Gears of War: E-Day | Versão cancelada de PS5 pode ter custado US$ 500 mi

A Microsoft cancelou a versão de Gears of War: E-Day para PlayStation 5 quando o projeto estaria próximo da conclusão. Agora, uma reportagem do Kotaku aponta que o desenvolvimento do jogo pode ter custado cerca de US$ 500 milhões, valor que colocaria o novo capítulo da franquia entre as produções mais caras da indústria. Segundo o site, fontes familiarizadas com o projeto indicam que o orçamento chegou à marca de meio bilhão de dólares. A estimativa chama a atenção por superar os US$ 300 milhões atribuídos a jogos como Marvel’s Spider-Man 2 e Marvel’s Wolverine, que também envolvem despesas elevadas com licenciamento de propriedades da Disney. O valor divulgado pelo Kotaku também foi considerado plausível por Chris Dring, do The Game Business, e Jez Corden, do Windows Central. Corden, porém, observou que há discussões sobre como o orçamento teria sido distribuído. Até o momento, não há confirmação de que os US$ 500 milhões correspondam especificamente à versão para PlayStation 5. O valor citado diz respeito ao desenvolvimento de Gears of War: E-Day, e não há detalhes públicos sobre quanto teria sido investido na edição cancelada. Custo elevado pode explicar cancelamento no PS5 Yes, so this, from what I’m told, is very true. $500 million. Unbelievable. — Christopher Dring (@Chris_Dring) October 22, 2026 De acordo com o Kotaku, a Microsoft teria concluído que não conseguiria recuperar o investimento no jogo, independentemente das plataformas em que ele fosse lançado. Essa avaliação teria contribuído para a decisão de cancelar a versão de PS5, mesmo com o projeto supostamente próximo de ser concluído. A publicação, no entanto, não apresenta uma confirmação oficial da Microsoft sobre os motivos do cancelamento. Por isso, embora o orçamento seja apontado como um possível fator, não é possível afirmar que ele tenha sido a única razão para a decisão. Andy Robinson, do VGC, também chamou a atenção para o silêncio da liderança do Xbox sobre o assunto. Segundo ele, a empresa tem respondido rapidamente a outros rumores nas redes sociais, tornando a ausência de uma manifestação neste caso digna de nota. Ainda assim, o silêncio não confirma, por si só, a veracidade das informações. Vale lembrar que estimativas de orçamento de grandes jogos nem sempre são precisas. Rumores recentes envolvendo outras produções, incluindo Physint, de Hideo Kojima, também geraram especulações sobre custos antes de haver informações confiáveis o suficiente para sustentá-las. Gears of War: E-Day conseguiria recuperar o investimento? Uma projeção recente da Alinea Analytics estimou que Gears of War: E-Day poderia vender aproximadamente 311 mil cópias, com a maioria dos jogadores optando por acessar o jogo por meio do Xbox Game Pass. Também há relatos de que a Microsoft pretende deixar de incluir jogos no serviço no dia do lançamento a partir do próximo ano. Caso essa mudança se concretize, ela poderá alterar a estratégia da empresa para seus grandes lançamentos, embora ainda não seja possível determinar como isso afetaria o desempenho comercial de E-Day. Se a estimativa de US$ 500 milhões estiver correta, recuperar o investimento seria um desafio considerável. Uma versão para PS5 poderia ampliar o alcance do jogo e atrair compradores fora do ecossistema Xbox, mas não há dados suficientes para calcular quanto essa edição acrescentaria à receita. Por enquanto, o orçamento exato e os motivos que levaram ao cancelamento da versão para PlayStation 5 não foram esclarecidos oficialmente pela Microsoft. O que se sabe é que a edição de PS5 foi descartada, enquanto o valor de US$ 500 milhões permanece uma estimativa divulgada por fontes da imprensa. FONTE: PushSquare
Tomb Raider: Legacy of Atlantis mostra evolução visual de Lara Croft em novo vídeo

A Crystal Dynamics e a Flying Wild Hog divulgaram detalhes sobre a nova aparência de Lara Croft em Tomb Raider: Legacy of Atlantis. Com lançamento marcado para 12 de fevereiro de 2027 no PlayStation 5, o jogo reimagina a aventura original da franquia e atualiza o visual da protagonista para celebrar os 30 anos da série. Como Lara Croft foi recriada para Tomb Raider: Legacy of Atlantis A proposta é modernizar a personagem sem abandonar a silhueta que a tornou conhecida desde sua estreia, em 1996. Para isso, a equipe recorreu a técnicas de renderização e animação que permitem trabalhar com mais detalhes no cabelo, na pele e nas expressões faciais. O cabelo foi desenvolvido para apresentar movimentos mais naturais, enquanto a técnica de subsurface scattering ajuda a reproduzir a interação da luz com a pele. As expressões faciais também receberam atenção, com o uso de blend shapes para ampliar as possibilidades de animação durante a aventura. Roupas digitalizadas a partir de peças reais A criação do figurino envolveu um processo que começou fora do ambiente digital. A equipe contratou um alfaiate para confeccionar roupas reais, que foram vestidas em manequins impressos em 3D e escaneadas para serem reproduzidas no jogo. O procedimento permite registrar detalhes do caimento e das dobras dos tecidos, que depois são recriados na versão digital de Lara. É uma abordagem que busca dar mais fidelidade às roupas durante os movimentos da personagem. Uma Lara que reúne diferentes fases da franquia A reformulação não se limita à aparência. Segundo John Stafford, diretor de narrativa da Crystal Dynamics, Tomb Raider: Legacy of Atlantis combina características de diferentes fases da série, reunindo o tom mais emocional da trilogia Survivor com a confiança associada à Lara dos jogos clássicos. “Reunimos os elementos míticos, realistas e grandiosos de diferentes fases de Tomb Raider em uma única Lara”, explica Stafford. Tomb Raider: Legacy of Atlantis será lançado em 12 de fevereiro de 2027 para PlayStation 5. A pré-venda já está disponível na PlayStation Store.
Final Fantasy Resonance ganha trailer de lançamento

A Square Enix lançou Final Fantasy Resonance, RPG que marca a estreia da franquia no estilo visual HD-2D. O jogo já está disponível para PlayStation 5, Nintendo Switch 2, Nintendo Switch, Xbox Series X|S e PC, via Steam e Xbox para PC. Quem quiser experimentar a aventura antes de comprar pode baixar uma demo gratuita, com possibilidade de transferir o progresso para a versão completa em todas as plataformas. Um novo RPG com inspiração nos clássicos Final Fantasy Resonance combina cenários tridimensionais com personagens e elementos em pixel art, em uma apresentação que remete aos RPGs clássicos da série. A aventura também recupera elementos tradicionais da franquia, como chocobos, espers, aeronaves e os Cristais, além de reunir personagens conhecidos, incluindo Cloud, Tidus e o Warrior of Light. A história acompanha Rain, um jovem cavaleiro do Reino de Grandshelt que recebe a responsabilidade de comandar um esquadrão de aeronaves. Ao lado de seu amigo de infância, Laswell, ele parte em uma jornada marcada por conflitos, reviravoltas e batalhas que envolvem o destino do mundo. O jogo expande o primeiro arco narrativo de Final Fantasy Brave Exvius, título lançado originalmente para dispositivos móveis. Em vez de uma adaptação direta, a Square Enix reconstruiu a experiência como um RPG completo para consoles e PC. Combate por turnos e personagens clássicos O sistema de combate mantém as batalhas por turnos tradicionais de Final Fantasy, mas acrescenta mecânicas para ampliar as possibilidades estratégicas. Um dos destaques são as Visions, manifestações de personagens da franquia que podem lutar ao lado do grupo e oferecer habilidades próprias. Explorar as fraquezas dos inimigos é fundamental para quebrar suas defesas, deixá-los atordoados e conquistar turnos extras. As Visions também podem executar poderosos ataques de Ressonância, apresentados em sequências cinematográficas que dependem das escolhas feitas durante os confrontos. Além da campanha principal, Final Fantasy Resonance oferece atividades opcionais para quem quiser explorar tudo o que o jogo tem a oferecer. Entre elas estão chefes extras, um Coliseu com monstros e recompensas, a Câmara das Armas, que reúne adversários poderosos ligados a armamentos lendários, e uma batalha contra a Ultima Weapon, inimigo recorrente na série. Assista ao trailer de lançamento de Final Fantasy Resonance: Final Fantasy Resonance já está disponível para PlayStation 5, Nintendo Switch 2, Nintendo Switch, Xbox Series X|S e PC. A demo gratuita permite conhecer o jogo antes da compra e transferir o progresso para a versão completa.
The Blood of Dawnwalker recebe primeira grande atualização

The Blood of Dawnwalker recebeu sua primeira grande atualização pós-lançamento. Disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, o patch 1.1 adiciona um novo nível de dificuldade, permite redistribuir pontos de habilidade e reúne mais de 1.100 melhorias e correções. Uma das principais novidades é a Poção de Renascimento da Mente (Draught of Mind Rebirth), item que permite redefinir os pontos de habilidade de Coen e distribuí-los novamente. A mudança dá aos jogadores a oportunidade de experimentar outras combinações sem precisar manter as escolhas feitas anteriormente. A atualização também inclui uma opção de dificuldade mais baixa, ajustes no tamanho das legendas e melhorias no comportamento da câmera. As mudanças fazem parte de um pacote que reúne novos recursos e uma série de correções para aprimorar diferentes aspectos do RPG de ação da Rebel Wolves. Confira o trailer da atualização de The Blood of Dawnwalker A atualização foi lançada pela Rebel Wolves em parceria com a Bandai Namco Entertainment. O patch 1.1 já está disponível nas três plataformas.
Valor Mortis | Review

Valor Mortis foi um daqueles jogos que me conquistaram apesar das minhas próprias reservas. Desde o anúncio, a ideia de transportar a fórmula soulslike para a primeira pessoa me deixava com um pé atrás. Afinal, boa parte da identidade do gênero está na leitura dos movimentos dos adversários, no posicionamento e na visão do espaço ao redor do personagem. Ainda assim, bastaram algumas horas com o jogo para que esse receio desse lugar à vontade de continuar explorando seu mundo e dominando suas mecânicas. Desenvolvido pela One More Level, conhecida pela série Ghostrunner, o jogo aposta em uma Europa do século XIX devastada por uma praga sobrenatural. A aventura acompanha William, um soldado do exército de Napoleão que morre no campo de batalha, mas retorna à vida com os poderes da própria doença que ameaça o continente. O resultado é uma experiência que combina combate exigente, movimentação ágil e uma ambientação marcada pelo horror. A mudança de direção em relação aos trabalhos anteriores do estúdio é evidente, mas algumas de suas características continuam presentes. A velocidade e a mobilidade ainda têm papel importante, agora adaptadas a confrontos que exigem paciência, precisão e uma boa leitura dos ataques inimigos. É nessa combinação que Valor Mortis encontra sua identidade e mostra que a perspectiva em primeira pessoa pode funcionar muito bem dentro do gênero. Agradecemos à One More Level por disponibilizar a key de Valor Mortis para PlayStation 5, utilizada na produção desta review. Um combate que convence desde os primeiros confrontos O maior mérito de Valor Mortis está no combate. Os movimentos respondem bem aos comandos, os confrontos têm um ritmo consistente e as mecânicas se complementam de maneira natural. Mesmo com a câmera posicionada atrás dos olhos de William, o jogo consegue transmitir a sensação de impacto e precisão necessária para que cada duelo seja satisfatório. O sistema gira em torno de aparadas, esquivas e execuções. Acertar o tempo de um parry permite quebrar a postura dos adversários e abrir espaço para um ataque decisivo. Não basta, portanto, atacar repetidamente até esvaziar a barra de vida inimiga: é preciso observar os movimentos, reconhecer as oportunidades e saber quando assumir o risco de contra-atacar. A inspiração em Sekiro: Shadows Die Twice é perceptível, especialmente na importância de dominar a defesa e transformar a agressividade do oponente em uma oportunidade. Valor Mortis, porém, encontra seu próprio ritmo ao combinar essas mecânicas com a perspectiva em primeira pessoa e os recursos disponíveis ao protagonista. William começa a jornada com um sabre e uma pistola, mas o arsenal cresce ao longo da aventura. Outras armas, como a rapieira, ampliam as possibilidades de combate, enquanto os poderes ligados à praga oferecem alternativas para lidar com diferentes situações. Entre as habilidades disponíveis estão ataques de fogo, controle temporal e um escudo. A pistola também tem utilidade além do dano direto. Ela permite atingir pontos fracos e interagir com elementos do cenário, incluindo objetos explosivos. Esse uso dos recursos à distância acrescenta uma camada estratégica aos confrontos e evita que o combate se resuma ao sabre e às aparadas. O resultado é um sistema de combate que exige aprendizado, mas não demora a mostrar suas qualidades. A resposta rápida aos comandos faz diferença, principalmente nos momentos em que um parry bem executado separa uma vitória de uma morte frustrante. A primeira pessoa é um risco que dá certo Minha principal preocupação antes de jogar era justamente a perspectiva escolhida pela One More Level. Em um soulslike, enxergar os adversários e entender o posicionamento de cada ameaça costuma ser fundamental. Em Valor Mortis, a visão mais limitada exige uma adaptação, sobretudo quando os confrontos deixam de ser duelos individuais. Contra um único inimigo, a câmera funciona muito bem. Os ataques vêm diretamente na direção do jogador, facilitando a leitura dos movimentos e tornando as aparadas bastante intuitivas. Existe uma proximidade com a ação que ajuda a dar peso aos combates, sem que o jogo precise recorrer a uma câmera tradicional em terceira pessoa. Os problemas aparecem quando vários adversários atacam ao mesmo tempo. A falta de visão periférica dificulta acompanhar tudo o que acontece ao redor, e não é raro receber um golpe pelas costas enquanto se tenta lidar com uma ameaça à frente. Em espaços estreitos, uma esquiva mal posicionada também pode deixar William encurralado, enquanto a troca de alvo nem sempre acontece com a rapidez necessária. Essas situações podem tornar alguns encontros mais complicados do que deveriam ser. Ainda assim, não considero a escolha da perspectiva um erro. Ela traz limitações reais, mas também contribui para a personalidade do jogo. O importante é que a One More Level consegue fazer o combate funcionar apesar delas, algo que eu próprio não tinha certeza de que aconteceria antes de experimentar o título. A herança de Ghostrunner aparece na movimentação Se o combate é o principal responsável por conquistar o jogador, a movimentação ajuda a manter a experiência interessante durante a exploração. A One More Level aproveita sua experiência com Ghostrunner para incorporar elementos de parkour a uma estrutura que, tradicionalmente, costuma dar mais importância ao deslocamento cuidadoso. William pode correr pelas paredes, utilizar um gancho e se balançar em determinados pontos do cenário. Essas habilidades ampliam as possibilidades de exploração e ajudam a quebrar a sequência de corredores e confrontos. Em vez de caminhar lentamente por ambientes perigosos o tempo todo, o jogador também precisa observar o cenário e encontrar maneiras de atravessar obstáculos. A combinação entre mobilidade e combate funciona especialmente bem porque dá variedade ao ritmo da aventura. A exploração exige atenção, mas não fica presa a uma movimentação excessivamente rígida, enquanto os confrontos pedem precisão mesmo quando o protagonista dispõe de ferramentas para se deslocar rapidamente. Essa abordagem também diferencia Valor Mortis de outros representantes do gênero. A movimentação mais ágil nem sempre será do agrado de quem prefere soulslikes tradicionais, mas considero a decisão coerente com a identidade do estúdio. Em vez de abandonar completamente o que aprendeu com Ghostrunner, a equipe adapta
Phantom Blade Zero ganha trailer de lançamento; mídia física chega em 2027

A S-GAME divulgou o trailer de lançamento de Phantom Blade Zero e confirmou que o RPG de ação receberá edições físicas para PlayStation 5 em 2027. As versões anunciadas incluem as edições Standard, Deluxe e Ultimate, mas ainda não tiveram preços ou datas específicas revelados. O jogo chega digitalmente ao PlayStation 5 e ao PC, via Steam e Epic Games Store, em 29 de outubro de 2026. Uma jornada com apenas 66 dias de vida Em Phantom Blade Zero, os jogadores assumem o papel de Soul, um guerreiro acusado de assassinar seu mestre. Gravemente ferido, ele descobre que tem apenas 66 dias de vida e passa a ser perseguido por antigos companheiros enquanto tenta descobrir quem está por trás da conspiração que arruinou sua vida. A história combina elementos tradicionais das narrativas wuxia, conhecidas por suas histórias de guerreiros, honra e artes marciais, com fantasia e terror folclórico. Ao longo da jornada, Soul encontrará alianças instáveis, inimigos poderosos e mistérios que envolvem o mundo ao seu redor. Combate inspirado no cinema de artes marciais Um dos principais destaques de Phantom Blade Zero é o sistema de combate, inspirado nos filmes de ação de Hong Kong. Desenvolvido na Unreal Engine 5, o jogo utiliza captura de movimentos para reproduzir golpes e coreografias de artes marciais com foco na precisão dos movimentos. A S-GAME chama essa combinação de artes marciais, tecnologia e elementos mecânicos de Kungfupunk, uma identidade visual que mistura tradições antigas com máquinas e cenários industriais. Soul também terá acesso a um amplo arsenal. O jogo contará com mais de 30 armas e 20 técnicas especiais chamadas Phantom Edges, que poderão ser combinadas de acordo com o estilo de combate do jogador. Derrotar determinados inimigos permitirá obter suas armas e técnicas características, ampliando as opções disponíveis durante as batalhas. Phantom Blade Zero será lançado digitalmente para PlayStation 5 e PC em 29 de outubro de 2026. As edições físicas Standard, Deluxe e Ultimate para PlayStation 5 estão previstas para 2027.