Assassin’s Creed Shadows tem seu primeiro trailer revelado

A Ubisoft acaba de anunciar que o próximo jogo da série Assassin’s Creed® será lançado mundialmente em 15 de novembro. Assassin’s Creed Shadows estará disponível no Ubisoft+*, PlayStation 5, Xbox Series X | S, Macs com Apple Silicon (via Mac App Store**) e PC (através da Ubisoft Store e Epic Games Store). Usuários do Ubisoft+ e compradores da Ultimate Edition terão acesso ao jogo três dias antes do lançamento oficial, em 12 de novembro. Assassin’s Creed Shadows é liderado pelo estúdio da Ubisoft Québec*** (Assassin’s Creed Odyssey) e transporta os jogadores diretamente para o Japão feudal. Enquanto o país avança em direção a uma unificação brutal, uma onda de agitação cresce com o surgimento de coligações políticas e a chegada de influências estrangeiras corruptivas ao país. Nessa jornada, os jogadores vivenciarão as trajetórias entrelaçadas de Naoe, uma assassina shinobi da província de Iga, e Yasuke, um poderoso samurai legendário. Além disso, descobrirão segredos do passado, conhecerão figuras históricas importantes e terão que moldar um destino comum dos protagonistas enquanto dão início a uma nova era no Japão. Na pele de Naoe e Yasuke, será possível dominar dois estilos de jogo complementares, já que cada personagem apresenta seus próprios caminhos de progressão, habilidades, opções de armas e estatísticas. Seja com a movimentação furtiva de Naoe ou com o combate poderoso de Yasuke, os jogadores terão muitas formas de alcançar seus objetivos. Naoe oferece mecânicas refinadas de stealth com o uso de luzes, ruídos, sombras e mudanças de ambiente, evitando a detecção dos inimigos. Yasuke é certeiro e forte, capaz de enfrentar grupos maiores de adversários. Leia também: Kena: Bridge of Spirits – Guia de troféus e colecionáveis Resident Evil 3 Remake – Guia De Troféus e Colecionáveis O jogo também tem um vasto mapa de mundo aberto com grande variedade de paisagens, que mudam de acordo com o clima e a estação. De cidades-castelo e portos movimentados a santuários pacíficos e paisagens campestres, o Japão do século XVI ganha vida e dinamismo com a versão mais recente da engine Anvil e o poder dos consoles de nova geração. Neste período conturbado da história, informação é um ativo fundamental e estará no centro dos novos mecanismos de exploração. Os usuários construirão sua própria rede de espiões para desvendar novas áreas e caçar seus alvos. Ao mesmo tempo, aliados a skills de alto nível e habilidades especiais também podem ser recrutados para ajudar nas missões. A criação de um esconderijo personalizável permitirá aprimorar a rede de recrutas e treinar sua nova equipe. Da construção básica do espaço até as decorações e acessórios, os jogadores serão capazes de criar um lugar único para chamar de lar. Os fãs que adquirirem Assassin’s Creed Shadows durante a pré-venda receberão uma missão adicional. Abaixo, seguem detalhes das Edições Gold e Ultimate: Gold: inclui o jogo base, o Season Pass (com uma missão bônus de conteúdo adicional desbloqueável e duas expansões futuras) e acesso antecipado ao jogo (três dias). Ultimate: Conta com o jogo base, Season Pass, Ultimate Pack e três dias de acesso antecipado. O Ultimate Pack acrescenta ao jogo o pacote Sekiryu Character (trajes, armas, dispositivos e acessórios de Naoe e Yasuke), o pacote Sekiryu Hideout, cinco pontos adicionais de habilidade e um filtro vermelho e preto para o modo fotografia. O primeiro trailer do gameplay será lançado em junho.
Saviorless | Análise / Review – O primeiro indie da história de Cuba

Você já se perguntou como seria viver em um mundo de fantasia sombria? Saviorless, primeiro jogo independente feito em Cuba Cuba pelo studio Empty Head Games, é o primeiro a ser publicado por uma publisher Internacional, a Dear Villagers, oferece uma experiência imersiva nesse tipo de ambiente. Neste artigo, vamos explorar o mundo de Savior, discutindo sua narrativa envolvente, a estética única e as mecânicas de jogo desafiadoras. A narrativa de Saviorless Em Saviorless, somos apresentados a Antar, o protagonista do jogo, que está em busca da Garça Radiante, uma criatura sagrada que o guiará para as Ilhas Sorridentes. A história de Antar é contada por narradores misteriosos, figuras poderosas que influenciam o destino dos protagonistas para seus próprios fins. Essa meta narrativa adiciona uma camada interessante à jogabilidade, criando um senso de mistério e intriga. À medida que Antar navega pelas fases e ambientes do jogo, o jogador é presenteado com belas animações desenhadas à mão. A arte bucólica do início do jogo gradualmente se transforma em algo mais grotesco e assustador, refletindo o tom sombrio da narrativa. A estética visual de Saviorless é certamente um dos seus pontos altos, transportando os jogadores para um mundo de fantasia único. As mecânicas de jogo Saviorless é um jogo de plataforma em que o jogador passará a maior parte do tempo evitando os confrontos e utilizando o ambiente a seu favor. No entanto, há momentos em que assumimos o controle dos outros protagonistas, alguns com característicicas mais agressivas, como Nento. As mecânicas de combate do jogo não são complexas, mas fornecem uma boa variedade e contraste com as partes mais calmas da aventura. Alternar entre Antar e Nento, bem como entre exploração e combate, é uma característica fundamental de Saviorless. Essa alternância cria uma dinâmica interessante entre os protagonistas e mantém o jogador envolvido na jogabilidade. O jogo também apresenta desafios de plataforma bem elaborados, que são complementados pelas mecânicas únicas de cada personagem. À medida que o jogador progride no jogo, coletar páginas rasgadas ao longo do caminho desbloqueará o verdadeiro fim da história. Essas páginas adicionam um peso narrativo à progressão do jogador, criando uma sensação de mistério e descoberta. Um mundo de fantasia sombria Savior foi lançado para PC, PS5 e Switch, incluindo uma localização para o português brasileiro. Se você está em busca de uma experiência de jogo envolvente, com uma narrativa trágica e discreta, não deixe de conferir Savior. O jogo oferece cerca de cinco horas de jogo, com uma arte deslumbrante e mecânicas desafiadoras. Certifique-se de adicionar Savior à sua lista de desejos e apoie os desenvolvedores ao comprar o jogo. [editorial-rating id=”1289″]
Suicide Squad: Kill the Justice League | Análise / Review

Após dois filmes, Esquadrão Suicida não é mais nenhuma novidade para o público em geral, agora chegou a vez de conferirmos como é o game da DC com alguns dos personagens mais famosos da cultura pop. Suicide Squad Kill the Justice League não é exatamente o que todos esperavam como sequência da trilogia Arkham criada pela própria RockSteady, o jogo tem se tornado controverso com termos como “endgame” e “conteúdo pós-lançamento”, o que tem irritado a base de fãs dos jogos do cavaleiro das trevas. Desde o desastroso Redfall da Arkane Studios até o cancelado modo multiplayer Factions da Naughty Dog, vimos muitos desenvolvedores de jogos single player se renderem ao apelo sedutor do famigerado jogos de serviço ao vivo. A Rocksteady sempre produziu jogos single player com uma narrativa realmente muito boa. A História Suicide Squad Kill the Justice League se passa no mesmo universo da trilogia Arkham, cinco anos após o Cavaleiro das Trevas abandonar seu posto. O Esquadrão Suicida é enviado para Metrópolis, uma cidade ocupada pelo alienígena Brainiac, com a missão de derrotar a Liga da Justiça enfeitiçada. Trata-se de um conceito incrível e eu mergulhei completamente nessa experiência durante as aproximadamente 12 horas de campanha. De muitas maneiras, o jogo segue a tradição da Rocksteady, com cinemáticas de ponta, animações faciais impressionantes, reviravoltas emocionantes e alguns momentos de arrepiar com seu icônico elenco de super-heróis transformados em vilões. O Modo Cooperativo Suicide Squad é um jogo de tiro cooperativo, podendo ser jogado em até quatro jogadores que assumem os papéis de Arlequina, Pistoleiro, Tubarão-Rei e Capitão Bumerangue. Embora algumas missões sejam mais lineares, a grande maioria possui objetivos baseados em tarefas, como capturar, defender e escoltar, ao mesmo tempo em que derrotam hordas de inimigos. O jogo pode ser jogado tanto no modo cooperativo quanto no modo solo, entretanto no momento em que está análise é preparada, é necessário conexão constante com a internet mesmo em modo solo. A Narrativa O tom da história é a maior mudança em relação ao último jogo da série Arkham. O Esquadrão Suicida atua como o coração dessa história, sendo uma equipe desqualificada para enfrentar a invasão de Brainiac e sua Liga da Justiça enfeitiçada. Com uma abordagem mais cômica, igual aos filmes, o jogo surpreendeu bastante com boas piadas ao longo da história, graças aos diálogos espirituosos entre os membros do esquadrão. Cada membro do grupo tem sua própria motivação pessoal contra cada membro da Liga da Justiça, o que torna a busca por vingança ainda mais divertida. Essa abordagem pode não agradar a todos, mas na maior parte do tempo senti que o jogo conseguiu equilibrar bem as risadas constantes sem ofuscar os momentos mais sérios. É claro que a parte principal da narrativa é revelada pelo próprio título do jogo, o que pode desagradar alguns fãs. No entanto, a forma como a Rocksteady desenvolve cada membro da Liga da Justiça, mostrando como a eles se tornaram uma ameaça sob o domínio de Brainiac, é digno de elogios. Gameplay A jogabilidade de Suicide Squad é baseada em tiroteios intensos com movimentação em alta velocidade. Seja jogando como Arlequina ou Tubarão-Rei, cada personagem tem acesso a uma variedade de armas, como metralhadoras, pistolas, escopetas, rifles de assalto, rifles de precisão e até mesmo metralhadoras pesadas. A jogabilidade de tiro é ágil, responsiva e extremamente satisfatória, especialmente graças ao incrível suporte tátil do PlayStation 5. Além do combate, cada membro do Esquadrão Suicida possui uma forma distinta de se locomover por Metrópolis. Arlequina usa o bat-drone e o gancho do Batman para se movimentar, Pistoleiro tem um jetpack, Tubarão-Rei possui habilidades de salto divinas e Capitão Bumerangue usa o seu poder de velocidade. Embora cada personagem tenha sua própria mecânica de movimentação, todas elas são divertidas e complementam bem o combate. A medida que avança no jogo, a diversão aumenta, principalmente quando aumenta a dificuldade. Manter o personagem no ar, se movimentando, desviando de tiros e atacando inimigos para recuperar o escudo é uma experiência gratificante. Por outro lado os inimigos são extremamente repetitivos, assim como os objetivos das missões, a cidade apesar de muito bonita é pouco aproveitada e pobre como um jogo de mundo aberto, basicamente fazemos as mesmas coisas do início ao fim, ficando a cargo da história segurar o jogador até o final. Customização e Conteúdo Pós-Lançamento Suicide Squad oferece um amplo sistema de customização, onde é possível moldar cada personagem de acordo com seu estilo de jogo preferido. O jogo possui árvores de habilidades, armas e equipamentos que podem ser aprimorados e modificados. A base de operações do jogo, a Sala da Justiça, permite que você interaja com NPCs como Hera Venenosa e Pinguim para aprimorar e modificar ainda mais os personagens. Embora o sistema de customização seja um pouco complexo para alguns jogadores, é possível ignorar as estatísticas e focar apenas nos aspectos visuais dos personagens. Além disso, o jogo oferece uma boa quantidade de cosméticos que podem ser desbloqueados durante o jogo. Conteúdo Adicional e Multiplayer Suicide Squad Kill the Justice League não possui um modo de jogo online intrusivo durante a campanha principal, o que é um alívio. No entanto, há um aspecto competitivo presente no final de cada missão, onde os jogadores podem competir entre si para obter a melhor pontuação e se tornar o líder do esquadrão, ganhando o direito de escolher a próxima missão. Além disso, o jogo facilita a conexão com outros jogadores online e oferece recursos como o “Social Squad”, onde você pode jogar com perfis de personagens criados por seus amigos. O jogo também promete conteúdo adicional gratuito nas próximas temporadas, incluindo novas áreas inspiradas em outros lugares fora de Metrópolis, novos personagens jogáveis, missões e armas. Embora ainda seja cedo para afirmar se esse conteúdo será suficiente para manter os jogadores engajados por semanas e meses, é um alívio saber que a Rocksteady planeja oferecer um bom suporte pós-lançamento. [editorial-rating id=”1058″]
Palworld | Análise / Review – O fenômeno do momento

Palworld, já pode ser considerado um dos maiores jogos do ano, mesmo ainda estando em “early access”. O jogo foi lançado em 19 de janeiro e se tornou um dos maiores sucessos da história do Steam, vendendo até o momento surpreendentes 5 milhões de cópias em um único fim de semana. Popularmente chamado de “Pokémon com Armas”, o título combina mecânicas de construção e sobrevivência, gênero que tende a atrair muitos jogos de plataforma da Valve. Pal Mundo Mundo A criatura do jogo chamada “Pal” virou meme instantâneo no Brasil. O jogo já está disponível em acesso antecipado no PC e Xbox, incluindo Game Pass. Porém, apesar do sucesso, o jogo apresenta alguns problemas, pois ainda está em desenvolvimento. Além disso, a Palworld se envolveu em uma grande polêmica, levantando suspeitas de que teria plagiado Pokémon e usado inteligência artificial para produzir o projeto. Devido ao sucesso do jogo e aos problemas atuais, muitas pessoas estão se perguntando se vale a pena jogar Palworld agora ou se é melhor esperar um pouco. Depois de alguns dias explorando esse mundo cheio de amigos, compartilho minhas primeiras impressões do jogo. As semelhanças entre Palworld e Pokémon certamente ajudaram o jogo a se tornar um grande sucesso na internet. Mas conforme você joga, você percebe que este jogo é mais do que apenas uma piada de “Pokémon com arma”. Na maioria de seus primeiros jogos, Palworld parecia mais um jogo do tipo Arc do que a famosa franquia da Nintendo. No jogo, você acorda seminu em uma ilha e deve reunir recursos para construir uma base. Dito isto, a maioria dos jogos não se concentra em capturar monstrinhos e lutar contra outros jogadores. O principal objetivo é sobreviver construindo uma base fortificada e reunindo recursos como alimentos e suprimentos. Assim como outros sucessos da Steam, o jogo oferece uma ótima experiência em termos de construção e sobrevivência, mas não é tão inovador assim. O ciclo de jogo com elementos de RPG garante aos jogadores uma experiência emocionante, o que explica o enorme sucesso da plataforma Valve. A importância dos Pals no Palworld Você pode estar se perguntando: “Mas e os Pals, de onde eles vêm?” De acordo com a comparação da Arc, os “Pals” do Palworld lembram os dinossauros da série Wild Card do estúdio. Antes de participar de batalhas com outros jogadores, capture seus Pals para trabalharem como trabalhadores em sua base. Essas criaturas fornecem mão de obra e recursos, desde itens necessários para o crescimento até alimentos como carne e ovos. No total, o jogo conta com mais de 100 tipos de Pals, cada um com suas próprias qualidades e habilidades básicas. É necessário captar e selecionar os melhores Pals para cada função. Os monstros possuem habilidades específicas que vão além do ciclo de batalha que conhecemos da série Pokémon. Você acaba gastando muito tempo tentando descobrir a melhor maneira de trabalhar com Pals em vez de lutar contra criaturas. Lute no Palworld O combate em Palworld não envolve apenas clonar Pokémon. Isso mesmo, você enfrentará os líderes de ginásios localizados em torres e levará seus Pals para a batalha contra monstros selvagens. No entanto, a jogabilidade também envolve os gêneros de sobrevivência e construção de base mencionados acima. No jogo você não precisa dos seus monstrinhos para lutar e capturar outros Pals. Armas podem ser criadas para enfraquecer criaturas e capturá-las. Por exemplo, você pode usar seu stick para acertar outro amigo e, a partir daí, capturá-lo com seu orbe Pal. Além disso, Pals podem ser usados de muitas maneiras diferentes em combate. Eles podem se tornar armas, como lança-chamas, ou usados para defender sua base. Ao contrário do que acontece em Pokémon, em Palworld você também pode morrer. Afinal, a base do jogo é a sobrevivência. Se sua vida terminar durante o combate, todos os seus itens permanecerão no local da morte marcado no mapa e você poderá retornar lá para coletá-los. Explore o vasto mundo do Palworld A experiência de exploração no Palworld funciona muito bem. O jogo se passa em uma ilha aberta, repleta de grama verde, montanhas e ruínas. Se a comparação com Pokémon incomoda alguns, saiba que este jogo não é a única inspiração da Nintendo adotada pelo Palworld. Os movimentos do personagem lembram muito The Legend of Zelda, com a barra de resistência servindo como medidor para cada ação. No início do jogo, você pode criar um planador, muito semelhante aos encontrados nos jogos Zelda mais recentes. Além disso, o personagem pode escalar e explorar praticamente qualquer local exibido no mapa. As semelhanças com Zelda certamente não são coincidência. O estúdio por trás da Palworld lançou em 2020 o jogo Craftopia, que tem alguns aspectos que lembram os títulos mais recentes da franquia Nintendo. Explorar o mundo aberto do Palworld é muito gratificante. O jogo possui ambientes bem diferentes e visuais interessantes, principalmente por ainda estar em desenvolvimento. Ao usar o sistema de viagem rápida e os próprios Pals como meio de transporte, a exploração não se tornará cansativa. Questões técnicas e conclusões Palworld ainda está em acesso antecipado, o que significa que o jogo ainda não terminou. Tanto no PC quanto no Xbox, a experiência apresenta bugs e precisa de melhorias. Porém, a experiência é totalmente jogável, incluindo salvamento na nuvem e retomada rápida, recursos da nova geração do Xbox. A equipe de desenvolvimento ainda tem muito trabalho de otimização e melhorias pela frente. Além disso, algumas partes do jogo estão quebradas, como ficar preso em uma montanha em uma masmorra. Apesar dos problemas técnicos, você ainda pode ter uma experiência satisfatória com Palworld, especialmente no Xbox Series Game Pass. Porém, é importante ressaltar que o jogo ainda precisa amadurecer, ganhar experiência e possivelmente receber respaldo jurídico para alcançar um sucesso ainda maior. [editorial-rating id=”1002″]
Metal Gear Solid 3 Remake recebe primeiro trailer com gameplay

A Konami, gigante dos jogos eletrônicos, finalmente revelou o aguardado primeiro gameplay de Metal Gear Solid Delta: Snake Eater, o remake do lendário MGS3 (Metal Gear Solid 3: Snake Eater), um dos títulos mais aclamados da história dos videogames. Desenvolvido na potente Unreal Engine 5, este remake promete não apenas reviver a experiência clássica, mas também aprimorá-la com gráficos impressionantes e novos recursos. Através de uma transmissão ao vivo no evento Xbox Partner Preview, a Konami apresentou o gameplay, permitindo que os fãs tivessem uma primeira impressão de como a história de Snake será retratada na nova geração. Apesar de o remake manter a fidelidade à versão original de Metal Gear Solid 3, é inegável que as melhorias gráficas são um dos maiores destaques dessa nova versão. O Remake Fiel aos Clássicos: O Que Esperar de Metal Gear Solid Delta: Snake Eater Embora a presença do criador original, Hideo Kojima, não esteja garantida neste remake, os fãs ainda podem esperar uma recriação meticulosa do universo de MGS3. A Konami garantiu que o jogo manterá a essência do clássico, mas com ajustes técnicos que aproveitam ao máximo o poder da Unreal Engine 5, oferecendo uma experiência visual impressionante, mais rica e detalhada. Entre as novidades, a física e os efeitos de iluminação estão ainda mais aprimorados, trazendo mais realismo para as interações dos personagens com o ambiente. A animação de Snake, por exemplo, parece mais fluida e realista, e os cenários da floresta densa, que são uma das marcas registradas do jogo original, aparecem agora com texturas de altíssima qualidade e vegetação mais detalhada. Leia também: It Takes Two – Guia completo para platinar o game The Last of Us Part I – Guia para Platinar o game Grand Theft Auto V – Guia de Troféus e Colecionáveis Metal Gear Solid Δ: Snake Eater ainda não tem data prevista para seu lançamento, o game será lançado para a PS5, Xbox Series e PC