Control Resonant terá 60 FPS no PS5 e três modos no PS5 Pro

Faltando poucos dias para o lançamento de Control Resonant, a Remedy Entertainment revelou novos detalhes sobre o desempenho do jogo no PlayStation 5 e no PS5 Pro. As informações incluem resolução, taxa de quadros, ray tracing e suporte aos recursos do DualSense. A versão para PS5 terá os tradicionais modos Desempenho e Qualidade, enquanto o PS5 Pro contará com uma terceira opção voltada para telas de 120 Hz. O console mais potente da Sony também utilizará o PSSR e terá ray tracing em determinados modos. No PS5, o modo Desempenho terá como objetivo entregar 60 FPS em 1440p, enquanto o modo Qualidade priorizará a resolução 4K (2160p) a 30 FPS. Os 60 quadros por segundo já haviam sido confirmados anteriormente por Arhi Makkonen, senior level designer da Remedy. Durante uma entrevista na Gamescom 2026, o desenvolvedor explicou que a versão para consoles seguiria a tradicional divisão entre Qualidade e Desempenho, com a segunda opção priorizando os 60 FPS. Um detalhe que chama atenção nas novas especificações é a ausência de uma menção explícita ao ray tracing nos modos do PS5 convencional. Isso contrasta com Control: Ultimate Edition, que oferecia a tecnologia no PS5 em seu modo gráfico de 30 FPS. PS5 Pro terá 3 modos gráficos É no PS5 Pro que Control Resonant apresenta as principais diferenças. A Remedy utilizará o PSSR, sistema de reconstrução de imagem da Sony, e oferecerá três configurações gráficas. O modo Desempenho terá como alvo 60 FPS com saída em 2160p, utilizando o PSSR para a reconstrução da imagem. A Remedy não especificou, nas informações divulgadas, qual será a resolução interna utilizada antes da reconstrução. Já o modo Qualidade mantém a saída em 2160p a 30 FPS e acrescenta efeitos de ray tracing. Entre as duas opções existe o modo Balanceado, desenvolvido para TVs ou monitores compatíveis com 120 Hz. Essa configuração mira 40 FPS em 2160p, também com ray tracing, funcionando como uma alternativa intermediária entre qualidade visual e fluidez. A confirmação dos números chega depois de a Remedy evitar divulgar especificações exatas para o PS5 Pro no início de setembro. Na época, Makkonen afirmou apenas que o jogo apresentava bom desempenho no console e que a equipe ainda trabalhava nos detalhes finais da otimização. A Sony já classifica Control Resonant como PS5 Pro Aprimorado em sua página oficial. DualSense terá recursos específicos A versão para PlayStation também aproveitará recursos do DualSense, incluindo feedback tátil e gatilhos adaptáveis. Os gatilhos poderão apresentar diferentes níveis de resistência de acordo com as ações e poderes utilizados por Dylan, enquanto o feedback tátil será usado para transmitir impactos e outros efeitos paranormais encontrados durante a aventura. O uso desses recursos acompanha uma mudança importante no próprio combate de Control Resonant. Se o primeiro jogo tinha nas armas de fogo um de seus principais pilares, a sequência coloca Dylan Faden no centro da ação e dá muito mais espaço aos confrontos corpo a corpo. A principal arma do protagonista será a Aberrante, que pode assumir diferentes formas durante as batalhas. A Remedy descreve o novo sistema como mais agressivo e focado em manter o ritmo dos confrontos: ataques corpo a corpo recuperam recursos para habilidades, poderes podem atordoar inimigos e execuções aumentam temporariamente o dano físico. Control Resonant será o maior jogo da Remedy As mudanças não ficam restritas ao combate. A escala de Control Resonant também será consideravelmente maior que a do primeiro jogo. Segundo Arhi Makkonen, o título é o maior jogo já desenvolvido pela Remedy. A sequência abandona a estrutura quase totalmente concentrada na Casa Mais Antiga e leva Dylan para uma Manhattan distorcida por forças paranormais. A cidade, porém, não funcionará como um mundo aberto tradicional. Manhattan será dividida em grandes áreas interconectadas, com boa parte delas sendo liberada para exploração depois de aproximadamente uma ou duas horas de campanha. A partir desse momento, será possível alternar com mais liberdade entre missões principais, atividades secundárias e exploração. Essa estrutura também terá impacto direto na duração da aventura. De acordo com testes internos da Remedy, a campanha principal deverá durar entre 25 e 30 horas, enquanto quem quiser explorar praticamente todo o conteúdo poderá ultrapassar 50 horas. Nem todas as habilidades e possibilidades de construção do personagem poderão ser desbloqueadas em uma única campanha. Por isso, Control Resonant contará com New Game Plus, permitindo levar melhorias da Aberrante, poderes paranormais, talentos, artefatos e outros elementos para uma nova jornada. Data de lançamento e versões Control Resonant será lançado digitalmente em 24 de setembro de 2026 para PlayStation 5, PC e Xbox Series X|S. No Brasil, a edição padrão aparece na PlayStation Store por R$ 230,90, enquanto a Digital Deluxe custa R$ 261,90. Entre os benefícios da edição mais cara está o acesso antecipado de 48 horas, permitindo começar a jogar em 22 de setembro. A Remedy já confirmou que o jogo atingiu o estágio Gold, indicando que a versão destinada ao lançamento foi concluída. Quem optar pela versão física, no entanto, terá que esperar mais algumas semanas. As cópias em disco foram adiadas para 15 de outubro, cerca de três semanas depois da chegada da versão digital. Para quem pretende comprar Control Resonant em mídia física, essa passa a ser a opção para garantir o jogo em disco.
Battlefield 6 recebe evento de coleção Enterro Naval na Temporada 4

Battlefield 6 e Battlefield REDSEC receberam nesta terça-feira (15) a atualização Ofensiva Marítima, que marca a etapa final da Temporada 4. O novo conteúdo adiciona o Evento de Coleção Enterro Naval e traz ainda o aguardado Chat por proximidade ao REDSEC, inicialmente em fase de testes. O Evento de Coleção Enterro Naval ficará disponível entre 15 de setembro e 12 de outubro. Durante o período, os jogadores poderão completar uma série de missões táticas para obter itens destinados à melhoria do arsenal. Quem concluir todo o evento terá acesso a uma recompensa adicional: a Faca de Mergulho da Marinha Real. A arma corpo a corpo foi projetada para combates de curta distância e combina alto poder de ataque com durabilidade. A atualização encerra a fase final da Temporada 4 de Battlefield 6, enquanto o Chat por proximidade começa a ser testado em Battlefield REDSEC. O recurso permite que jogadores próximos se comuniquem durante as partidas, adicionando uma nova camada à interação entre os participantes. Leia mais sobre o evento de coleção e como obter as recompensas aqui.
PS Plus perde Silent Hill 2, Yakuza e mais 6 jogos em outubro

A Sony começou a atualizar nesta terça-feira (15) a seção de jogos que deixarão o catálogo do PS Plus em outubro de 2026. Entre os primeiros títulos identificados estão Silent Hill 2, Yakuza: Like a Dragon e Jurassic World Evolution 2. Os jogos passaram a aparecer na seção “Última chance para jogar” da PlayStation Store em algumas regiões. Ao todo, oito títulos foram encontrados até o momento: Quando os jogos deixam o PS Plus? Os títulos devem permanecer disponíveis até 20 de outubro de 2026, quando está prevista a próxima atualização dos jogos oferecidos nos planos Extra e Deluxe. Entre os nomes da lista, Silent Hill 2 é uma das opções mais fáceis de encaixar nas próximas semanas, enquanto Yakuza: Like a Dragon exige um compromisso bem maior de tempo para quem pretende avançar por uma parcela significativa da campanha e de seus conteúdos. A relação também pode variar de acordo com a região. Lake, Death Squared e Harvest Moon: Light of Hope Special Edition aparecem apenas em determinados mercados neste primeiro levantamento, portanto ainda é possível que a lista da PlayStation Store brasileira seja diferente. Por se tratar de uma seção que pode ser modificada ao longo do mês, a Sony ainda pode acrescentar outros jogos à área “Última chance para jogar”. A lista atual, portanto, pode não representar todos os títulos que deixarão o catálogo em outubro.
The Last of Us Part II: Sony derruba mod multiplayer para PC

A Sony pediu ao modder Speclizer que não publique um mod multiplayer de The Last of Us Part II para PC que estava em desenvolvimento há cerca de nove meses. O projeto começou em janeiro e tinha lançamento previsto para este mês. Speclizer confirmou a decisão nas redes sociais, revelando que recebeu uma carta enviada em nome da Sony Interactive Entertainment solicitando que o mod não fosse lançado. O mod estava sendo desenvolvido com apoio de contribuições feitas por meio do Patreon. Speclizer não informou o motivo apresentado pela Sony para impedir a publicação do projeto. Hey everyone, as you all know, the TLOU 2 Multiplayer mod that has been in development since January was supposed to release this month. Unfortunately I recently received a letter on behalf of Sony Interactive Entertainment requesting for the mod not to be released. Extremely sad… — Speclizer (@Speclizer_) September 13, 2026 A ideia era criar uma experiência multiplayer inspirada no Factions, modo online presente no primeiro The Last of Us. Personagens da campanha poderiam disputar partidas em diferentes áreas do jogo, trazendo de volta uma estrutura multiplayer que acabou ficando de fora da sequência. O projeto não tinha relação com os planos originais da Naughty Dog para o multiplayer de The Last of Us Part II. O estúdio chegou a trabalhar em um modo online próprio, mas abandonou o desenvolvimento antes de seu lançamento. Com a solicitação da Sony, o mod não será lançado como planejado. Speclizer agradeceu pelo apoio recebido durante os meses de desenvolvimento e afirmou que pretende levar esse suporte para seu próximo projeto, que será uma criação original. Assim, The Last of Us Part II permanece sem uma experiência multiplayer oficial ou criada por fãs no PC, enquanto Speclizer segue trabalhando em seu novo projeto. FONTE: x.com
Marvel’s Wolverine: Insomniac reage às críticas e promete ouvir jogadores

Marvel’s Wolverine chegou ao PlayStation 5 nesta terça-feira (15), mas o lançamento já veio acompanhado de bastante discussão nas redes sociais. Após a publicação das primeiras análises da imprensa, algumas decisões do jogo passaram a ser alvo de críticas, e a Insomniac Games aparentemente já está avaliando o feedback recebido. James Stevenson, diretor de comunidade e marketing da Insomniac, comentou o assunto no X e indicou que a equipe começou a trabalhar em respostas para parte das reclamações. “Temos ouvido 100% nos últimos dias, e a equipe trabalhou duro hoje em resposta a parte do feedback”, afirmou Stevenson, em uma referência bem-humorada ao “cheiro” vindo da cozinha do estúdio. We have been 100% listening over the last few days and the team has been cooking hard today in response to some of the feedback – in case you were wondering what that smell out of our kitchen was 😉 https://t.co/6gP7baydE5 — James Stevenson (@JamesStevenson) September 15, 2026 A escolha das palavras parece fazer referência a uma das críticas mais recorrentes sobre Marvel’s Wolverine: as trilhas de cheiro que aparecem durante a aventura. A habilidade representa o olfato aguçado de Wolverine e permite que o jogador siga rastros enquanto o personagem procura uma pessoa ou identifica determinado cheiro. Embora a mecânica faça sentido dentro das habilidades do herói, alguns jogadores reclamaram da frequência com que ela é utilizada e da maneira bastante direta como conduz o jogador pelo caminho. A declaração de Stevenson não confirma quais mudanças serão feitas, mas sugere que as críticas já chegaram à equipe de desenvolvimento e estão sendo consideradas. Como é comum em grandes lançamentos, Marvel’s Wolverine também deve receber atualizações após a chegada ao PS5, e as trilhas de cheiro podem estar entre os elementos que passarão por ajustes. FONTE