The Sinking City 2: Como abrir o cofre do apartamento 5

Durante a investigação envolvendo os fusíveis necessários para energizar o portão da casa do eletricista em The Sinking City 2, você encontrará um cofre trancado em um dos apartamentos próximos à loja de rádios. Assim como outros puzzles do jogo, a combinação não está indicada diretamente. Para descobri-la, é preciso prestar atenção às cartas encontradas na região e relacionar as informações com um detalhe presente na fachada da loja. Neste guia, mostramos onde encontrar o cofre, como descobrir a combinação e quais recompensas estão escondidas dentro dele. Onde encontrar o cofre O cofre está em um prédio residencial localizado ao lado da loja de rádios. Você passará por essa área enquanto procura os fusíveis necessários para energizar o portão da casa do eletricista. Como a entrada principal da loja está bloqueada, entre pelo prédio ao lado e suba até o andar superior. Primeiro, entre no Apartamento nº 6. A partir dele, será possível acessar o Apartamento nº 5, onde o cofre está localizado. Ao se aproximar do cofre, você encontrará uma carta presa a ele. A mensagem foi escrita pelo proprietário da loja para seu filho e menciona o “momento de maior orgulho” de sua vida. Essa é a primeira pista para solucionar o puzzle. Como descobrir a combinação A segunda pista está dentro da própria loja de rádios, em uma mensagem encontrada no balcão do caixa. A carta foi escrita pela irmã de Allen, proprietário do estabelecimento. Ela menciona que já haviam se passado 21 anos desde a abertura da loja e relembra o orgulho que ele sentia naquele dia. Com essas informações, o próximo passo é observar a fachada da loja. Logo abaixo da placa, há uma inscrição que indica o ano em que o estabelecimento foi inaugurado: Esse é o detalhe que conecta as duas pistas e revela a combinação do cofre. Código do cofre: 1908 Insira o número no mecanismo para abrir o cofre e coletar os itens armazenados nele. Como resolver o puzzle no painel de investigação Quem estiver jogando em uma dificuldade de investigação mais alta terá um desafio adicional, já que as frases importantes não ficam destacadas. Nesse caso, depois de encontrar as duas cartas, abra o painel do investigador e conecte as evidências relacionadas à loja e ao ano de sua inauguração. A dedução correta também rende um pequeno bônus de investigação. O que tem dentro do cofre? Depois de solucionar o puzzle, você encontrará dois recursos: As recompensas são particularmente úteis porque a sequência dos fusíveis pode colocar você diante de novos inimigos. As munições extras ajudam a preservar seus recursos, principalmente nas dificuldades mais altas, enquanto o item de cura pode ser importante caso você tenha chegado à região já com pouca vida. Código do cofre da loja de rádios Para quem veio diretamente ao guia em busca da solução, a combinação é: 🔐 1908 Depois de abrir o cofre, colete os recursos e continue sua busca pelos fusíveis. Explorar os ambientes com atenção é importante em The Sinking City 2, já que cartas, documentos e detalhes do cenário frequentemente escondem informações úteis para resolver seus puzzles. The Sinking City 2 já está disponível para PS5, Xbox Series X|S e PC e você pode conferir nossa Review Aqui! Confira mais Dicas →
The Sinking City 2 ganha trailer de lançamento

Após três anos de um desenvolvimento marcado por dificuldades, a Frogwares anunciou o lançamento de The Sinking City 2. O novo jogo de terror e investigação inspirado na obra de H.P. Lovecraft já está disponível para PS5, Xbox Series X|S e PC. Para celebrar a chegada do jogo, o estúdio também divulgou um novo trailer de lançamento, que destaca a atmosfera sombria, os combates contra criaturas sobrenaturais e a versão decadente de Arkham criada para a sequência. Nós já testamos o jogo e analisamos a nova aposta da Frogwares em nossa review de The Sinking City 2, na qual contamos se a mudança de direção funciona e se a sequência consegue entregar uma experiência à altura das expectativas. Segundo Sergiy Oganesyan, chefe de publicação da Frogwares, a equipe considera The Sinking City 2 o melhor jogo já desenvolvido pelo estúdio. O executivo também destacou os desafios enfrentados durante a produção, especialmente em meio à guerra na Ucrânia. “Acreditamos que este é o melhor jogo que já fizemos.” A Frogwares também assumiu um risco considerável ao mudar a estrutura da série para uma experiência mais focada em terror e combate, sem abandonar os elementos de investigação que marcaram o primeiro The Sinking City. Uma nova história em Arkham The Sinking City 2 leva os jogadores para uma versão lovecraftiana da América dos anos 1920, novamente tendo Arkham como cenário principal. Desta vez, uma inundação sobrenatural tomou conta da cidade, expulsando quase todos os seus habitantes e deixando para trás construções abandonadas, ruas alagadas e criaturas de outro mundo. O protagonista é Calvin Rafferty, um aventureiro especializado em ocultismo. Depois que um ritual envolvendo sonhos dá errado, sua namorada, Faye, fica presa em um misterioso estado de sono. Determinado a trazê-la de volta, Calvin precisa atravessar a cidade devastada e investigar seus segredos. No caminho, ele encontrará os Slither, criaturas sobrenaturais capazes de possuir cadáveres e transformá-los em perigosos fantoches ambulantes. Terror, combate e investigação A sequência aposta em uma combinação de exploração, combate e investigação, com diferentes elementos que fazem parte da experiência. Com The Sinking City 2, a Frogwares amplia a fórmula da série e aposta em uma experiência mais voltada ao horror de sobrevivência, sem deixar de lado a investigação que ajudou a definir o primeiro jogo. O título já pode ser jogado no PS5, Xbox Series X|S e PC. Sobre a Frogwares Fundada em 2000, a Frogwares é um estúdio independente de desenvolvimento de jogos com operações na Ucrânia e na Irlanda. A equipe é conhecida principalmente pela série Sherlock Holmes e pelos jogos de terror e investigação baseados no universo de Lovecraft, incluindo a franquia The Sinking City. Confira mais notícias de jogos →
Remothered: Red Nun’s Legacy será lançado em 27 de outubro

A Stormind Games confirmou nesta terça-feira a data de lançamento de Remothered: Red Nun’s Legacy, terceiro capítulo da série de survival horror. O jogo chegará ao PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC em 27 de outubro, pouco antes do Halloween. A desenvolvedora promete uma experiência inspirada no survival horror clássico, mas com uma abordagem moderna para ritmo, controles e produção. O novo capítulo combina tensão psicológica, inimigos humanos e uma série de segredos ligados ao passado da protagonista. Confira abaixo o trailer que revela a data de lançamento de Remothered: Red Nun’s Legacy: Uma nova jornada pelo pesadelo da Red Nun Em Remothered: Red Nun’s Legacy, a filha de Susan desaparece dentro de uma residência isolada aos pés do Monte Etna. Para encontrá-la, a protagonista precisará explorar uma casa repleta de cômodos escondidos, memórias esquecidas e perseguidores determinados a impedir seu avanço. A investigação também levará Susan às origens da Red Nun, revelando segredos que estão profundamente ligados à própria história de sua família. O jogo amplia as possibilidades de sobrevivência em relação aos capítulos anteriores. Susan poderá utilizar armas de combate corpo a corpo, embora os recursos sejam limitados, para afastar os Stalkers em momentos críticos. Também será possível utilizar poderes de hipnose para revelar caminhos ocultos e descobrir segredos espalhados pela residência. Hipnose será importante para explorar a residência Entre os principais recursos de Red Nun’s Legacy estão as habilidades sobrenaturais de Susan. A protagonista poderá utilizar a retrocognição, habilidades relacionadas a espelhos e até manipular mariposas para acessar memórias esquecidas e encontrar novas maneiras de atravessar o ambiente. Esses poderes não servirão apenas para avançar na história. Eles também serão importantes para resolver enigmas, revelar passagens escondidas e modificar a maneira como determinadas áreas podem ser exploradas. A experiência também aposta na investigação. Será necessário examinar os cômodos da residência em busca de pistas, itens importantes e elementos que ajudem a solucionar os quebra-cabeças e abrir novas áreas. Vozes conhecidas e trilha de Akira Yamaoka O elenco de vozes conta com nomes conhecidos dos videogames. Cissy Jones, conhecida por trabalhos em The Walking Dead e Life is Strange, participa do projeto ao lado de Maggie Robertson, intérprete de Lady Dimitrescu em Resident Evil Village. Outro destaque fica por conta da trilha sonora, assinada por Akira Yamaoka, compositor conhecido principalmente por seu trabalho na franquia Silent Hill. Os segredos do Cristo Morente A história também levará os jogadores ao Cristo Morente, um antigo convento siciliano relacionado às origens do mito da Red Nun. O local guarda uma história marcada por fé, culpa e rituais proibidos. Ao investigar suas instalações, Susan terá a oportunidade de descobrir como o passado do convento se conecta aos acontecimentos que envolvem sua própria família. Remothered: Red Nun’s Legacy será lançado em 27 de outubro para PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC. No computador, o jogo estará disponível pelo Steam, Epic Games Store e GOG.com. O título já pode ser adicionado à lista de desejos nas plataformas. Principais características Confira mais notícias de jogos →
The Sinking City 2 | Review

Arkham está afundando. A cidade foi tomada por enchentes repentinas, criaturas grotescas começaram a surgir entre ruas e prédios abandonados, e aqueles que permaneceram por lá passaram a testemunhar coisas que desafiam qualquer explicação. Em meio ao caos, Calvin tem apenas um objetivo: encontrar uma maneira de despertar Faye, o amor de sua vida, de um sono do qual ela simplesmente não consegue acordar. É nesse cenário que The Sinking City 2 coloca a Frogwares diante de um desafio considerável. Conhecido principalmente pelos jogos de investigação da série Sherlock Holmes e pelo primeiro The Sinking City, o estúdio ucraniano decidiu mudar consideravelmente de direção e apostar em uma experiência muito mais próxima do survival horror. A mudança é significativa. Salas seguras, inventário limitado, gerenciamento de recursos, ambientes repletos de caminhos bloqueados e a necessidade de revisitar determinadas áreas passam a fazer parte da rotina. O combate também assume um papel muito mais importante, exigindo que o jogador observe o comportamento das criaturas e escolha com cuidado quando atacar ou recuar. Ao mesmo tempo, a Frogwares não abandona completamente aquilo que marcou seus trabalhos anteriores. A investigação continua presente na exploração de Arkham, seja por meio de documentos e pistas espalhados pelos cenários ou dos mistérios opcionais que podem ser descobertos durante a jornada. É justamente nessa combinação entre investigação e terror que The Sinking City 2 constrói sua identidade, enquanto tenta encontrar seu espaço em um gênero que já possui alguns dos maiores nomes da indústria. Agradecemos à Frogwares pela disponibilização antecipada da chave de The Sinking City 2 para PlayStation 5, que nos permitiu jogar e analisar o título antes de seu lançamento. A confiança do estúdio em nosso trabalho foi fundamental para que pudéssemos preparar esta review com antecedência. Uma cidade prestes a desaparecer Três meses se passaram desde que Faye entrou em um sono profundo e nunca mais despertou. O problema é que Calvin não consegue lembrar exatamente o que aconteceu naquela noite. Existe um vazio em suas memórias relacionado a um ritual realizado pelos dois durante uma de suas buscas por conhecimento oculto. Sem saber o que deu errado, ele decide recorrer novamente ao ocultismo para tentar encontrar uma resposta — e, principalmente, uma maneira de trazer Faye de volta. A situação se torna ainda mais complicada porque Arkham está praticamente condenada. O oceano tomou conta de boa parte da cidade e uma evacuação está em andamento. Calvin, porém, não pretende partir. O livro que contém as palavras necessárias para realizar o ritual está na Universidade Miskatonic, obrigando-o a permanecer em um lugar que já deveria estar completamente abandonado. É um ponto de partida simples, mas eficiente. A motivação do protagonista nunca fica perdida no meio da loucura que toma conta de Arkham. Existe uma razão clara para ele continuar avançando, mesmo quando cada novo local parece mais perigoso que o anterior. A jornada passa por diferentes regiões da cidade, cada uma com sua própria identidade visual, desafios e criaturas. E é justamente na maneira como esses espaços são construídos que The Sinking City 2 encontra seu maior trunfo. Investigação encontra o survival horror A primeira grande área já deixa claro o caminho escolhido pela Frogwares. Arkham está parcialmente submersa e Calvin utiliza um barco para atravessar as ruas inundadas em direção à Universidade Miskatonic. Naturalmente, chegar ao destino não significa simplesmente seguir em linha reta. Uma comporta bloqueia o caminho, por exemplo, e o painel elétrico responsável por controlá-la está sem um fusível. A solução parece óbvia, mas o jogo não entrega o item de bandeja. É preciso explorar os arredores, entrar em prédios destruídos pelas enchentes e descobrir onde está o que você precisa. Essa estrutura lembra bastante os remakes modernos de Resident Evil, principalmente na maneira como o mapa se transforma em uma espécie de quebra-cabeça. Salas e corredores são registrados conforme são explorados, enquanto áreas completamente investigadas mudam de aparência no mapa. Chaves, dispositivos e outros objetos permitem acessar locais que antes estavam bloqueados. É aquele clássico ciclo de “não consigo passar por aqui agora, então talvez encontre a solução mais tarde”. A diferença é que a Frogwares combina essa estrutura com aquilo que sabe fazer melhor: investigação. Ao explorar Arkham, você encontra cartas, documentos, diários e outros fragmentos de informação. Alguns servem apenas para ampliar a história e explicar melhor o que aconteceu naquele mundo. Outros fazem parte de investigações opcionais que podem ser montadas dentro de uma aba específica do jogo. No nível de dificuldade padrão dos quebra-cabeças, o próprio jogo oferece algumas indicações sobre quais informações estão relacionadas. Na dificuldade mais alta, essas pistas desaparecem. Você precisa ler os documentos, interpretar as informações e descobrir por conta própria quais peças pertencem ao mesmo mistério. Quando a conexão está correta, o jogo confirma sua dedução. Pode parecer algo pequeno, mas esse sistema funciona muito bem porque transforma a exploração em algo mais do que uma busca por munição e itens de cura. Você está constantemente procurando alguma coisa que possa ter utilidade imediata ou que talvez só faça sentido vários minutos depois. E vale a pena investigar. As missões opcionais podem revelar novos detalhes sobre Arkham, apresentar pequenas cenas adicionais e, principalmente, oferecer recompensas realmente úteis. Há melhorias permanentes para armas, runas utilizadas no sistema de progressão e novos espaços para equipar talentos passivos. Isso cria um incentivo muito natural para sair do caminho principal. Explorar Arkham é a melhor parte A Frogwares acertou ao reduzir a escala das áreas em comparação com o primeiro The Sinking City. Em vez de oferecer espaços enormes e relativamente abertos, The Sinking City 2 aposta em ambientes menores, porém muito mais densos. Cada local possui seus próprios elementos e desafios, e voltar para uma área antiga raramente parece simplesmente repetir o mesmo caminho. O distrito alagado próximo à Universidade Miskatonic, por exemplo, utiliza o barco como parte importante da exploração. Já o hospital Memorial possui uma identidade completamente diferente, com portas que apresentam rostos humanos e uma atmosfera muito mais claustrofóbica. Essas
Final Fantasy Resonance revela novo trailer focado em Noctis

A Square Enix divulgou um novo trailer de Final Fantasy Resonance com foco em Noctis, protagonista de Final Fantasy XV. O personagem será uma das Visões disponíveis durante a aventura e poderá emprestar suas habilidades ao grupo principal. A prévia mostra Noctis em ação com o visual HD-2D do RPG, destacando sua velocidade nos combates e o uso de armas invocadas. O vídeo também apresenta o Armiger Unleashed, uma das técnicas mais poderosas associadas ao príncipe de Lucis. Como funcionam as Visões em Final Fantasy Resonance Em Final Fantasy Resonance, as Visões são ecos cristalizados de heróis de outros jogos da franquia. Os protagonistas podem equipá-las para aumentar atributos, aprender magias e ampliar as possibilidades durante as batalhas. Cada integrante da equipe poderá utilizar uma Visão por vez. As habilidades aprendidas, porém, continuam disponíveis mesmo depois que o jogador troca de personagem. Isso permite combinar diferentes técnicas, elementos e funções de combate de acordo com a situação. O sistema tem uma relação clara com os tradicionais empregos da franquia, mas coloca personagens conhecidos de outros capítulos no centro da estratégia. Noctis se junta a outros personagens clássicos Noctis não será o único personagem conhecido de Final Fantasy disponível como Visão. A Square Enix já confirmou outras participações no RPG. Cloud, de Final Fantasy VII, terá habilidades voltadas para golpes críticos, enquanto Shantotto, de Final Fantasy XI, será especializada em magia ofensiva dos elementos trovão, água e escuridão. O Guerreiro da Luz, protagonista do Final Fantasy original, também fará parte do elenco. Suas habilidades são voltadas para defesa e ataques dos elementos terra, raio e luz, tornando-o uma opção mais focada em proteção e suporte ao grupo. Quando Final Fantasy Resonance será lançado? Final Fantasy Resonance adapta e expande o primeiro arco narrativo de Final Fantasy Brave Exvius para consoles e PC. O RPG será lançado em 22 de outubro de 2026 para PlayStation 5, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, Xbox Series X|S e PC. A presença de personagens de diferentes capítulos da franquia é um dos principais atrativos do projeto, especialmente porque suas habilidades poderão ser combinadas durante os combates. Confira mais notícias de jogos →
Tides of Annihilation revela 40 minutos de gameplay e detalha seu combate frenético

Tides of Annihilation voltou aos holofotes neste sábado (15) durante seu primeiro grande teste presencial em Chengdu, na China. O evento ofereceu aos participantes cerca de uma hora de acesso ao jogo e trouxe um dos materiais mais completos já divulgados pela Eclipse Glow Games, com aproximadamente 40 minutos de gameplay mostrando exploração, combate, novos Cavaleiros da Távola Redonda e confrontos contra chefes. Realizado entre os dias 15 e 16 de agosto, o teste permite seguir diferentes caminhos durante a demonstração. Os jogadores podem dedicar mais tempo à exploração ou avançar diretamente para os combates, dando uma ideia mais clara de como a aventura pretende equilibrar seus diferentes elementos. Mais do que apresentar novas cenas, o material ajuda a esclarecer uma questão que acompanha Tides of Annihilation desde seu anúncio: apesar da atmosfera sombria, dos inimigos gigantescos e da aparência que pode remeter aos jogos da FromSoftware, o título não é um souls-like. Tides of Annihilation aposta em ação inspirada em Devil May Cry A Eclipse Glow Games já havia explicado que sua principal referência para o combate está mais próxima de jogos como Devil May Cry. O novo gameplay reforça essa direção, com um sistema focado em movimentação, combos e ataques aéreos. Gwendolyn pode lançar inimigos para o alto e continuar a sequência de golpes enquanto permanece no ar. A protagonista também consegue combinar seus próprios ataques com as habilidades dos cavaleiros que a acompanham, criando diferentes possibilidades durante os confrontos. O jogo ainda contará com opções de dificuldade, uma decisão que reforça a intenção do estúdio de tornar a experiência acessível também para jogadores que não estão acostumados com jogos de ação mais exigentes. Os Cavaleiros da Távola Redonda são parte central do combate Uma das principais características de Tides of Annihilation é justamente o sistema envolvendo os Cavaleiros da Távola Redonda. É possível preparar quatro deles simultaneamente e alternar entre os personagens durante os próprios combos. Cada cavaleiro possui funções diferentes no campo de batalha. Alguns são voltados para ataques especiais, enquanto outros podem oferecer opções defensivas ou efeitos capazes de modificar o ritmo dos confrontos. O novo material apresenta personagens conhecidos das lendas arturianas, incluindo Bedivere, Gaheris, Palamedes, Kay e Gawain. A possibilidade de combinar diferentes cavaleiros deve ter um papel importante tanto na progressão quanto na maneira como cada jogador encara os combates. Uma Londres destruída pelas lendas do Rei Arthur A ambientação continua sendo outro dos aspectos mais particulares do projeto. Em vez de transportar as histórias do Rei Arthur para uma fantasia medieval tradicional, a Eclipse Glow Games mistura as lendas arturianas com uma Londres moderna devastada por uma invasão sobrenatural. Gwendolyn é uma das sobreviventes da catástrofe e possui a capacidade de invocar versões espectrais dos lendários cavaleiros. Sua jornada envolve descobrir o que aconteceu com Londres enquanto elementos da realidade, da fantasia e das histórias arturianas começam a se misturar. Essa combinação também ajuda a explicar a identidade visual do jogo, que alterna entre uma cidade moderna destruída e elementos diretamente ligados às lendas do Rei Arthur. Cavaleiros Colossais prometem confrontos em grande escala Os inimigos também podem alcançar proporções bem maiores do que os adversários encontrados nos combates convencionais. Desde a apresentação de Tides of Annihilation, a Eclipse Glow Games vem destacando os chamados Cavaleiros Colossais. Essas criaturas gigantescas não servem apenas como chefes tradicionais. O jogador poderá escalá-las e explorar seus corpos durante determinados momentos da aventura, além de enfrentá-las em confrontos de grande escala. O novo gameplay oferece uma visão mais ampla de como o estúdio pretende trabalhar essa diferença de escala, embora ainda existam detalhes sobre essas batalhas que permanecem em segredo. Quando Tides of Annihilation será lançado? A Eclipse Glow Games ainda não revelou uma data de lançamento para Tides of Annihilation. O jogo está confirmado para PlayStation 5, PC e Xbox Series X|S. A espera por novas informações, no entanto, não deve ser longa. Depois do teste presencial em Chengdu, o jogo estará disponível para o público durante a Gamescom 2026, no fim de agosto. A desenvolvedora também prepara uma demonstração expandida para o evento e um novo trailer para a Opening Night Live, marcada para 25 de agosto. A apresentação deve trazer mais detalhes sobre a aventura e pode ser uma das principais oportunidades para conhecermos melhor o projeto antes de seu lançamento. Confira mais notícias de jogos →
Marvel’s Wolverine: trailer da D23 mostra Logan, Team X e Sentinelas em ação

Marvel’s Wolverine voltou aos holofotes durante a D23 com um novo trailer que coloca Logan no centro de uma sequência de combates contra alguns nomes conhecidos do universo dos X-Men. A apresentação também reforça que a aventura chegará ao PlayStation 5 em 15 de setembro de 2026. O trailer mostra Wolverine enfrentando diferentes ameaças enquanto trabalha ao lado de integrantes do Team X, incluindo Jean Grey e Mística. Do outro lado está Bolivar Trask, o bilionário conhecido por sua postura antimutante e que terá papel importante nos acontecimentos da aventura. E a lista de inimigos promete agradar aos fãs dos quadrinhos. Lady Deathstrike, Omega Red, a organização The Hand e uma Sentinela aparecem durante o vídeo, dando uma amostra da variedade de adversários que Logan encontrará ao longo da campanha. Wolverine será o único personagem jogável Apesar da presença de outros mutantes e personagens importantes, a Insomniac Games confirmou que Logan será o único personagem controlável durante toda a campanha. Não haverá troca de protagonista ou segmentos jogáveis com outros integrantes do elenco. A escolha coloca Wolverine no centro absoluto da experiência. Toda a história será acompanhada pela perspectiva de Logan, enquanto o personagem tenta descobrir mais sobre seu passado e sobre a pessoa que existia antes de se tornar o mutante conhecido por suas garras e fator de cura. O trailer também mostra como a Insomniac está explorando a natureza mais brutal do personagem. Os combates são rápidos e agressivos, com Logan usando suas garras contra grupos de inimigos e causando bastante estrago durante os confrontos. Marvel’s Wolverine terá 60 FPS com Ray Tracing no PS5 A Insomniac também trouxe uma notícia importante para quem ainda utiliza o PS5 padrão. Marvel’s Wolverine terá um modo de desempenho a 60 FPS com Ray Tracing ativo desde o lançamento. A tecnologia não foi tratada como um recurso adicionado posteriormente. Segundo o estúdio, a equipe desenvolveu o jogo desde o início tendo essa combinação como objetivo, algo diferente da abordagem adotada em projetos anteriores. Na prática, isso significa que o PS5 Pro não será necessário para jogar Marvel’s Wolverine a 60 FPS com Ray Tracing. O console padrão também será capaz de entregar essa configuração. Um dos maiores elencos de vilões da Insomniac O novo trailer também deixa uma impressão clara sobre a escala da aventura. A presença de personagens como Omega Red, Lady Deathstrike e as Sentinelas sugere que a Insomniac está aproveitando a liberdade de trabalhar com Wolverine para explorar diferentes lados do universo dos X-Men. Ainda há bastante coisa que o estúdio não revelou, mas a quantidade de personagens apresentada até agora já indica que Logan não terá uma jornada tranquila. A história terá como um dos seus principais pontos a busca pelas respostas sobre o passado do protagonista. Para descobrir o que aconteceu com ele e entender melhor o homem por trás do Wolverine, Logan terá de enfrentar inimigos, aliados e situações que prometem colocar sua própria identidade em questão. Assista ao novo trailer de Marvel’s Wolverine O novo trailer foi apresentado durante a D23 e reúne cenas de história e gameplay, além de oferecer uma nova visão dos combates e dos personagens que estarão na aventura. Marvel’s Wolverine será lançado em 15 de setembro de 2026, exclusivamente para PlayStation 5. Confira mais notícias de jogos →
Kingdom Hearts IV será lançado no fim de 2027 e ganha novo trailer

Os fãs de Kingdom Hearts IV finalmente receberam novidades durante a D23. A Disney e a Square Enix divulgaram um novo trailer do aguardado RPG de ação, revelando mais detalhes da aventura de Sora e, principalmente, uma janela de lançamento. A principal novidade é que Kingdom Hearts 4 será lançado no fim de 2027. A informação aparece no encerramento do trailer, que também apresenta uma nova visita ao universo de Coco, da Pixar. Sora vai explorar o mundo de Coco O novo trailer mostra Sora viajando para o mundo dos mortos apresentado em Coco. O protagonista aparece ao lado de Miguel enquanto explora a colorida região, em uma das novas áreas que farão parte da aventura. A escolha de Coco amplia ainda mais a variedade de mundos que Kingdom Hearts 4 poderá oferecer. A franquia já é conhecida por misturar personagens e universos da Disney e da Pixar com a história original de Sora, e a presença de Coco adiciona uma nova possibilidade para essa fórmula. O vídeo combina cenas cinematográficas com trechos de gameplay e também traz de volta alguns rostos conhecidos. Mickey, Donald e Pateta aparecem durante a apresentação, indicando que personagens tradicionais da série continuarão tendo espaço na nova aventura. Kingdom Hearts IV chega no fim de 2027 Embora o trailer não apresente uma data específica, a Square Enix confirmou que Kingdom Hearts IV está planejado para o fim de 2027. É a primeira janela de lançamento apresentada para o jogo desde sua revelação. A novidade chega em um momento importante para a franquia, que há anos aguarda pelo próximo capítulo principal. O novo trailer também mostra uma evolução visual considerável e oferece uma visão mais clara de como a aventura de Sora está tomando forma. Ainda há expectativa por mais informações. Um painel dedicado a Kingdom Hearts também está programado para a D23, e os fãs esperam que a apresentação revele outros detalhes sobre o RPG. Kingdom Hearts IV será lançado no fim de 2027. As plataformas ainda não foram confirmadas oficialmente. Assista ao novo trailer de Kingdom Hearts IV Confira mais notícias de jogos → FONTE: youtube.com
Call of Duty: Modern Warfare 4 terá missão da campanha no Beta do PS5

A Activision revelou uma novidade inédita para o Beta de Call of Duty: Modern Warfare 4 no PlayStation 5: pela primeira vez na história da franquia, os jogadores poderão experimentar uma missão da campanha antes do lançamento do jogo. Além da missão para um jogador, o Beta contará com uma seleção de mapas e modos multiplayer, assim como a nova experiência de Resurgence do Warzone, ambientada no mapa Zodiac. A missão escolhida para o teste será Entrenched, um dos níveis da campanha de Modern Warfare 4. The fight is everywhere. Take a first look at "Entrenched" from the #MW4 Campaign. Pre Order and play this mission in the Modern Warfare 4 Beta: https://t.co/oyl7FeWCMH pic.twitter.com/LzlX2knSZM — Call of Duty (@CallofDuty) August 14, 2026 Beta de Modern Warfare 4 terá acesso antecipado O Beta será dividido em duas etapas. A primeira será o Acesso Antecipado, disponível entre 21 e 25 de agosto de 2026 para quem fizer a pré-venda de Call of Duty: Modern Warfare 4. Durante esse período, os jogadores poderão experimentar cinco novos mapas multiplayer e nove modos de jogo, além da missão da campanha. A proposta é oferecer uma amostra mais ampla do conteúdo que estará disponível na versão final. Quem não fizer a pré-venda também poderá participar do teste. O Beta Aberto começa em 28 de agosto e segue até 1º de setembro, trazendo todo o conteúdo da primeira fase e adicionando novos mapas e modos. A segunda etapa também marcará a chegada da oportunidade de testar o novo mapa Zodiac, voltado para o modo Resurgence de Warzone. Call of Duty: Modern Warfare 4 chega em outubro A inclusão de uma missão da campanha no Beta representa uma mudança importante para a série. Tradicionalmente, os testes de Call of Duty são concentrados no multiplayer, deixando o conteúdo para um jogador reservado para o lançamento. Agora, os jogadores poderão experimentar parte da campanha com antecedência e conhecer um dos cenários de Modern Warfare 4 antes da chegada da versão completa. FONTE: x.com Confira mais notícias de jogos →
Marvel’s Wolverine rodará a 60 FPS com Ray Tracing no PS5

A Insomniac Games confirmou que Marvel’s Wolverine terá um modo de desempenho a 60 FPS com Ray Tracing no PlayStation 5. Mais do que uma opção adicional, esse será o modo padrão do jogo no console, algo inédito nos títulos anteriores do estúdio. Marvel’s Wolverine foi desenvolvido com 60 FPS em mente Segundo Jess Reiner-Reed, diretora de projeto, a equipe estabeleceu a meta de 60 FPS no PS5 desde os primeiros estágios do desenvolvimento. O objetivo era garantir uma experiência fluida sem abrir mão dos recursos visuais proporcionados pelo Ray Tracing. Mike Fitzgerald, diretor de tecnologia da Insomniac, explicou que a abordagem é diferente da adotada em jogos anteriores. Nos projetos passados, o estúdio costumava implementar o modo de desempenho com Ray Tracing em uma etapa mais avançada da produção. Com Marvel’s Wolverine, porém, a tecnologia foi considerada desde o início. O jogo foi estruturado para alcançar 60 FPS no PS5 enquanto mantém o Ray Tracing ativo, em vez de adaptar esse modo posteriormente. Wolverine terá ambientes diferentes de Spider-Man A mudança de cenário também representa um desafio técnico para a Insomniac. Enquanto os jogos de Marvel’s Spider-Man exploram principalmente ambientes urbanos, a aventura de Logan levará os jogadores para locais como as florestas do Canadá e Madripoor. Para lidar com esses ambientes, o estúdio desenvolveu uma nova tecnologia para a vegetação. As plantas poderão reagir ao vento, aos movimentos dos personagens e aos acontecimentos ao redor, tornando os cenários mais dinâmicos durante a exploração e os combates. A destruição também terá um papel importante. Afinal, controlar Wolverine significa colocar em cena um personagem que resolve muitos de seus problemas com as próprias garras. Segundo Fitzgerald, os combates deixarão marcas permanentes nos ambientes. Objetos poderão ser destruídos e se espalhar pelo cenário de maneira mais realista, fazendo com que os locais mudem conforme a ação avança. A combinação entre 60 FPS, Ray Tracing, ambientes mais dinâmicos e destruição aprimorada mostra que a Insomniac está buscando uma abordagem diferente para Marvel’s Wolverine, tanto visualmente quanto na forma como os jogadores interagem com o mundo. Marvel’s Wolverine está sendo desenvolvido pela Insomniac Games, com lançamento marcado para 15 de setembro para PlayStation 5. Fonte Confira mais notícias de jogos →