Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii | Análise / Review

Esqueça as sagas de crime sérias por um momento e imagine uma mistura de Yakuza com piratas nas praias ensolaradas do Havaí. Esse é o conceito por trás de Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii, um spin-off que promete uma experiência única, repleta de humor, ação e aventura. Com Goro Majima como protagonista após dez anos, o jogo combina o melhor da série Like a Dragon com um toque pirata inesperado. Gostaríamos de agradecer à equipe da SEGA no Brasil e à TheoGames que gentilmente fornecerem a key do game, possibilitando a criação desta review. Agradecemos pelo apoio e confiança! O Que é Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii? Este spin-off da série Like a Dragon traz uma narrativa que mistura drama criminal com aventuras piratas de forma hilária. A história segue Majima, que perde a memória e acaba no Havaí, onde conhece Noa e sua família. Juntos, eles enfrentam piratas ameaçadores enquanto Majima tenta proteger seus novos aliados. A trama pode parecer um desvio da série principal, mas mantém o coração e o humor característicos de Like a Dragon. Leia também:It Takes Two – Guia completo para platinar o gameThe Last of Us Part I – Guia para Platinar o gameGrand Theft Auto V – Guia de Troféus e Colecionáveis Jogabilidade: Combate, Exploração e Caos Naval O jogo mantém a essência da série, mas introduz mecânicas novas e divertidas. O combate em tempo real ganha um toque pirata com o estilo de luta “Seadog” de Majima. Embora a curva de aprendizado dos controles possa ser desafiadora, o sistema é dinâmico e envolvente. A exploração naval é um dos grandes destaques. Os jogadores podem navegar pelo mar, personalizar seu navio e enfrentar desafios estratégicos. A configuração da tripulação e os upgrades do navio afetam diretamente o desempenho nas batalhas, adicionando uma camada de profundidade à experiência. Além disso, o jogo oferece ilhas para explorar, arenas piratas e uma variedade de mini-games, como corridas de kart e entregas malucas, que garantem horas de diversão extra. Atividades Secundárias e Mini-Games Como é tradição na série, Pirate Yakuza in Hawaii está repleto de atividades secundárias e mini-games. Desde tesouros escondidos até missões divertidas, há sempre algo novo para descobrir. Os fãs de Crazy Taxi vão adorar o modo Crazy Delivery, enquanto as corridas de kart trazem um caos hilário ao jogo. Apresentação e Desempenho Visualmente, o jogo segue o estilo de Infinite Wealth, com gráficos vibrantes e um design artístico cativante. A localização em português brasileiro fica apenas no formato de legendas e está impecável, garantindo que os jogadores possam desfrutar da narrativa e do humor sem barreiras linguísticas. Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii chegou não apenas aos consoles da nova geração, mas também aos da geração passada, como o PlayStation 4 e o Xbox One. Essa decisão, embora amplie o acesso ao jogo, trouxe algumas limitações em termos de qualidade gráfica. Apesar das limitações gráficas, Pirate Yakuza in Hawaii ainda oferece uma experiência envolvente. A direção de arte criativa e a trilha sonora cativante ajudam a compensar as deficiências técnicas. Além disso, o foco do jogo está na narrativa humorística, no combate dinâmico e nas atividades secundárias, que continuam brilhando independentemente da plataforma.
Lost Records: Bloom & Rage | Análise / Review

Lost Records: Bloom & Rage está causando frisson no mundo dos games. Desenvolvido pela DON’T NOD, criadora do aclamado Life is Strange, o jogo promete reviver a magia das narrativas emocionantes e cheias de escolhas impactantes. Mas será que ele consegue ser um sucessor à altura? Nesta análise, exploramos a história, a jogabilidade, os visuais e o clima nostálgico dos anos 90 que fazem deste jogo uma experiência única. Recebemos uma chave antecipada do jogo pela DON’T NOD para realizar esta review, e agradecemos imensamente pela oportunidade. A Gênese de Lost Records: Saindo da Sombra de Life is Strange A DON’T NOD, conhecida por Life is Strange, decidiu seguir um novo caminho após divergências criativas com a Square Enix. Enquanto a Square Enix continuou a série com a Deck Nine, a DON’T NOD partiu para criar algo original. Lost Records: Bloom & Rage é o resultado dessa jornada, uma tentativa de capturar a essência que fez sucesso em Life is Strange, mas com uma identidade própria. Leia também:It Takes Two – Guia completo para platinar o gameThe Last of Us Part I – Guia para Platinar o gameGrand Theft Auto V – Guia de Troféus e Colecionáveis Uma História de Duas Linhas do Tempo: Amizade, Segredos e Consequências O jogo se passa em duas épocas distintas: 1995 e 2022. Em Velvet Cove, um pequeno vilarejo à beira-mar, acompanhamos Nora, Autumn, Kat e Swann durante o último verão de suas vidas antes de um evento traumático mudar tudo. Vinte e sete anos depois, Swann retorna ao local para confrontar segredos do passado que nunca foram totalmente resolvidos. A narrativa é repleta de mistérios, explorando temas como amizade, culpa e a passagem do tempo. As escolhas dos jogadores moldam não apenas o relacionamento entre os personagens, mas também o desfecho da história. Jogabilidade: Escolhas, Consequências e o Poder da Memória Assim como em Life is Strange, as decisões têm peso em Lost Records: Bloom & Rage. O jogo introduz uma mecânica única: uma câmera de vídeo que permite aos jogadores capturar momentos importantes e até criar cenas personalizadas. Essa ferramenta não apenas avança a trama, mas também adiciona uma camada de imersão, fazendo com que os jogadores se sintam parte da história. Além disso, o jogo utiliza narrativa ambiental para contar sua história. Detalhes nos cenários, diálogos adicionais e interações com o mundo enriquecem a experiência, tornando cada descoberta mais gratificante. Visuais, Som e Atmosfera: Uma Viagem aos Anos 90 Lost Records: Bloom & Rage é um banquete visual. Desenvolvido na Unreal Engine, o jogo apresenta cenários detalhados e personagens expressivos que capturam a estética dos anos 90. A trilha sonora, repleta de músicas icônicas da época, complementa perfeitamente a atmosfera nostálgica. O jogo também está repleto de Easter eggs e detalhes que fazem o mundo parecer vivo. Desde posters de bandas clássicas até referências à cultura pop da década, cada elemento foi cuidadosamente pensado para imergir os jogadores no período. Problemas Técnicos: Pontos a Melhorar Apesar de suas qualidades, Lost Records: Bloom & Rage não está livre de falhas. Problemas como carregamento lento de texturas e queda de frames em momentos-chave podem atrapalhar a imersão e a fluidez da experiência. Esses problemas técnicos são mais perceptíveis em cenas de diálogo, onde a falta de sincronia entre as vozes e os movimentos dos personagens pode quebrar a magia da narrativa. Além disso, em áreas mais densas do jogo, como os cenários detalhados de Velvet Cove, o carregamento lento de texturas pode distrair os jogadores, especialmente aqueles que buscam uma experiência visual impecável. A queda de frames, embora não constante, ocorre em situações de maior ação ou transições entre cenas, o que pode ser frustrante para quem valoriza uma jogabilidade suave. Embora esses problemas não arruínam completamente a experiência —, eles são pontos que precisam de atenção em futuras atualizações. A DON’T NOD tem a oportunidade de corrigir essas falhas em pouco tempo e elevar ainda mais a qualidade do jogo, garantindo que Lost Records: Bloom & Rage atinja todo o seu potencial. Para os fãs de aventuras narrativas, esses contratempos podem ser facilmente ignorados em prol da história envolvente e da atmosfera nostálgica. No entanto, para jogadores mais exigentes em termos técnicos, essas questões podem ser um obstáculo.
Tomb Raider IV-VI Remastered | Análise / Review

A nostalgia é uma força poderosa no mundo dos videogames. Revisitar títulos clássicos pode trazer uma onda de boas lembranças, mas também pode revelar que alguns jogos não envelheceram tão bem quanto esperávamos. É nesse contexto que Tomb Raider IV-VI Remastered chega, trazendo de volta três capítulos icônicos da saga de Lara Croft: The Last Revelation, Chronicles e Angel of Darkness. Desenvolvido pela Aspyr em parceria com a Crystal Dynamics, este pacote promete modernizar os clássicos enquanto mantém sua essência original. Mas será que a magia ainda funciona? Leia também:It Takes Two – Guia completo para platinar o gameThe Last of Us Part I – Guia para Platinar o gameGrand Theft Auto V – Guia de Troféus e Colecionáveis O Que Esperar de Tomb Raider IV-VI Remastered? Assim como na trilogia anterior (Tomb Raider I-III Remastered), os novos remasters trazem: Gráficos atualizados: Com a opção de alternar entre os visuais clássicos e os modernos. Controles modernizados: Além dos controles originais, que ainda estão disponíveis para os puristas. Modo foto: Para capturar os momentos mais épicos da aventura. Conteúdo bônus: Todos os extras dos jogos originais estão presentes. Desta vez, a Aspyr adicionou algumas novidades, como o FlyBy Camera Maker, novas animações e melhorias de qualidade de vida, como um contador de munição na tela e a opção de pular cutscenes. Os Jogos em Detalhe Tomb Raider: The Last Revelation (1999): Considerado por muitos o auge da série clássica, o jogo leva Lara Croft ao Egito, onde ela acidentalmente liberta o deus Set, desencadeando uma profecia sombria. A jogabilidade e os quebra-cabeças continuam desafiadores, e os gráficos remasterizados dão nova vida aos cenários icônicos. Tomb Raider: Chronicles (2000): O último jogo da série no PS1, Chronicles narra histórias sobre Lara após sua suposta morte no jogo anterior. Embora tenha momentos memoráveis, é considerado mais fraco que seus predecessores, com níveis menos inspirados e uma narrativa fragmentada. Tomb Raider: Angel of Darkness (2003): A transição para o PS2 trouxe ambições maiores, mas também problemas técnicos. Neste capítulo, Lara é acusada de assassinato e precisa limpar seu nome enquanto desvenda uma conspiração sombria. Apesar das melhorias visuais, o jogo ainda sofre com controles travados e design de níveis confuso. Pontos Fortes: Fidelidade aos Originais:Um dos maiores méritos desta coleção é o respeito pela essência dos jogos clássicos. Os gráficos foram atualizados com cuidado, mantendo a estética original que cativou milhões de fãs na década de 90. A opção de alternar entre os visuais modernos e os clássicos com um simples toque de botão é um toque genial, permitindo que os jogadores apreciem as melhorias sem perder a nostalgia. Controles Modernizados:A adição de controles mais contemporâneos é uma tentativa bem-vinda de tornar os jogos mais acessíveis para o público atual. Embora nem sempre funcionem perfeitamente — principalmente em Angel of Darkness, onde o design dos níveis parece conflitar com os novos esquemas de controle —, eles oferecem uma alternativa mais amigável para quem não está acostumado com a rigidez dos controles originais. Modo Foto e FlyBy Camera Maker:Para os fãs que adoram capturar momentos épicos, o modo foto é um acréscimo fantástico. Já o FlyBy Camera Maker permite criar cenas cinematográficas personalizadas, adicionando uma camada extra de diversão e criatividade à experiência. Esses recursos são um presente para os entusiastas da série, que podem agora imortalizar suas aventuras de formas inéditas. Conteúdo Bônus e Melhorias de Qualidade de Vida:Além dos gráficos e controles, a coleção traz todos os conteúdos bônus dos jogos originais, garantindo que nada seja deixado de fora. Melhorias como um contador de munição na tela e a opção de pular cutscenes são pequenos ajustes que fazem uma grande diferença, especialmente para quem já conhece os jogos de trás para frente e quer ir direto à ação. Resgate da Nostalgia: Para os fãs que cresceram com Lara Croft, este pacote é uma viagem no tempo. Reviver The Last Revelation, Chronicles e Angel of Darkness com gráficos aprimorados e funcionalidades modernas é uma experiência emocionante, mesmo que alguns aspectos não tenham envelhecido tão bem. Pontos Fracos: Embora Tomb Raider IV-VI Remastered traga uma série de melhorias visuais e técnicas, alguns pontos fracos são evidentes, especialmente quando comparamos a experiência com os padrões de jogos modernos. Um dos maiores problemas está nos controles modernos, que podem parecer desalinhados com o design dos níveis, particularmente em Angel of Darkness. Esse título, em particular, foi lançado com uma mecânica mais complexa e, por mais que a remasterização tenha tentado modernizá-la, o sistema de controle original ainda se faz presente, o que pode deixar o jogador com uma sensação de frustração e falta de fluidez. Para quem não está familiarizado com o estilo de jogabilidade dos anos 2000, os controles podem ser um grande obstáculo, tornando as sequências de ação mais difíceis de serem aproveitadas. Outro ponto negativo é que Chronicles e Angel of Darkness, embora sejam importantes para a franquia, não atingem o mesmo nível de qualidade que The Last Revelation. Enquanto o quarto jogo da coletânea, The Last Revelation, ainda mantém uma experiência sólida com uma história envolvente e uma jogabilidade aceitável para a época, os outros dois títulos deixam a desejar. Chronicles foi um jogo de transição entre gerações de consoles e, por isso, peca em termos de inovação e fluidez, com uma narrativa mais fragmentada e missões que parecem recicladas. Já Angel of Darkness, embora tentasse algo mais ousado, como a introdução de mecânicas de furtividade e investigação, falha ao não entregar uma experiência coesa. A execução dessas ideias era limitada pela tecnologia da época e pelas dificuldades de controle, o que faz com que o jogo pareça datado. Além disso, a jogabilidade pode frustrar aqueles jogadores mais acostumados com títulos modernos. A falta de agilidade nos controles, a câmera difícil de manusear em momentos de ação e as mecânicas de resolução de puzzles mais lentas são características de uma era de jogos que, embora marcante, não se encaixam muito bem com os padrões de jogos contemporâneos. Hoje, os jogadores estão acostumados com uma jogabilidade mais fluida, rápidos reflexos e uma sensação de controle mais precisa, o que torna a adaptação aos jogos de Tomb Raider IV-VI Remastered
Os Principais Lançamentos para PlayStation de Fevereiro 2025

Fevereiro está chegando com uma série de lançamentos imperdíveis para os fãs de PlayStation! Se você está ansioso para novos jogos e experiências, este mês promete trazer novidades de vários gêneros, desde aventuras épicas e RPGs até mistérios emocionantes e jogos de ação. Prepare-se para explorar novos mundos, resolver enigmas e desafiar suas habilidades com os títulos mais aguardados do mês. Confira abaixo a lista completa dos lançamentos de fevereiro para PlayStation e se prepare para mergulhar em novas experiências de jogo! Leia também:It Takes Two – Guia completo para platinar o gameThe Last of Us Part I – Guia para Platinar o gameGrand Theft Auto V – Guia de Troféus e Colecionáveis Os grandes lançamentos de fevereiro para PlayStation
Phil Spencer Confirma: Starfield Não Permanecerá Exclusivo

A Microsoft tem adotado uma nova estratégia no mercado de games, trazendo seus títulos para outras plataformas além do Xbox. Essa mudança de direção reflete o desejo da empresa de alcançar um público mais amplo e oferecer experiências de jogos a uma base de jogadores ainda maior. Em uma recente entrevista, Phil Spencer, CEO da Microsoft, comentou sobre essas mudanças e o futuro dos jogos da companhia. Durante a conversa com o jornalista Destin Legarie, Spencer foi questionado sobre a exclusividade de Starfield, um dos jogos mais aguardados da empresa. Spencer, conhecido por suas declarações abertas sobre o futuro dos jogos, revelou que Starfield não será exclusivo para os consoles Xbox. Isso significa que o título estará disponível também em outras plataformas, oferecendo uma experiência de jogo mais acessível a um público diversificado. Leia também: It Takes Two – Guia completo para platinar o game The Last of Us Part I – Guia para Platinar o game Grand Theft Auto V – Guia de Troféus e Colecionáveis Além disso, Spencer também comentou sobre o futuro lançamento de Indiana Jones para o PlayStation 5, o que indica que a Microsoft está cada vez mais disposta a colaborar com outras empresas de hardware. Para o CEO, a exclusividade não é um objetivo estratégico, e sim um modelo de negócios que pode limitar o alcance dos jogos. Ele acredita que a Microsoft deve permitir que seus títulos estejam disponíveis em várias plataformas para que mais jogadores possam vivenciar as experiências que a empresa oferece. Entrevistador: “Você pode solidificar que Starfield vai continuar [exclusivo] por enquanto? Phil Spencer: “Não. Não é como se houvesse um jogo específico, que eu iria… Isso meio que volta para a minha resposta da linha vermelha. Não há razão para eu colocar uma cerca em volta de qualquer jogo e dizer que este jogo não irá para um lugar onde encontraria jogadores, onde teria sucesso comercial para nós. O que descobrimos é que somos capazes de conduzir um negócio melhor que nos permite investir em uma ótima linha de jogos como você viu. E essa é a nossa estratégia, certo? Nossa estratégia é permitir que nossos jogos estejam disponíveis. O Game Pass é um componente importante para jogar os jogos em nossa plataforma. Mas manter os jogos fora de outras plataformas, não achamos que seja o caminho que vamos seguir… Esse não é um caminho para nós. Não funciona para nós. A Estratégia da Microsoft: Acessibilidade e Alcance Global O movimento da Microsoft de levar seus jogos para outras plataformas reflete uma mudança significativa na indústria dos jogos, que tradicionalmente tem sido dominada por exclusividades entre consoles. Ao optar por tornar títulos como Starfield e Indiana Jones acessíveis em diversas plataformas, a empresa busca não apenas aumentar suas vendas, mas também garantir que mais pessoas possam aproveitar suas produções. Phil Spencer reafirmou que o objetivo da Microsoft não é restringir o acesso aos seus jogos. Em vez disso, ele vê o futuro da indústria como uma oportunidade de integrar experiências de jogos em múltiplos ecossistemas, permitindo aos jogadores escolherem a plataforma que melhor se adapta às suas necessidades e preferências. Essa mudança de foco pode representar uma nova era para o mercado de videogames, onde as barreiras entre diferentes consoles e plataformas começam a se desfazer, beneficiando os jogadores e as empresas. A decisão de Spencer e da Microsoft é uma resposta ao desejo crescente dos consumidores por mais flexibilidade e acesso ao conteúdo, independentemente da plataforma que escolham. FONTE: Phil Spencer on Starfield exclusivity Destin: “Can you solidify that Starfield is staying put for the time being?” Spencer: “No.” Source: https://t.co/ccNXLG6GU5 pic.twitter.com/r6sfx9e193 — Destin (@DestinLegarie) January 25, 2025
Kingdom Come: Deliverance II – Desempenho nos Consoles é revelado

Kingdom Come: Deliverance II é, sem dúvida, um dos jogos mais esperados de 2025. Com seu lançamento marcado para 4 de fevereiro, a expectativa dos fãs está cada vez mais alta. O jogo promete uma experiência imersiva de RPG, com gráficos deslumbrantes e uma jogabilidade envolvente, e está prestes a chegar para as plataformas mais populares do mercado. À medida que o dia do lançamento se aproxima, vários sites e canais especializados têm compartilhado suas impressões sobre o desempenho do jogo. Recentemente, o canal El Analista de Bits fez uma análise detalhada das versões do jogo nos consoles de última geração, incluindo o PlayStation 5 (PS5), Xbox Series X e Series S, além de uma avaliação do PS5 Pro. Leia também:It Takes Two – Guia completo para platinar o gameThe Last of Us Part I – Guia para Platinar o gameGrand Theft Auto V – Guia de Troféus e Colecionáveis Desempenho do Jogo nos Consoles de Nova Geração O desempenho de Kingdom Come: Deliverance II varia conforme o console e o modo de exibição escolhido. No PlayStation 5 e Xbox Series X, os jogadores terão duas opções principais de configuração gráfica: o modo Qualidade, que roda a 30fps, e o modo Performance, com 60fps, oferecendo uma jogabilidade mais fluida. No entanto, no Xbox Series S, os jogadores têm acesso a apenas um modo de exibição, o de Qualidade, que mantém o jogo a 30fps. Isso é esperado devido às limitações de hardware da versão mais acessível do Xbox. PS5 Pro: O Melhor Desempenho? O PlayStation 5 Pro, que promete uma experiência ainda mais robusta, oferece o melhor desempenho entre as versões analisadas. O jogo roda a 60fps e atinge a maior resolução disponível, proporcionando uma qualidade gráfica impressionante para os jogadores que buscam o máximo de detalhes e fluidez. PS5: PS5 Pro: Xbox Series S Xbox Series X: Kingdom Come: Deliverance II será lançado no dia 4 de fevereiro de 2025 para PlayStation 5, PC e Xbox Series X|S.
Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii Exibe Gameplay em Apresentação

Hoje, a SEGA realizou um evento exclusivo para a franquia Like a Dragon, trazendo novidades empolgantes sobre o mais novo título da série, Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii. Faltando poucas semanas para o lançamento, o evento apresentou detalhes sobre o gameplay, novos modos e a história do jogo, deixando os fãs ainda mais ansiosos para embarcar nessa nova aventura. Novo Gameplay e Combate Clássico Durante o evento, a SEGA revelou um novo trailer de Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii, que destaca várias características inéditas do jogo. Uma das principais atrações é o combate corpo a corpo de Goro Majima, que retorna ao estilo clássico da série, com batalhas em tempo real, proporcionando uma jogabilidade dinâmica e cheia de ação. Além das lutas intensas, o trailer também apresentou as batalhas navais, uma das grandes novidades do título. Os jogadores terão a chance de enfrentar inimigos no mar, em combates que exigem novas estratégias e habilidades, ampliando ainda mais a variedade e a profundidade da jogabilidade. Leia também:It Takes Two – Guia completo para platinar o gameThe Last of Us Part I – Guia para Platinar o gameGrand Theft Auto V – Guia de Troféus e Colecionáveis Modo New Game+ e Atualizações Gratuitas Uma excelente notícia que os fãs receberam durante o evento é que o modo New Game+ será disponível para todos os jogadores, sem custos adicionais. Ao contrário do jogo anterior, onde o modo estava bloqueado atrás de conteúdo pago, agora ele será uma adição gratuita para todos os que desejarem reviver a aventura após completar a história principal. No entanto, vale destacar que o New Game+ não estará disponível no lançamento, mas será adicionado posteriormente por meio de uma atualização gratuita. Confira a apresentação abaixo: A História de Majima: Aventura no Pacífico Em Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii, os jogadores assumem o controle de Goro Majima, um dos personagens mais icônicos da franquia Yakuza. A história começa com Majima naufragado em uma ilha remota no Pacífico, sem nenhuma lembrança de seu passado, até mesmo de seu nome. Ao lado de um garoto chamado Noah, que o salvou da morte, Majima parte em uma jornada para descobrir pistas sobre suas memórias perdidas e desvendar os mistérios que cercam sua situação. Com esse enredo envolvente, o game promete entregar uma experiência única, misturando elementos de ação, exploração e uma narrativa emocionante, características que marcaram a franquia. Detalhes do Lançamento e Plataforma Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii será lançado oficialmente em 21 de fevereiro de 2025. O jogo estará disponível para PC, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series S|X, com legendas em português do Brasil, permitindo que mais jogadores desfrutem da experiência na sua língua nativa.
Assassin’s Creed Shadows – Novo Gameplay Exibe Parkour Aprimorado

O lançamento oficial de Assassin’s Creed Shadows está cada vez mais próximo, e para aumentar a expectativa dos jogadores, a Ubisoft compartilhou recentemente novos trechos de gameplay. Embora os vídeos sejam curtos, eles oferecem uma amostra empolgante das mecânicas do jogo, destacando o aprimoramento no sistema de parkour e a agilidade da protagonista Naoe. Parkour Aprimorado em Assassin’s Creed Shadows O parkour sempre desempenhou um papel crucial, e a Ubisoft promete uma experiência ainda mais fluida e dinâmica. Nos vídeos de gameplay, podemos ver Naoe realizando saltos e escaladas impressionantes, movendo-se com facilidade pelos telhados e alcançando pontos altos com extrema agilidade. A protagonista é claramente muito mais habilidosa no parkour, o que traz uma sensação de fluidez e rapidez ao jogo. A Ubisoft afirmou que os jogadores poderão se reconectar com a essência clássica da franquia Assassin’s Creed, saltando de telhado em telhado e explorando a cidade com liberdade. O cenário do jogo, que se passa em Kyoto, oferece diversas ruas movimentadas e construções para escalar, incluindo o Tenshu, um dos pontos mais altos da cidade. Leia também: It Takes Two – Guia completo para platinar o game The Last of Us Part I – Guia para Platinar o game Grand Theft Auto V – Guia de Troféus e Colecionáveis Naoe vs. Yasuke: Diferenças no Parkour Uma das novidades de Assassin’s Creed Shadows é a introdução de um novo protagonista: Naoe. A Ubisoft destacou que, enquanto Naoe é excepcionalmente ágil e habilidosa no parkour, o personagem Yasuke, que também estará presente no jogo, possui habilidades mais limitadas nesse aspecto. Yasuke ainda será capaz de escalar e se mover pelos telhados, mas sua velocidade será mais lenta, o que pode adicionar uma dinâmica interessante ao gameplay, permitindo aos jogadores experimentar diferentes estilos de movimentação. Confira o vídeo: BREAKING: #AssassinsCreed just released the Parkour Article with snippets of videos featuring the new upgraded parkour system! HERE ARE ALL THE VIDEOS!👀😍 pic.twitter.com/7s4Sb6MW2a — AC: Landmarks (@ac_landmarks) January 7, 2025 A Ferramenta do Shinobi: O Gancho Outro elemento clássico de Assassin’s Creed Shadows é a presença do gancho, uma ferramenta indispensável para qualquer shinobi. Com ele, os jogadores poderão alcançar pontos elevados e explorar o mundo de jogo com mais liberdade. A presença do gancho promete trazer mais opções de mobilidade, permitindo que os jogadores encontrem novos caminhos e abordagens para os desafios. “Durante o desenvolvimento de Assassin’s Creed Shadows, a equipe implementou uma variedade de melhorias no parkour, incluindo novas animações, movimentação em posição de rastejo e um gancho de escalada baseado em física.” “Diversos aprimoramentos também foram realizados em mecânicas já existentes, como os mapeamentos de controle atualizados e o sistema de descida no parkour reformulado.” Data de Lançamento de Assassin’s Creed Shadows Assassin’s Creed Shadows será lançado oficialmente em 14 de fevereiro de 2025. O jogo estará disponível para PC, PS5 e Xbox Series S|X, e promete oferecer uma experiência ainda mais imersiva e desafiadora para os fãs da franquia. Prepare-se para embarcar em uma nova jornada cheia de ação, exploração e parkour aprimorado.
Studio de Stellar Blade dá a funcionários PS5 Pro e US$ 3,4 mil

O estúdio Shift Up, conhecido pelo desenvolvimento dos jogos Goddess of Victory: Nikke e o mais recente sucesso Stellar Blade, fez uma surpresa para todos os seus funcionários recentemente. A empresa, que se destacou no mercado de jogos, revelou que presenteou sua equipe com um generoso bônus, incluindo um PlayStation 5 Pro e US$ 3,4 mil (equivalente a 5 milhões de won). Este gesto de reconhecimento inclui todos os aproximadamente 300 funcionários da Shift Up, uma empresa fundada em 2013 por Hyung-Tae Kim. A empresa fez questão de destacar que o bônus é uma forma de celebrar o sucesso de Stellar Blade, seu título mais recente, que tem sido um grande sucesso de vendas. Além disso, a Shift Up afirmou que a intenção é incentivar o talento dentro da empresa e motivar ainda mais os funcionários a continuarem com seu excelente trabalho. Leia também: It Takes Two – Guia completo para platinar o game The Last of Us Part I – Guia para Platinar o game Grand Theft Auto V – Guia de Troféus e Colecionáveis Sucesso de Stellar Blade e Goddess of Victory: Nikke Com mais de 1 milhão de cópias vendidas, Stellar Blade consolidou-se como um dos grandes lançamentos de 2023. O título, lançado exclusivamente para PlayStation 5, foi amplamente elogiado pela crítica e pelos jogadores, o que ajudou a catapultar a Shift Up para o topo da indústria de jogos. A empresa também tem se destacado com Goddess of Victory: Nikke, que já atraiu uma enorme base de fãs desde seu lançamento. Além disso, a Shift Up já está trabalhando em uma versão para PC de Stellar Blade, ampliando ainda mais suas fronteiras e alcançando um público ainda maior. A promessa é de que a experiência do jogo seja tão imersiva no PC quanto é no PS5, o que atrai ainda mais os fãs da série. Shift Up: Motivando e Valorizando Seu Time A Shift Up sempre foi reconhecida por seu compromisso com a qualidade e pela maneira como trata seus funcionários. O presente de fim de ano é mais um exemplo de como a empresa valoriza seus colaboradores, proporcionando um ambiente de trabalho que não só recompensa o sucesso coletivo, mas também incentiva o crescimento contínuo da equipe. O objetivo é manter os talentos motivados e focados em novos projetos que possam alcançar o mesmo sucesso ou até superar as expectativas. Onde Jogar Stellar Blade Atualmente, Stellar Blade está disponível exclusivamente para o PlayStation 5, e os fãs de jogos de ação e aventura podem aproveitar uma experiência visual impressionante e uma jogabilidade envolvente. A versão para PC, que está em desenvolvimento, promete ampliar as possibilidades do jogo, trazendo novos desafios e conteúdos para os jogadores.
Metaphor: ReFantazio na era dos samurais é possível

Metaphor: ReFantazio é, sem dúvida, um dos melhores jogos de 2024 e um dos maiores sucessos da Studio Zero, a produtora japonesa da Atlus. O jogo não só conquistou os fãs como também atraiu a atenção da crítica, consolidando-se como uma das maiores surpresas do ano. Não é surpresa, portanto, que a Atlus tenha sido bombardeada com perguntas sobre a possibilidade de uma sequência, principalmente considerando que Metaphor: ReFantazio foi introduzido como uma nova franquia, com grandes planos para se tornar um dos pilares da empresa, ao lado de Persona e Shin Megami Tensei. O diretor de Metaphor: ReFantazio e da Studio Zero, Katsuhira Hashino, recentemente compartilhou seus pensamentos sobre o futuro da série em uma entrevista com a Famitsu. Durante a conversa, Hashino falou sobre os planos para a sequência de Metaphor: ReFantazio e o que ele imagina para o futuro dessa nova e promissora franquia. Leia também:It Takes Two – Guia completo para platinar o gameThe Last of Us Part I – Guia para Platinar o gameIndiana Jones e o Grande Círculo | Análise / Review A Possibilidade de uma Sequência: O Período Sengoku no Futuro de Metaphor: ReFantazio Hashino revelou que uma das ideias que surgiram em sua mente para uma sequência seria um JRPG ambientado no período Sengoku, um dos momentos mais turbulentos e fascinantes da história do Japão. Esse período, repleto de samurais e batalhas épicas, poderia ser o cenário perfeito para a continuação da história, expandindo o universo de Metaphor: ReFantazio para novos horizontes. A ideia de trazer samurais e os conflitos da era Sengoku para o jogo é uma proposta intrigante e que certamente chamaria a atenção de muitos fãs de JRPGs e de história. No entanto, o diretor foi cauteloso ao abordar esse tema. Embora tenha compartilhado sua visão para o futuro, Hashino alertou que ainda não há planos concretos para transformar Metaphor em uma série. Ele explicou que, embora tenha sempre visto o jogo como o primeiro passo para a criação de um novo pilar da Atlus, o desenvolvimento de uma sequência dependerá de vários fatores, incluindo o sucesso contínuo do título. O Potencial de Metaphor: ReFantazio como uma Nova Série da Atlus Apesar das incertezas sobre uma sequência imediata, Hashino está otimista sobre as chances do game se tornar uma série de sucesso. O objetivo da Atlus sempre foi transformar o jogo em um terceiro pilar para a empresa, ao lado das suas franquias estabelecidas, como Persona e Shin Megami Tensei. O jogo foi lançado recentemente e, em um curto espaço de tempo, conseguiu vender mais de 1 milhão de unidades, o que representa um excelente desempenho para um novo IP. Com esses números impressionantes, a possibilidade de Metaphor se expandir para uma série continua muito forte. A Atlus está ciente do sucesso que Metaphor: ReFantazio alcançou e, com a aceitação do público e a crítica positiva, a chance de uma sequência ou até mesmo uma série continua a ser uma possibilidade real. A resposta do público e as vendas serão fundamentais para determinar o futuro de Metaphor: ReFantazio. Não conhece Metaphor: ReFantazio? Confira o trailer abaixo: