O tão aguardado jogo de ação, Lost Soul Aside, finalmente chegou! Concebido originalmente por apenas uma pessoa em 2014, o projeto evoluiu para se tornar um dos primeiros títulos do China Hero Project em 2016. Após mais de uma década e diversos adiamentos, o estúdio Ultizero Games finalmente lança a sua promessa de aventura. Mas será que toda essa espera se justificou? Ou o resultado é uma grande decepção?
Nesta análise completa, exploramos a história, o combate e a exploração de Lost Soul Aside para descobrir se ele está à altura de suas inspirações, como Final Fantasy e Devil May Cry. Agradecemos à PlayStation por nos fornecer uma key para PS5, permitindo-nos realizar esta análise detalhada.
História: Uma Batalha Milenar

A história de Lost Soul Aside não é um desastre, mas fica aquém do seu potencial. Há mil anos, a humanidade foi invadida por seres alienígenas chamados Voidrax. Após uma guerra mortal, a raça humana, com a ajuda de alguns Voidrax pacifistas, conseguiu derrotar os invasores. Para garantir a paz, fragmentos da alma do líder inimigo, Aramom, foram aprisionados em cristais escondidos em cinco dimensões paralelas.
No entanto, um dos generais humanos, AltoCastro, tomou o poder e fundou o império de Celestria. Ele escravizou Arena, o Voidrax mais poderoso que lutou ao seu lado, usando-o como uma fonte de energia. Lost Soul Aside começa com essa premissa.
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Combate: O Ponto Forte do Jogo

O combate é, sem dúvida, o ponto alto de Lost Soul Aside. Este aspecto foi claramente o foco principal da Ultizero Games. No início, o arsenal do protagonista Kazer é limitado, mas isso muda drasticamente quando ele encontra seu companheiro, Arena.
Arena pode se transformar em quatro armas distintas:
- Espada: Rápida e ágil para ataques precisos.
- Espada Pesada: Devastadora para golpes de grande impacto.
- Lança: Perfeita para ataques à distância e para ativar mecanismos.
- Foice: Excelente para encurtar a distância até os inimigos.
Cada forma tem sua própria árvore de habilidades, permitindo uma grande variedade de ataques. Além disso, muitos inimigos têm fraquezas a elementos específicos, incentivando o jogador a alternar entre as armas. Arena também oferece ataques especiais fortes, com um tempo de recarga considerável. Por fim, uma transformação simbiótica com Kazer adiciona dano extra e deixa o combate ainda mais intenso.
Exploração: A Aventura se Torna Repetitiva

Enquanto o combate brilha, a exploração deixa a desejar. Os níveis estão repletos de itens colecionáveis, como consumíveis, ouro e ingredientes de “crafting”. Contudo, a utilidade e a variedade desses itens são baixas. As poções de cura, por exemplo, são mais do que suficientes para a maior parte da jornada, tornando a coleta de outros itens desnecessária.
Além disso, a exploração não é recompensadora. A maioria dos itens importantes está no caminho principal e é obrigatória para o progresso. Isso torna a exploração de áreas secundárias tediosa, pois há pouca variedade no que se pode encontrar. Os níveis, por sua vez, são longos e podem se tornar repetitivos. Embora cada área introduza uma mecânica nova, o design se estende demais, o que pode desmotivar o jogador ao longo do tempo.
Lost Soul Aside Vale a Pena?: Lost Soul Aside oferece um combate divertido e polido, com mecânicas que claramente se inspiram em grandes títulos. No entanto, sua história e exploração ficam aquém do esperado. A espera de 11 anos resultou em um jogo com um grande potencial, mas que tropeça em alguns pontos importantes. – Jimmy
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