Remothered: Red Nun’s Legacy será lançado em 27 de outubro

A Stormind Games confirmou nesta terça-feira a data de lançamento de Remothered: Red Nun’s Legacy, terceiro capítulo da série de survival horror. O jogo chegará ao PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC em 27 de outubro, pouco antes do Halloween. A desenvolvedora promete uma experiência inspirada no survival horror clássico, mas com uma abordagem moderna para ritmo, controles e produção. O novo capítulo combina tensão psicológica, inimigos humanos e uma série de segredos ligados ao passado da protagonista. Confira abaixo o trailer que revela a data de lançamento de Remothered: Red Nun’s Legacy: Uma nova jornada pelo pesadelo da Red Nun Em Remothered: Red Nun’s Legacy, a filha de Susan desaparece dentro de uma residência isolada aos pés do Monte Etna. Para encontrá-la, a protagonista precisará explorar uma casa repleta de cômodos escondidos, memórias esquecidas e perseguidores determinados a impedir seu avanço. A investigação também levará Susan às origens da Red Nun, revelando segredos que estão profundamente ligados à própria história de sua família. O jogo amplia as possibilidades de sobrevivência em relação aos capítulos anteriores. Susan poderá utilizar armas de combate corpo a corpo, embora os recursos sejam limitados, para afastar os Stalkers em momentos críticos. Também será possível utilizar poderes de hipnose para revelar caminhos ocultos e descobrir segredos espalhados pela residência. Hipnose será importante para explorar a residência Entre os principais recursos de Red Nun’s Legacy estão as habilidades sobrenaturais de Susan. A protagonista poderá utilizar a retrocognição, habilidades relacionadas a espelhos e até manipular mariposas para acessar memórias esquecidas e encontrar novas maneiras de atravessar o ambiente. Esses poderes não servirão apenas para avançar na história. Eles também serão importantes para resolver enigmas, revelar passagens escondidas e modificar a maneira como determinadas áreas podem ser exploradas. A experiência também aposta na investigação. Será necessário examinar os cômodos da residência em busca de pistas, itens importantes e elementos que ajudem a solucionar os quebra-cabeças e abrir novas áreas. Vozes conhecidas e trilha de Akira Yamaoka O elenco de vozes conta com nomes conhecidos dos videogames. Cissy Jones, conhecida por trabalhos em The Walking Dead e Life is Strange, participa do projeto ao lado de Maggie Robertson, intérprete de Lady Dimitrescu em Resident Evil Village. Outro destaque fica por conta da trilha sonora, assinada por Akira Yamaoka, compositor conhecido principalmente por seu trabalho na franquia Silent Hill. Os segredos do Cristo Morente A história também levará os jogadores ao Cristo Morente, um antigo convento siciliano relacionado às origens do mito da Red Nun. O local guarda uma história marcada por fé, culpa e rituais proibidos. Ao investigar suas instalações, Susan terá a oportunidade de descobrir como o passado do convento se conecta aos acontecimentos que envolvem sua própria família. Remothered: Red Nun’s Legacy será lançado em 27 de outubro para PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC. No computador, o jogo estará disponível pelo Steam, Epic Games Store e GOG.com. O título já pode ser adicionado à lista de desejos nas plataformas. Principais características Confira mais notícias de jogos →
PS6 ainda não tem data de lançamento definida, diz CEO da Sony

A atual geração de consoles pode dar a impressão de que ainda está começando, mas o PlayStation 5 já se aproxima de seis anos no mercado. Seguindo o ciclo tradicional da indústria, seria natural imaginar que o próximo console da Sony, o PS6 já estivesse no horizonte. No entanto, a realidade pode ser diferente. Segundo o The Wall Street Journal, o CEO da Sony, Hiroki Totoki, afirmou que a empresa ainda não definiu oficialmente quando pretende lançar o PS6. A declaração coloca em dúvida as expectativas de que o sucessor do PS5 chegaria ao mercado no final de 2027. Historicamente, as gerações de consoles costumam durar entre seis e sete anos, o que tornou 2027 uma janela bastante discutida para a próxima plataforma da Sony. PS6 pode chegar mais tarde do que o esperado Se nem mesmo a Sony tem uma data definida para o lançamento do PS6, existe a possibilidade de que a próxima geração seja adiada em relação às previsões atuais. Um dos fatores que podem influenciar essa decisão é a própria estratégia da companhia para o mercado físico. A Sony confirmou que pretende interromper a fabricação de discos de jogos para o PlayStation a partir de 2028. Nesse cenário, a empresa poderia optar por lançar o novo console apenas depois dessa mudança ou ajustar seu planejamento de acordo com a transição para um mercado cada vez mais digital. Outro ponto importante é o custo dos componentes utilizados na fabricação de hardware. A crescente demanda por equipamentos voltados à inteligência artificial tem pressionado a disponibilidade e os preços de determinados componentes. Caso os custos para produzir um novo console permaneçam elevados, adiar o lançamento poderia ser uma alternativa para a Sony evitar colocar no mercado um hardware com preço excessivamente alto. Sony mudou desde o lançamento do PS5 A situação também é diferente daquela enfrentada pela Sony quando o PlayStation 5 chegou ao mercado. Nos últimos anos, a companhia passou por uma mudança significativa em sua estratégia de negócios, reduzindo sua dependência de segmentos tradicionais de hardware, como televisores e câmeras, e concentrando cada vez mais seus investimentos em entretenimento e propriedade intelectual. Jogos, filmes e música representam hoje uma parcela importante dos negócios da Sony. Com isso, a empresa pode ter menos necessidade de acelerar o lançamento de uma nova geração apenas para manter um ciclo tradicional de hardware. Além disso, esta não é a primeira indicação de que o PS6 poderia chegar depois de 2027. Relatórios anteriores também apontaram para essa possibilidade, enquanto alguns analistas já trabalham com 2028 como uma janela mais provável para o lançamento do novo console. Por enquanto, a Sony não revelou uma previsão oficial para a chegada do PS6. Ainda é cedo para afirmar quando a próxima geração será lançada, mas a declaração de Hiroki Totoki deixa uma possibilidade cada vez mais clara: o sucessor do PS5 pode estar mais distante do que muitos jogadores imaginavam. FONTE: digitaltrends.com Confira mais notícias de jogos →
The Sinking City 2 | Review

Arkham está afundando. A cidade foi tomada por enchentes repentinas, criaturas grotescas começaram a surgir entre ruas e prédios abandonados, e aqueles que permaneceram por lá passaram a testemunhar coisas que desafiam qualquer explicação. Em meio ao caos, Calvin tem apenas um objetivo: encontrar uma maneira de despertar Faye, o amor de sua vida, de um sono do qual ela simplesmente não consegue acordar. É nesse cenário que The Sinking City 2 coloca a Frogwares diante de um desafio considerável. Conhecido principalmente pelos jogos de investigação da série Sherlock Holmes e pelo primeiro The Sinking City, o estúdio ucraniano decidiu mudar consideravelmente de direção e apostar em uma experiência muito mais próxima do survival horror. A mudança é significativa. Salas seguras, inventário limitado, gerenciamento de recursos, ambientes repletos de caminhos bloqueados e a necessidade de revisitar determinadas áreas passam a fazer parte da rotina. O combate também assume um papel muito mais importante, exigindo que o jogador observe o comportamento das criaturas e escolha com cuidado quando atacar ou recuar. Ao mesmo tempo, a Frogwares não abandona completamente aquilo que marcou seus trabalhos anteriores. A investigação continua presente na exploração de Arkham, seja por meio de documentos e pistas espalhados pelos cenários ou dos mistérios opcionais que podem ser descobertos durante a jornada. É justamente nessa combinação entre investigação e terror que The Sinking City 2 constrói sua identidade, enquanto tenta encontrar seu espaço em um gênero que já possui alguns dos maiores nomes da indústria. Agradecemos à Frogwares pela disponibilização antecipada da chave de The Sinking City 2 para PlayStation 5, que nos permitiu jogar e analisar o título antes de seu lançamento. A confiança do estúdio em nosso trabalho foi fundamental para que pudéssemos preparar esta review com antecedência. Uma cidade prestes a desaparecer Três meses se passaram desde que Faye entrou em um sono profundo e nunca mais despertou. O problema é que Calvin não consegue lembrar exatamente o que aconteceu naquela noite. Existe um vazio em suas memórias relacionado a um ritual realizado pelos dois durante uma de suas buscas por conhecimento oculto. Sem saber o que deu errado, ele decide recorrer novamente ao ocultismo para tentar encontrar uma resposta — e, principalmente, uma maneira de trazer Faye de volta. A situação se torna ainda mais complicada porque Arkham está praticamente condenada. O oceano tomou conta de boa parte da cidade e uma evacuação está em andamento. Calvin, porém, não pretende partir. O livro que contém as palavras necessárias para realizar o ritual está na Universidade Miskatonic, obrigando-o a permanecer em um lugar que já deveria estar completamente abandonado. É um ponto de partida simples, mas eficiente. A motivação do protagonista nunca fica perdida no meio da loucura que toma conta de Arkham. Existe uma razão clara para ele continuar avançando, mesmo quando cada novo local parece mais perigoso que o anterior. A jornada passa por diferentes regiões da cidade, cada uma com sua própria identidade visual, desafios e criaturas. E é justamente na maneira como esses espaços são construídos que The Sinking City 2 encontra seu maior trunfo. Investigação encontra o survival horror A primeira grande área já deixa claro o caminho escolhido pela Frogwares. Arkham está parcialmente submersa e Calvin utiliza um barco para atravessar as ruas inundadas em direção à Universidade Miskatonic. Naturalmente, chegar ao destino não significa simplesmente seguir em linha reta. Uma comporta bloqueia o caminho, por exemplo, e o painel elétrico responsável por controlá-la está sem um fusível. A solução parece óbvia, mas o jogo não entrega o item de bandeja. É preciso explorar os arredores, entrar em prédios destruídos pelas enchentes e descobrir onde está o que você precisa. Essa estrutura lembra bastante os remakes modernos de Resident Evil, principalmente na maneira como o mapa se transforma em uma espécie de quebra-cabeça. Salas e corredores são registrados conforme são explorados, enquanto áreas completamente investigadas mudam de aparência no mapa. Chaves, dispositivos e outros objetos permitem acessar locais que antes estavam bloqueados. É aquele clássico ciclo de “não consigo passar por aqui agora, então talvez encontre a solução mais tarde”. A diferença é que a Frogwares combina essa estrutura com aquilo que sabe fazer melhor: investigação. Ao explorar Arkham, você encontra cartas, documentos, diários e outros fragmentos de informação. Alguns servem apenas para ampliar a história e explicar melhor o que aconteceu naquele mundo. Outros fazem parte de investigações opcionais que podem ser montadas dentro de uma aba específica do jogo. No nível de dificuldade padrão dos quebra-cabeças, o próprio jogo oferece algumas indicações sobre quais informações estão relacionadas. Na dificuldade mais alta, essas pistas desaparecem. Você precisa ler os documentos, interpretar as informações e descobrir por conta própria quais peças pertencem ao mesmo mistério. Quando a conexão está correta, o jogo confirma sua dedução. Pode parecer algo pequeno, mas esse sistema funciona muito bem porque transforma a exploração em algo mais do que uma busca por munição e itens de cura. Você está constantemente procurando alguma coisa que possa ter utilidade imediata ou que talvez só faça sentido vários minutos depois. E vale a pena investigar. As missões opcionais podem revelar novos detalhes sobre Arkham, apresentar pequenas cenas adicionais e, principalmente, oferecer recompensas realmente úteis. Há melhorias permanentes para armas, runas utilizadas no sistema de progressão e novos espaços para equipar talentos passivos. Isso cria um incentivo muito natural para sair do caminho principal. Explorar Arkham é a melhor parte A Frogwares acertou ao reduzir a escala das áreas em comparação com o primeiro The Sinking City. Em vez de oferecer espaços enormes e relativamente abertos, The Sinking City 2 aposta em ambientes menores, porém muito mais densos. Cada local possui seus próprios elementos e desafios, e voltar para uma área antiga raramente parece simplesmente repetir o mesmo caminho. O distrito alagado próximo à Universidade Miskatonic, por exemplo, utiliza o barco como parte importante da exploração. Já o hospital Memorial possui uma identidade completamente diferente, com portas que apresentam rostos humanos e uma atmosfera muito mais claustrofóbica. Essas
Final Fantasy Resonance revela novo trailer focado em Noctis

A Square Enix divulgou um novo trailer de Final Fantasy Resonance com foco em Noctis, protagonista de Final Fantasy XV. O personagem será uma das Visões disponíveis durante a aventura e poderá emprestar suas habilidades ao grupo principal. A prévia mostra Noctis em ação com o visual HD-2D do RPG, destacando sua velocidade nos combates e o uso de armas invocadas. O vídeo também apresenta o Armiger Unleashed, uma das técnicas mais poderosas associadas ao príncipe de Lucis. Como funcionam as Visões em Final Fantasy Resonance Em Final Fantasy Resonance, as Visões são ecos cristalizados de heróis de outros jogos da franquia. Os protagonistas podem equipá-las para aumentar atributos, aprender magias e ampliar as possibilidades durante as batalhas. Cada integrante da equipe poderá utilizar uma Visão por vez. As habilidades aprendidas, porém, continuam disponíveis mesmo depois que o jogador troca de personagem. Isso permite combinar diferentes técnicas, elementos e funções de combate de acordo com a situação. O sistema tem uma relação clara com os tradicionais empregos da franquia, mas coloca personagens conhecidos de outros capítulos no centro da estratégia. Noctis se junta a outros personagens clássicos Noctis não será o único personagem conhecido de Final Fantasy disponível como Visão. A Square Enix já confirmou outras participações no RPG. Cloud, de Final Fantasy VII, terá habilidades voltadas para golpes críticos, enquanto Shantotto, de Final Fantasy XI, será especializada em magia ofensiva dos elementos trovão, água e escuridão. O Guerreiro da Luz, protagonista do Final Fantasy original, também fará parte do elenco. Suas habilidades são voltadas para defesa e ataques dos elementos terra, raio e luz, tornando-o uma opção mais focada em proteção e suporte ao grupo. Quando Final Fantasy Resonance será lançado? Final Fantasy Resonance adapta e expande o primeiro arco narrativo de Final Fantasy Brave Exvius para consoles e PC. O RPG será lançado em 22 de outubro de 2026 para PlayStation 5, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, Xbox Series X|S e PC. A presença de personagens de diferentes capítulos da franquia é um dos principais atrativos do projeto, especialmente porque suas habilidades poderão ser combinadas durante os combates. Confira mais notícias de jogos →
Tides of Annihilation revela 40 minutos de gameplay e detalha seu combate frenético

Tides of Annihilation voltou aos holofotes neste sábado (15) durante seu primeiro grande teste presencial em Chengdu, na China. O evento ofereceu aos participantes cerca de uma hora de acesso ao jogo e trouxe um dos materiais mais completos já divulgados pela Eclipse Glow Games, com aproximadamente 40 minutos de gameplay mostrando exploração, combate, novos Cavaleiros da Távola Redonda e confrontos contra chefes. Realizado entre os dias 15 e 16 de agosto, o teste permite seguir diferentes caminhos durante a demonstração. Os jogadores podem dedicar mais tempo à exploração ou avançar diretamente para os combates, dando uma ideia mais clara de como a aventura pretende equilibrar seus diferentes elementos. Mais do que apresentar novas cenas, o material ajuda a esclarecer uma questão que acompanha Tides of Annihilation desde seu anúncio: apesar da atmosfera sombria, dos inimigos gigantescos e da aparência que pode remeter aos jogos da FromSoftware, o título não é um souls-like. Tides of Annihilation aposta em ação inspirada em Devil May Cry A Eclipse Glow Games já havia explicado que sua principal referência para o combate está mais próxima de jogos como Devil May Cry. O novo gameplay reforça essa direção, com um sistema focado em movimentação, combos e ataques aéreos. Gwendolyn pode lançar inimigos para o alto e continuar a sequência de golpes enquanto permanece no ar. A protagonista também consegue combinar seus próprios ataques com as habilidades dos cavaleiros que a acompanham, criando diferentes possibilidades durante os confrontos. O jogo ainda contará com opções de dificuldade, uma decisão que reforça a intenção do estúdio de tornar a experiência acessível também para jogadores que não estão acostumados com jogos de ação mais exigentes. Os Cavaleiros da Távola Redonda são parte central do combate Uma das principais características de Tides of Annihilation é justamente o sistema envolvendo os Cavaleiros da Távola Redonda. É possível preparar quatro deles simultaneamente e alternar entre os personagens durante os próprios combos. Cada cavaleiro possui funções diferentes no campo de batalha. Alguns são voltados para ataques especiais, enquanto outros podem oferecer opções defensivas ou efeitos capazes de modificar o ritmo dos confrontos. O novo material apresenta personagens conhecidos das lendas arturianas, incluindo Bedivere, Gaheris, Palamedes, Kay e Gawain. A possibilidade de combinar diferentes cavaleiros deve ter um papel importante tanto na progressão quanto na maneira como cada jogador encara os combates. Uma Londres destruída pelas lendas do Rei Arthur A ambientação continua sendo outro dos aspectos mais particulares do projeto. Em vez de transportar as histórias do Rei Arthur para uma fantasia medieval tradicional, a Eclipse Glow Games mistura as lendas arturianas com uma Londres moderna devastada por uma invasão sobrenatural. Gwendolyn é uma das sobreviventes da catástrofe e possui a capacidade de invocar versões espectrais dos lendários cavaleiros. Sua jornada envolve descobrir o que aconteceu com Londres enquanto elementos da realidade, da fantasia e das histórias arturianas começam a se misturar. Essa combinação também ajuda a explicar a identidade visual do jogo, que alterna entre uma cidade moderna destruída e elementos diretamente ligados às lendas do Rei Arthur. Cavaleiros Colossais prometem confrontos em grande escala Os inimigos também podem alcançar proporções bem maiores do que os adversários encontrados nos combates convencionais. Desde a apresentação de Tides of Annihilation, a Eclipse Glow Games vem destacando os chamados Cavaleiros Colossais. Essas criaturas gigantescas não servem apenas como chefes tradicionais. O jogador poderá escalá-las e explorar seus corpos durante determinados momentos da aventura, além de enfrentá-las em confrontos de grande escala. O novo gameplay oferece uma visão mais ampla de como o estúdio pretende trabalhar essa diferença de escala, embora ainda existam detalhes sobre essas batalhas que permanecem em segredo. Quando Tides of Annihilation será lançado? A Eclipse Glow Games ainda não revelou uma data de lançamento para Tides of Annihilation. O jogo está confirmado para PlayStation 5, PC e Xbox Series X|S. A espera por novas informações, no entanto, não deve ser longa. Depois do teste presencial em Chengdu, o jogo estará disponível para o público durante a Gamescom 2026, no fim de agosto. A desenvolvedora também prepara uma demonstração expandida para o evento e um novo trailer para a Opening Night Live, marcada para 25 de agosto. A apresentação deve trazer mais detalhes sobre a aventura e pode ser uma das principais oportunidades para conhecermos melhor o projeto antes de seu lançamento. Confira mais notícias de jogos →