aos amantes do gênero arcade e aos fãs hardcore de Terrifier. A experiência começa com uma cutscene estilosa que prepara o terreno para os níveis banhados em sangue. O jogo leva o jogador por múltiplos cenários icônicos dos filmes, permitindo que ele escolha entre vilões famosos — incluindo o próprio Art, The Clown — para aterrorizar quem cruzar seu caminho. Jogabilidade, Personagens e Variedade O loop de gameplay segue o padrão clássico arcade: níveis lineares, hordas de inimigos e batalhas de chefe ao final de segmentos chave. Vale destacar que cada personagem apresenta um estilo de luta diferente, com Art possuindo finishers e habilidades particularmente cruentas. O combate em Terrifier: The ARTcade Game é fácil de aprender, mas permite movimentos complexos em alguns momentos. É o tipo de jogo que recompensa o jogador por investir tempo e aprender a performance de cada personagem. Embora a premissa não seja a mais complexa, isso não significa que o jogo seja ruim. Ele faz exatamente o que promete, oferecendo uma série de fases progressivamente mais difíceis e testando a capacidade do jogador de desviar, avançar e lidar com hordas de inimigos. Um ponto forte reside na variedade de inimigos em oferta. Conforme avançamos pelos níveis, encontramos novos e únicos “mobs”, cada um com armas ou estilos de ataque específicos. Alguns apenas chutarão ou socarrão, enquanto outros disporão de ataques de impacto no chão ou dinamite. As lutas contra chefes adicionam ainda mais variedade à mistura e aumentam o nível de desafio. Visuais, Performance no PS5 Visualmente, Terrifier: The ARTcade Game parece espetacular dentro de sua estética retrô. Os modelos de personagem transbordam personalidade (e cérebros), o design de cenários é interessante, e cada golpe final é ao mesmo tempo gore e ridículo. Em termos de desempenho no PS5, Terrifier: The ARTcade Game funcionou sem problemas durante as sessões de análise. O jogo rodou suavemente, sem glitches, quedas de frame rate ou travamentos. Entretanto, existe um requisito claro para a melhor experiência: o uso de um controle. Embora seja possível teoricamente jogar com teclado, o título demanda um joystick. Este analista começou jogando com o teclado, mas foi obrigado a conectar um controle após a primeira fase; a diferença foi gritante. É possível terminar o jogo com mouse e teclado se você insistir, mas você não terá a experiência em seu auge.
A.I.L.A | Análise / Review
O terror psicológico sempre explorou a mente humana, mas o estúdio brasileiro Pulsatrix Studios ousou ir além com A.I.L.A. (Artificial Intelligence for Ludic Application). Este título em primeira pessoa aposta em uma premissa ousada: uma IA que analisa seu estilo de jogo para provocar seus medos mais profundos. Com fortes elementos Cyberpunk, o jogo mergulha na interatividade entre o usuário e a inteligência artificial, questionando a fronteira entre o que é virtual e o que é real. Recebemos a key de PlayStation 5 para análise e agradecemos ao estúdio por nos permitir entrar nesta experiência distorcida. A.I.L.A: Um Jogo Dentro do Jogo A história se passa em 2035. Samuel, o protagonista, tem a missão de testar a versão beta de A.I.L.A. O objetivo é simples: avaliar jogos antes do lançamento público, mas o método revoluciona a experiência. A.I.L.A representa uma nova experiência que combina IA e realidade virtual, criando e moldando jogos a partir do feedback direto do jogador. Ao contrário de ferramentas de teste tradicionais que dependem de comandos fixos, esta inteligência artificial oferece uma profundidade inesperada, captando as emoções, reações e movimentos de Samuel durante o gameplay. Cada aplicação lúdica, portanto, é uma fase distinta com ambientes e regras próprias, apresentando um meta-conceito fascinante: um jogo dentro do jogo. O ambiente externo a esse teste (o hub de Samuel) apresenta tecnologia futurista, porém, carrega uma tensão constante. Luzes de néon, um céu permanentemente cinzento e chuvoso, além de um gato companheiro, revelam inspirações claras em obras como Black Mirror e Blade Runner, evocando até mesmo a estética Cyberpunk mais sombria. Estratégia e o Desconhecido A verdadeira imersão da experiência acontece dentro dos ambientes simulados pela IA. Neste momento, suas escolhas definem o avanço das etapas. A depender dos movimentos, a narrativa poderá alterar totalmente o final, o que, inclusive, garante um altíssimo fator replay. Estratégia, inspeção detalhada e atenção minuciosa aos ambientes são essenciais para o progresso. O próprio Samuel, testador da inteligência artificial, resumiu a essência do gameplay com a frase: “O medo é alimentado pelo desconhecido, basta entender o que está ali”. De fato, as sensações no jogo mudam a cada passo. Basta o jogador entender o que está provocando o medo para conseguir progredir e seguir para o próximo nível. Ao final de cada teste, a própria A.I.L.A., representada por uma jovem mulher, questiona o usuário sobre sua “experiência de uso”. O próprio sistema pré-responde algumas questões, enquanto outras exigem uma resposta sincera do jogador. A partir daí, o próximo passo surge e a adrenalina aumenta conforme a evolução acontece. Gráficos, Som e Imersão Sensorial Ambientação e Áudio O Pulsatrix Studios utilizou o poder da Unreal Engine 5 para construir os cenários de A.I.L.A, e o resultado na ambientação mostra-se incrível. Apesar de não ser hiper-realista, o engine conseguiu o equilíbrio perfeito para o que a história pede: sensorialidade e imersão. O sistema Lumen (iluminação global em tempo real) e o MetaHuman (para criar humanos digitais) fornecem a atmosfera. As cores — tanto a ausência quanto o excesso delas — casam bem com a situação. Além disso, o design de áudio apresenta alto nível: frases prontas, sussurros e até a falta de som ampliam a atenção do jogador de maneira magistral. Curiosamente, em um dado momento da história, a IA afirma que gráficos não são tudo em um jogo — e isso é a mais pura verdade! Modelagem e Animações Por outro lado, a modelagem dos personagens não agrada, especialmente na versão de PS5, e acaba destoando da alta qualidade geral da ambientação. O mesmo aplica-se às animações, que em vários momentos se mostram notavelmente travadas ou pouco fluidas. Portanto, enquanto a imersão sensorial do ambiente é excelente, o aspecto técnico dos modelos humanos e de suas movimentações quebra a fluidez visual da experiência. Jogabilidade Direta e Ágil É crucial destacar a jogabilidade simples e ágil do jogo, no que diz respeito aos comandos. Controlar o personagem não exige um “PhD” em coordenação motora para apertar vários botões ao mesmo tempo. O HUD (Heads-Up Display), que projeta informações importantes para o jogador, mostra-se intuitivo e de fácil navegação — não precisamos acessar múltiplos menus para alternar entre ferramentas, por exemplo. Um atalho para virar a direção rapidamente foi adicionado, revelando-se muito útil em momentos de fuga, que são bastante recorrentes. No entanto, como mencionado, as animações um pouco travadas impactam diretamente o combate, em especial no corpo a corpo. Isso se torna ainda mais notável quando vários inimigos atacam simultaneamente. Além disso, encontramos momentos frustrantes de colisão: em uma boss fight, por exemplo, meu personagem travou em colisões do ambiente onde a movimentação deveria ser livre, e, apesar de apertarmos o botão de ataque repetidamente, o jogo não registrou nenhuma ação. Privacidade, Realidade e o Veredito Em determinado ponto, o personagem principal questiona a privacidade dos dados e as atitudes da inteligência artificial em sua própria realidade, fornecendo feedback para a empresa criadora. Mesmo assim, a narrativa caminha implacavelmente para um momento onde a simulação e a realidade se tornam uma só coisa. A.I.L.A. entrega uma experiência de terror psicológico inteligente que usa a metalinguagem para prender o jogador. É fundamental enaltecer o Pulsatrix Studios por democratizar o acesso ao seu trabalho. O estúdio conseguiu lançar A.I.L.A. a um preço acessível em todas as plataformas disponíveis. Essa decisão estratégica possibilita que uma parcela maior da comunidade de gamers no Brasil possa jogar o título e experimentar esta narrativa inovadora, garantindo que a qualidade e a ambição do projeto cheguem a um público mais amplo.
S.T.A.L.K.E.R. 2: Heart of Chornobyl | Análise / Review

O lançamento de STALKER 2: Heart of Chornobyl carrega uma história tão densa quanto a própria névoa radioativa de sua ambientação. O GSC Game World, um estúdio ucraniano que enfrentou adversidades notáveis e múltiplos adiamentos, desenvolveu este RPG de tiro e sobrevivência, que conseguiu provar sua força. Inicialmente, o sucesso nas plataformas Xbox e PC foi um indicativo claro da lealdade dos fãs: o jogo superou a marca de 6 milhões de jogadores ativos e recuperou o investimento da companhia em apenas um mês. Agora, a franquia chega ao PlayStation 5, e tivemos acesso antecipado à versão para avaliar se a temível Zona consegue se sustentar no console da Sony. A Atmosfera Brutal de STALKER 2: Heart of Chornobyl A narrativa se desenrola após uma nova e catastrófica explosão no reator de Chornobyl, dando origem à “Zona de Exclusão”, agora mais perigosa e caótica do que nunca. O sandbox de mundo aberto está forrado de anomalias dimensionais, criaturas mutantes grotescas e facções humanas em constante disputa. Neste cenário impiedoso, encontramos Skif, um andarilho (o chamado stalker) que busca artefatos de valor incalculável e respostas para a natureza da Zona. O enredo principal, complementado por diversas missões secundárias, se revela cativante, contudo, o verdadeiro brilho reside na liberdade de escolha. Isso porque cada decisão de Skif tem um peso real, alterando as alianças e o equilíbrio de poder entre as facções rivais. A verdadeira estrela não é o protagonista, mas sim a atmosfera opressiva e a interconexão das escolhas do jogador com este mundo aberto incrivelmente hostil. A Performance no PS5: Um Equilíbrio Frágil Ao analisarmos a chegada de S.T.A.L.K.E.R. 2 ao PlayStation 5, a palavra que define sua performance é suficiente. Em primeiro lugar, o gameplay se manteve liso e estável, o que é um ponto crucial em um jogo que exige combate preciso. Não presenciamos quedas notáveis na taxa de quadros, nem mesmo durante tiroteios intensos ou em sequências graficamente complexas. A consistência visual é, portanto, louvável, e mantém a fidelidade à ambição sombria do design de mundo. Além da estabilidade gráfica, o jogo aproveita ativamente os recursos do controle DualSense para aprofundar a imersão na Zona de Exclusão. Os jogadores sentem o feedback háptico ao arrastar-se pela brita ou saquear um corpo, e os gatilhos adaptáveis simulam a resistência e a tensão de cada tipo de arma – uma diferença marcante em cada disparo. Adicionalmente, o uso do áudio 3D e do alto-falante do controle garante que ruídos de rádio e as anomalias da Zona envolvam o jogador de forma sensorial e direta. Entretanto, a experiência é marcada por um retorno frustrante: os tempos de carregamento. Apesar de o console ser equipado com um SSD de altíssima velocidade, as telas de loading se tornam intrusivas e quebram a imersão em um nível que não esperávamos. Embora a otimização de jogabilidade seja competente, o fluxo de jogo é interrompido com mais frequência do que gostaríamos. Mecânicas de Sobrevivência e o Prazer da Busca A essência de S.T.A.L.K.E.R. 2 reside em sua implacável gestão de recursos. O loop de gameplay central é a exploração, e, consequentemente, o sistema de coleta (loot) é um de seus maiores acertos. O jogo recompensa os jogadores mais metódicos, isto é, aqueles que insistem em vasculhar cada ruína abandonada. A vasta diversidade de armas e gear disponíveis torna a busca por suprimentos uma atividade viciante. Apesar de as recompensas serem modestas no início, a progressão do equipamento e a constante necessidade de gerenciamento de itens tornam a sobrevivência sempre tensa. No entanto, um elemento que poderia ter mais destaque é a caça por Artefatos. Mesmo que estes sejam itens cruciais que oferecem vantagens poderosas na jornada, a mecânica de encontrá-los não possui o mesmo brilho ou desafio do restante da exploração, parecendo, muitas vezes, uma tarefa auxiliar. As Falhas Críticas no Combate Apesar dos acertos no loot e na ambientação, o fato é que o combate é onde a experiência de STALKER 2: Heart of Chornobyl sofre seus maiores tropeços. IA Problemática A Inteligência Artificial (IA) dos inimigos se mostra inconsistente e, em muitos momentos, rudimentar. Os confrontos contra humanos e mutantes acabam sendo menos estratégicos e mais caóticos devido à previsibilidade e falhas de posicionamento da IA. Essa deficiência é ampliada no combate contra mutantes. A perspectiva em primeira pessoa, combinada com a movimentação errática dos inimigos, dificulta o rastreamento, o que torna os encontros mais frustrantes do que desafiadores. Detalhes Técnicos Observamos falhas na detecção de colisões e no level design que comprometem a lógica da cobertura. Por exemplo, o stalker foi atingido em alguns momentos, mesmo quando claramente estava abrigado atrás de uma barricada. É um lembrete importante para os jogadores: confie apenas em paredes de concreto para sua segurança, visto que objetos menores não oferecem proteção garantida. Em suma, esses deslizes técnicos não destroem a experiência, mas acabam injetam momentos de frustração que destoam da qualidade da ambientação.
[OFICIAL] PlayStation Plus Essential anuncia seleção com cinco jogos para dezembro

O ano está chegando ao fim e a Sony preparou uma seleção especial de jogos gratuitos para os assinantes do PlayStation Plus. Portanto, prepare-se para iniciar as festas mais cedo. Afinal, os títulos adicionais estão disponíveis em regiões selecionadas*. De fato, eles estarão disponíveis para download de 2 de dezembro (terça-feira) até 5 de janeiro (segunda-feira)*. Embarque em aventuras épicas, enfrente horrores psicológicos e combata demônios no Paraíso. Vamos conhecer um pouco mais sobre os jogos: LEGO Horizon Adventures | PS5 Junte-se à destemida caçadora Aloy em uma jornada crucial. Primeiramente, ela luta para salvar a Terra de um demônio digital milenar. Além disso, um grupo de adoradores do sol deseja viver em um mundo em chamas para absorver os raios solares. Você caçará máquinas sozinho como Aloy ou com amigos. Assim sendo, é possível desbloquear heróis divertidos como Varl, Teersa e Erend. Use as habilidades especiais deles para derrotar inimigos e superar desafios. O jogo oferece cooperação online ou local inovadora em tela dividida. Isto é, vocês estarão sempre juntos no mesmo mundo. Contudo, se quiser um desafio extra, confira os níveis que se transformam para testar suas habilidades e desbloquear surpresas. Killing Floor 3 | PS5 A próxima evolução da aclamada franquia de terror e ação em primeira pessoa está chegando. Dessa forma, Killing Floor 3 revive o combate visceral que tornou a série famosa. Ele coloca até seis jogadores em modo cooperativo contra milhares de inimigos em vários mapas. Exércitos frenéticos de criaturas modificadas em laboratório, criados pela megacorporação Horzine, rondam as ruas. No entanto, a única esperança da humanidade é a facção rebelde Nightfall. Os especialistas usam um conjunto único de habilidades e um arsenal impiedoso para destruir os zeds. Em outras palavras, eles aperfeiçoaram suas competências para virar o jogo. Além disso, agora existe a nova habilidade de correr e escalar pela carnificina. Prepare seu equipamento, personalize-o e vingue-se da escuridão. The Outlast Trials | PS4, PS5 A Red Barrels convida você para experimentar um medo aterrorizante neste survival horror psicológico em primeira pessoa. O jogo pode ser jogado sozinho ou com até três amigos online. Você foi sequestrado pela Murkoff Corporation e está preso nas instalações deles. O propósito é concluir as Provas MK para ganhar o direito de retornar à sociedade. Geralmente, a jogabilidade central envolve evitar inimigos, esconder-se e tentar fugir. A Murkoff fornecerá ferramentas para aumentar suas capacidades de furtividade e criar oportunidades de fuga. Porém, você precisará conquistar e aprimorar esses itens. Portanto, sobreviver e escapar é o único caminho, seja qual for o número de jogadores no seu grupo. Synduality Echo of Ada | PS5 Synduality Echo of Ada se passa em 2222, anos após a misteriosa chuva venenosa chamada The Tears of the New Moon. Em primeiro lugar, a chuva exterminou a maior parte da humanidade. Consequentemente, gerou criaturas deformadas, os Enders, que caçam a população. Por causa disso, os humanos criaram um refúgio subterrâneo. Você assume o papel de um Drifter, cuja missão é coletar o raro recurso Cristais AO. Nesse sentido, você deve colaborar com seu parceiro de inteligência artificial. Enfrente os Enders e sobreviva aos perigos na superfície. Ressurja do subterrâneo para um mundo infestado de Enders hostis e chuvas tóxicas. Acima de tudo, monte seu Cradlecoffin, coopere com seu Magus e fique atento aos outros jogadores. Afinal, basta um passo em falso para perder seu mecha e suprimentos. Neon White | PS4, PS5 Neon White é um jogo de ação em primeira pessoa ultrarrápido com o objetivo de exterminar demônios no Paraíso. Você é White, um assassino do Inferno escolhido para competir por uma chance de viver eternamente no Paraíso. Mas, os outros assassinos parecem familiares – você os conheceu em uma vida passada? Colete Soul Cards para atacar inimigos. Ou então, descarte-as para usar habilidades de movimento únicas. Dispute os melhores resultados combinando cartas de forma inteligente e descobrindo atalhos cruciais. ⚠️ Última Chance para Jogos da PlayStation Plus de Novembro Assinantes do PlayStation Plus têm até 1º de dezembro (segunda-feira) para adicionar os títulos Stray, EA Sports WRC 24 e Totally Accurate Battle Simulator à biblioteca de jogos. Assim, não perca a oportunidade! FONTE
Destiny 3: Rumores indicam desenvolvimento com foco no PlayStation 6

Circulam rumores de que a Bungie iniciou o trabalho preliminar em Destiny 3. Se confirmado, este título poderá se tornar um dos maiores lançamentos da Sony para o PlayStation 6. A especulação surgiu por meio de Colony Deaks, um conhecido leaker e dataminer de Destiny. É importante lembrar que ele já divulgou informações precisas no passado. Em uma publicação na rede social X (antigo Twitter), a fonte afirmou estar ciente do status da sequência há algumas semanas. No entanto, ele ressaltou que o projeto está em um “estado inicial”. O usuário acrescentou que pretende compartilhar mais detalhes nos próximos meses. O Contexto de Destiny 2 Recentemente, Destiny 2 tem enfrentado um momento desafiador. O número de jogadores diminuiu após o lançamento de The Final Shape, que concluiu a saga da sequência em 2024. Desde então, a empresa tentou manter o shooter relevante com novos complementos. A Bungie espera que Renegade, a expansão inspirada em Star Wars que chega no próximo mês, traga um grande retorno de jogadores. Desempenho e Metas da Sony Apesar dos esforços, a proprietária Sony demonstrou-se muito insatisfeita com o desempenho da desenvolvedora. Por conseguinte, a empresa registrou recentemente uma “perda por imparidade” de $200 milhões devido à falta de engajamento geral com Destiny 2. A situação complica-se ainda mais com o adiamento do shooter de extração Marathon. Atualmente, este jogo passa por outra rodada de testes antes de seu lançamento previsto para o próximo ano. Desse modo, haverá muita pressão para que Marathon apresente um bom desempenho. Destiny 3 como Novo Começo Diante deste cenário, Destiny 3 representaria uma grande oportunidade. A desenvolvedora poderia recomeçar e atrair novos jogadores. Afinal, o jogo atual é notoriamente impenetrável para quem não seja fã de longa data. Contudo, se o progresso estiver “extremamente inicial”, como indica o leaker, não devemos esperar a sequência pronta por pelo menos mais quatro ou cinco anos. Assim, é provável que só o joguemos por volta de 2030. Essa data o colocaria confortavelmente na era do PS6. Sem dúvida, ele seria um dos maiores lançamentos da Sony naquela geração. Entretanto, é difícil criar grande expectativa com um projeto que pode demorar tantos anos. FONTE
Project Motor Racing: Assista ao trailer de lançamento

O Project Motor Racing já está disponível para PC, PlayStation®5 e Xbox Series X|S. O simulador de corrida chega com suporte completo a mods em todas as plataformas. Portanto, o trailer de lançamento destaca o compromisso do título com a autenticidade no automobilismo. Alimentado pelo motor GIANTS Engine, o simulador permite que criadores desenvolvam e compartilhem conteúdo imediatamente, além disso, os primeiros mods da comunidade já estão ativos. Publicado pela GIANTS Software e desenvolvido pela Straight4 Studios, o Project Motor Racing oferece uma experiência de corrida fiel. De fato, ela foi moldada por pilotos do mundo real e se inspira no universo de alto risco do automobilismo intenso. Carreira Desafiadora e Competição Ranqueada Cross-Play Os pilotos podem enfrentar o mundo implacável do automobilismo profissional. A Carreira Single-Player, no estilo “Sobrevivência”, captura a natureza cruel das corridas. Por exemplo, orçamentos estourados, custos de reparo e ultrapassagens fracassadas podem, por sua vez, arruinar uma temporada inteira. Além disso, os competidores podem testar seus limites no Cross-Play Ranqueado Online. Este modo apresenta paridade de física entre todas as plataformas, Lobbies Personalizados sem custos e 2 Tabelas de Classificação intensas. No entanto, os novatos podem se ambientar facilmente com IA ajustável, opções de assistência e controle de gamepad totalmente otimizado. Por outro lado, pilotos de simulação experientes encontrarão muitos desafios, visto que o motor de simulação de 720 Hz oferece uma dirigibilidade notável e precisão no Force Feedback (FFB). Automobilismo Autêntico Desde protótipos LMDh até lendas clássicas de GT de 50 anos de automobilismo, o Project Motor Racing entrega uma jornada completa. Assim sendo, são 70 máquinas icônicas de marcas como Audi, BMW, Lamborghini, Mazda, Mercedes, Nissan, Porsche e Toyota. Corra com elas em 28 layouts de pista escaneados. Estão inclusos marcos lendários como Spa-Francorchamps, Daytona, Mount Panorama e Nürburgring (incluindo o Nordschleife). Afinal, todas as pistas apresentam o modelo de superfície dinâmica “True2Track”. Dessa forma, a aderência evolui, assim, curva a curva e volta a volta. Rumo a Mais Conteúdo: Primeiros Mods Já Disponíveis No lançamento, os jogadores podem baixar liveries personalizadas, setups otimizados e uma recriação completa da carreira GTO 250 km em Daytona. Adicionalmente, a Praga também estreia como primeira fabricante a se juntar ao conteúdo pós-lançamento UGC. Ela adiciona o hipercarro Bohema ao elenco para os pilotos de PMR baixarem gratuitamente. Usando o Editor GIANTS oficial e o Portal UGC integrado, os criadores podem enviar mods diretamente para o simulador. Com efeito, o PMR se torna o primeiro título de simulação de corrida a apresentar mods tanto em consoles quanto em PC. Construído para o Futuro A Straight4 Studios e a GIANTS Software planejam expandir o Project Motor Racing. Eles prometem um fluxo constante de novas pistas, carros, marcas e mais. Eventualmente, atualizações gratuitas, pacotes premium e um Passe de Temporada do Ano 1 continuarão a evoluir o jogo nos meses seguintes.
FATAL FURY: City of the Wolves revela Mr. Big em novo trailer

A SNK acaba de divulgar o primeiro trailer de Mr. Big, o próximo personagem DLC de FATAL FURY: City of the Wolves. O notório lutador fará sua entrada no jogo em 9 de dezembro, portanto, ele finaliza o Passe de Temporada 1. 🌟 Estreia na Série e Evolução do Estilo de Luta Mr. Big surgiu originalmente como o chefe final de Art of Fighting (1992). Agora, ele faz sua aguardada estreia na franquia Fatal Fury como o último lutador deste passe. Seu famoso estilo de luta com barras foi significantemente aprimorado. Dessa forma, o que vemos é uma abordagem muito mais dinâmica, poderosa e letal. De fato, com tantos recursos de combate, será fácil entender por que Mr. Big promete ser um gigante nas lutas. Além disso, seu desenvolvimento como personagem nesta nova fase é notável. 🏙️ Ameaça em South Town: O Plano de Mr. Big O chefe implacável de Port Town tem um objetivo claro: tomar o controle de South Town após a morte de Geese Howard. A mãe de Rock, Marie, está sob sua vigilância. Consequentemente, ele acredita que nem laços de sangue nem potenciais desafiantes poderão impedir seu plano. Embora os anos tenham se passado, o nome “Big” ainda carrega um brilho perigoso. Assim, quem ousar subestimar este chefe certamente terá um destino infeliz. Em outras palavras, ele não será um adversário fácil. 📜 Duas Histórias para Desvendar Descubra facetas de Mr. Big que você nunca imaginou existirem através de duas linhas de história. Primeiramente, no Modo Arcade, a batalha principal gira em torno da busca por uma evidência de crime crucial. Esta evidência está escondida junto ao legado de Geese, sendo a premiação por vencer o KOF. Em segundo lugar, no Modo EdST, acompanhe Mr. Big enquanto ele tenta acalmar o coração de sua refém, Marie. Marie é a mãe de Rock e irmã de Kain. Finalmente, as duas narrativas prometem aprofundar a história do personagem. Leia também!FATAL FURY: City of the Wolves Review 💿 Detalhes da Edição Especial e Passe de Temporada Mr. Big é o quinto e derradeiro personagem DLC do Passe de Temporada 1. Ele faz parte, sem dúvida, da FATAL FURY: City of the Wolves Special Edition. O elenco deste passe inclui também os seguintes lutadores: É importante notar que FATAL FURY: City of the Wolves está disponível apenas no formato Special Edition. Atualmente, não há planos anunciados para a venda separada do jogo base e do Season Pass 1.
ELDEN RING NIGHTREIGN: The Forsaken Hollows apresenta O Estudioso

A data de lançamento da aguardada expansão ELDEN RING NIGHTREIGN: The Forsaken Hollows é 4 de dezembro. O DLC trará muitas novidades ao jogo de ação e sobrevivência cooperativo. Primeiramente, o jogo receberá dois novos Notívagos jogáveis. O Estudioso: A Inteligência Redefine o Combate Hoje, focamos em um desses novos personagens: O Estudioso. Afinal, ele chega para provar que a vitória exige mais do que apenas força bruta. Isso significa que os jogadores terão uma nova perspectiva estratégica no combate. CONFIRA O TRAILER Conteúdo Adicional e Mapeamento Dinâmico Além disso, o novo conteúdo introduz uma série de desafios significativos. O conteúdo incluirá dois novos chefes do “terceiro dia” e novos chefes de campo. Adicionalmente, ELDEN RING NIGHTREIGN: The Forsaken Hollows trará um novo “terreno mutável”. Essa é uma condição especial onde o mapa sofre grandes mudanças geográficas. Por conseguinte, haverá novos pontos de interesse em Limveld para os jogadores explorarem. Para pôr fim à Noite, é preciso primeiro compreender sua formação. Dessa forma, a exploração cuidadosa do novo terreno mutável será fundamental para a sobrevivência e para a vitória. Leia Também!Elden Ring Nightreign Análise / Review Aquisição da Expansão Jogadores que já possuem ou adquirirem as edições Deluxe ou Collector’s receberão o DLC automaticamente no lançamento. No entanto, quem tem a edição padrão poderá adquiri-lo separadamente. ELDEN RING NIGHTREIGN está disponível em formato digital e em lojas especializadas. As plataformas abrangem PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam.