Marvel’s Spider-Man 2 dispara na Steam após sucesso de “Um Novo Dia”

Marvel’s Spider-Man 2 voltou a ganhar destaque entre os jogadores de PC. Após a estreia de Homem-Aranha: Um Novo Dia nos cinemas, o jogo da Insomniac Games escalou o ranking de vendas da Steam, ao lado de Marvel’s Spider-Man Remastered, colocando novamente a franquia entre os títulos mais procurados da plataforma. De acordo com os dados do SteamDB, plataforma que acompanha o desempenho dos jogos na loja da Valve, Marvel’s Spider-Man 2 alcançou a quinta posição entre os títulos mais vendidos da Steam, enquanto Marvel’s Spider-Man Remastered aparece logo em seguida, ocupando o nono lugar do ranking. O desempenho acontece em um momento de grande exposição para o personagem. Spider-Man: Brand New Day teve uma estreia impressionante nas bilheterias, arrecadando cerca de US$ 927 milhões em seu primeiro fim de semana, o que ajudou a reacender o interesse dos fãs pelo universo do Homem-Aranha. Homem-Aranha: Um Novo Dia impulsiona jogos da Insomniac Embora não seja possível confirmar que a alta nas vendas tenha sido causada diretamente pelo filme, a coincidência entre os dois acontecimentos chama atenção. A nova produção cinematográfica colocou o herói novamente no centro das discussões, levando parte do público a buscar experiências semelhantes nos videogames. Nesse cenário, os jogos da Insomniac aparecem como uma das principais referências. Desde o lançamento de Marvel’s Spider-Man em 2018 e Marvel’s Spider-Man 2 em 2023, o estúdio construiu uma das adaptações mais elogiadas do personagem nos videogames, combinando uma narrativa focada em Peter Parker com um sistema de movimentação que se tornou uma das marcas da franquia. Além do interesse renovado pelo filme, Marvel’s Spider-Man 2 também recebeu uma redução de 33% no preço durante o período, fator que pode ter contribuído para o crescimento repentino nas vendas. A combinação entre maior exposição da marca e uma oferta promocional criou um momento favorável para novos jogadores conhecerem a sequência. Outro detalhe que reforça a conexão com o longa é a inclusão de um traje inspirado em Homem-Aranha: Um Novo Dia dentro de Marvel’s Spider-Man 2, aproximando ainda mais a experiência dos videogames com a atual fase do personagem nos cinemas. Marvel’s Spider-Man Remastered e Miles Morales continuam essenciais O desempenho de Marvel’s Spider-Man Remastered também mostra que o interesse pela franquia continua forte mesmo anos após o lançamento original. Com desconto de 60% na Steam, o primeiro jogo se tornou uma porta de entrada mais acessível para jogadores que ainda não acompanharam a jornada de Peter Parker criada pela Insomniac. Para quem deseja conhecer toda a evolução da série, Marvel’s Spider-Man: Miles Morales também permanece como uma peça importante da trilogia. Apesar de apresentar uma campanha mais curta, o jogo funciona como uma ligação direta entre os dois títulos principais e mostra a transformação de Miles Morales em um herói capaz de dividir o protagonismo com Peter. O desempenho dos três jogos reforça a força da parceria entre cinema e videogames quando grandes franquias voltam aos holofotes. No caso do Homem-Aranha, a popularidade construída pela Insomniac ajudou a transformar as aventuras do personagem em uma das adaptações mais relevantes da história recente dos games. FONTE: GamesRadar
Beta aberta de Mortal Shell II já está disponível no PS5

A Cold Symmetry e a Playstack anunciaram a chegada da beta aberta de Mortal Shell II ao PlayStation 5. Após um período de testes exclusivo para jogadores de PC via Steam, a versão de avaliação também pode ser baixada nos consoles PS5 e Xbox Series X|S, permitindo que um público ainda maior experimente o aguardado RPG de ação antes do lançamento. A versão para consoles oferece exatamente o mesmo conteúdo disponível no PC. Durante a beta, os jogadores poderão explorar aproximadamente três horas de gameplay, incluindo o prólogo da campanha e a primeira região de mundo aberto disponível para exploração. No controle do Harbinger, protagonista da aventura, será possível possuir os corpos de guerreiros caídos para adquirir diferentes habilidades e estilos de combate. Além disso, a demonstração permite explorar masmorras, enfrentar mini-chefes e avançar até o primeiro grande chefe da campanha, oferecendo uma boa amostra dos sistemas de progressão e da proposta do jogo. Outro destaque é que parte do progresso obtido durante a beta poderá ser aproveitada quando a versão completa de Mortal Shell II for lançada, permitindo que os jogadores iniciem a aventura definitiva com algumas conquistas já desbloqueadas. Beta de Mortal Shell II oferece recompensa exclusiva Além da oportunidade de experimentar o jogo antecipadamente, a Cold Symmetry preparou um bônus para quem participar dos testes. Todos os jogadores que permanecerem por pelo menos 30 minutos na beta dos consoles receberão o item cosmético Flayed Harbinger. A recompensa poderá ser resgatada e utilizada na versão final de Mortal Shell II após o lançamento oficial. A beta aberta de Mortal Shell II já está disponível para download no PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Confira mais notícias de jogos → PRÉ-VENDA DISPONÍVEL Marvel’s Wolverine • PlayStation 5 Garantir na Pré-venda
Slain 2: The Beast Within é anunciado para PS5 e Xbox Series X|S

Slain 2: The Beast Within também será lançado para PlayStation 5 e Xbox Series X|S. A confirmação foi feita pela Steel Mantis e pela Silver Lining Interactive, ampliando as plataformas previstas para o hack-and-slash gótico, que havia sido apresentado anteriormente para Steam. Outra novidade é que o jogo contará com edição física para PlayStation 5, disponível no mesmo dia da versão digital. As pré-vendas já estão abertas por meio da Silver Lining Direct e de varejistas parceiros. Para acompanhar o anúncio, o estúdio divulgou um novo trailer com trechos inéditos de gameplay, destacando a atmosfera inspirada no heavy metal, o combate brutal e a chegada do título aos consoles. Além disso, uma demonstração gratuita já pode ser baixada no Steam. Trailer de anúncio para consoles de Slain 2: The Beast Within: Slain 2 aposta em combates brutais e transformação em lobisomem Na sequência, os jogadores assumem o papel de Prince Akran, o último integrante da lendária ordem dos Wolf Knights, em uma jornada para enfrentar as forças demoníacas comandadas por Lord Vroll. Durante a aventura, Akran empunha Bathoryn, uma espada senciente capaz de conceder diferentes poderes elementais. No entanto, quando a situação exige uma abordagem mais agressiva, o protagonista também pode liberar a maldição que carrega e se transformar em um poderoso lobisomem, ganhando acesso a ataques focados em força bruta, velocidade e ferocidade. O novo trailer também mostra um pouco da evolução do sistema de combate, que combina golpes corpo a corpo, habilidades elementais e diferentes estilos de enfrentamento contra inimigos e chefes espalhados pelo mundo do jogo. Mundo sombrio e chefes gigantes estão entre os destaques A campanha levará os jogadores por cenários criados manualmente, incluindo mares amaldiçoados, castelos assombrados e paisagens consumidas pela escuridão, sempre em busca de relíquias capazes de conter o avanço das forças demoníacas. Ao longo da jornada, será preciso enfrentar criaturas inspiradas na fantasia sombria, como espíritos ancestrais, bruxas, feiticeiros e outras ameaças que aparecem no trailer divulgado pela Steel Mantis. Com forte inspiração no heavy metal e uma direção de arte marcada pelo estilo gótico, Slain 2: The Beast Within promete expandir a fórmula do primeiro jogo com novas habilidades, combates mais intensos e uma ambientação ainda mais sombria. No momento, Slain 2: The Beast Within está confirmado para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC. A demo já está disponível no Steam, enquanto a data de lançamento ainda não foi anunciada. Confira mais notícias de jogos → PRÉ-VENDA DISPONÍVEL Marvel’s Wolverine • PlayStation 5 Garantir na Pré-venda
The Green Light | Review

Há algo quase poético em um farol. Sua função é orientar, alertar e conduzir embarcações em segurança. Em The Green Light, entretanto, a misteriosa luz verde representa um convite para uma jornada de horror psicológico que desperta curiosidade logo nos primeiros minutos. A proposta é interessante: acompanhar um homem preso a uma rotina sufocante que encontra uma oportunidade de mudar sua vida após seguir um misterioso chamado. Infelizmente, embora a ideia tenha potencial, sua execução deixa a sensação de que o projeto poderia ter ido muito mais longe. Desenvolvido e publicado por Waleedzo, The Green Light é uma experiência narrativa curta, com aproximadamente 40 a 50 minutos de duração, que aposta na ambientação e no simbolismo em vez da ação. O resultado é um jogo que apresenta bons conceitos, mas que também evidencia algumas limitações comuns de projetos independentes desenvolvidos por equipes muito pequenas. Agradecemos ao Waleedzo pelo envio da chave de The Green Light para PlayStation 5, que tornou esta análise possível. Uma premissa interessante que perde força ao longo da jornada O jogador assume o papel de Fred, um homem preso em um emprego desgastante, pressionado diariamente por um chefe exigente e atormentado por estranhas alucinações. Em uma noite aparentemente comum, uma voz misteriosa surge pelo rádio prometendo liberdade caso ele siga a enigmática “luz verde”. A construção inicial desperta curiosidade e estabelece um mistério interessante. A narrativa sugere temas como escapismo, culpa e autodescoberta, criando expectativas para uma experiência psicológica mais profunda. Contudo, conforme a aventura avança, a história passa a depender de documentos espalhados pelos cenários e de pequenas narrações ambientais. Embora essa abordagem incentive a interpretação do jogador, algumas respostas permanecem vagas e o desfecho acaba transmitindo menos impacto emocional do que a premissa inicial parecia prometer. Jogabilidade simples, mas bastante linear A estrutura de The Green Light lembra a de um walking simulator tradicional. A jornada leva Fred do escritório para uma fazenda e, finalmente, ao farol, seguindo um caminho totalmente linear e sem espaço para exploração significativa. As interações são bastante básicas e, em alguns momentos, poderiam ser mais intuitivas. Diversos objetos exigem posicionar o cursor com bastante precisão para que a ação seja reconhecida, enquanto determinadas sequências precisam ser executadas exatamente na ordem esperada pelo jogo para que a história continue. Nada disso chega a comprometer completamente a experiência, mas reduz a sensação de liberdade e torna alguns momentos menos naturais do que poderiam ser. Atmosfera funciona melhor do que os sustos Embora seja vendido como um horror psicológico, The Green Light aposta mais na sensação de isolamento do que em sustos constantes. Os jumpscares aparecem apenas em momentos específicos e costumam ser relativamente previsíveis, reduzindo parte de seu impacto. Ainda assim, a direção artística consegue construir um ambiente melancólico e desconfortável, principalmente graças aos cenários vazios e ao constante sentimento de solidão. Outro ponto positivo é a trilha sonora. Mesmo sendo utilizada com moderação, ela acompanha bem alguns dos momentos mais importantes da campanha, especialmente durante a sequência final envolvendo o farol, acrescentando uma carga emocional que fortalece essas cenas. Como The Green Light roda no PS5 No PlayStation 5, The Green Light apresenta desempenho estável durante toda a campanha, sem problemas técnicos graves. Ainda assim, alguns aspectos da experiência poderiam receber mais refinamento. A iluminação é bastante escura em diversos ambientes e o jogo não oferece opções para ajustá-la. Como consequência, algumas áreas podem dificultar a visualização, principalmente para quem joga em ambientes iluminados. A lanterna também possui alcance reduzido, enquanto o cursor utilizado para interagir com objetos é pequeno e pouco destacado na tela. São detalhes simples, mas que acabam tornando determinadas interações menos confortáveis. Também faz falta uma seleção de capítulos. Considerando que a campanha é bastante curta, a necessidade de reiniciar toda a aventura para recuperar um item perdido ou conquistar a platina acaba sendo um inconveniente desnecessário. Vale a pena jogar The Green Light? Como projeto independente, The Green Light demonstra criatividade e uma boa dose de ambição. Sua premissa desperta interesse, alguns momentos da ambientação funcionam muito bem e a curta duração faz com que a experiência nunca se torne cansativa. Por outro lado, a narrativa pouco desenvolvida, a linearidade excessiva e algumas escolhas de design impedem que o jogo entregue todo o potencial sugerido por sua proposta inicial. Seu preço acessível também pesa a favor. Para quem gosta de jogos narrativos curtos, experiências independentes ou simplesmente procura uma platina relativamente rápida no PS5, pode valer a pena dar uma oportunidade, desde que as expectativas estejam alinhadas com o escopo do projeto. Veredito Final The Green Light The Green Light apresenta uma premissa interessante e alguns bons momentos de ambientação, mas acaba limitado por uma narrativa pouco desenvolvida, exploração restrita e mecânicas bastante simples. Ainda assim, considerando seu baixo custo e o escopo de um projeto independente, entrega uma experiência competente para quem procura um horror psicológico curto e sem grandes expectativas. Nota 6.0 /10
Death Stranding ultrapassa 27 milhões de jogadores

Quase sete anos após seu lançamento original, Death Stranding continua conquistando novos jogadores. A Kojima Productions confirmou durante a CEDEC 2026 que o primeiro jogo da franquia já ultrapassou 27 milhões de jogadores em todo o mundo, impulsionado pela expansão para novas plataformas e pela chegada a serviços de assinatura. O número divulgado pelo estúdio representa a quantidade de pessoas que já experimentaram o jogo, e não as vendas totais. A marca inclui tanto os jogadores que adquiriram o título quanto aqueles que tiveram acesso por meio de plataformas como PlayStation Plus e Xbox Game Pass. Expansão para novas plataformas impulsionou o crescimento A última atualização oficial havia sido divulgada em março do ano passado, quando Death Stranding havia alcançado 20 milhões de jogadores. Desde então, cerca de 7 milhões de pessoas passaram pela aventura de Sam Porter Bridges. Boa parte desse crescimento pode ser explicada pela estratégia da Kojima Productions de ampliar a disponibilidade do jogo. Depois de estrear como exclusivo de PlayStation 4 em 2019, o título também foi lançado para PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e dispositivos Apple compatíveis. A chegada ao Xbox Game Pass e ao PC Game Pass, em janeiro, também contribuiu para ampliar o alcance do jogo, permitindo que novos públicos conhecessem a primeira obra independente de Hideo Kojima após sua saída da Konami. Death Stranding 2 ajudou a reacender o interesse pela série Outro fator que provavelmente influenciou esse crescimento foi o lançamento de Death Stranding 2: On the Beach, disponível desde junho do ano passado para PlayStation 5. Com a sequência em evidência, muitos jogadores aproveitaram para conhecer — ou revisitar — a jornada original de Sam Porter Bridges antes de seguir para o novo capítulo da franquia. Esse movimento é comum em grandes séries e costuma refletir diretamente no aumento da base de jogadores do título anterior. Até o momento, a Kojima Productions ainda não revelou números oficiais de vendas ou de jogadores de Death Stranding 2. No entanto, estimativas da Alynea Analytics apontam que a sequência pode ter vendido pelo menos 2 milhões de cópias até o fim de março deste ano. Embora esses dados não tenham sido confirmados pelo estúdio, a nova marca alcançada pelo primeiro Death Stranding demonstra que a franquia continua crescendo anos após sua estreia. Entre a expansão para novas plataformas, a chegada aos serviços de assinatura e o lançamento da sequência, a obra criada por Hideo Kojima segue ampliando seu público e consolidando seu espaço entre as principais séries da PlayStation. FONTE Mais notícias → PRÉ-VENDA DISPONÍVEL Marvel’s Wolverine • PlayStation 5 Garantir na Pré-venda
God of War Laufey será lançado em 16 de fevereiro de 2027

A PlayStation soltou a bomba neste sábado (25) durante um painel na San Diego Comic-Con 2026: God of War Laufey chega ao PS5 em 16 de fevereiro de 2027. E não para por aí — a Sony Santa Monica confirmou que um novo jogo com Kratos já está em desenvolvimento. Sim, você leu certo. Pela primeira vez na história, um título principal da franquia terá Faye (ou Laufey, como os deuses a conhecem) como protagonista. E a cereja do bolo? O chefe criativo do estúdio, Cory Barlog, revelou que o próximo God of War com Kratos dará sequência direta aos eventos de Laufey. O anúncio ocorre num momento delicado para a PlayStation, que vem enfrentando críticas após a decisão de encerrar a produção de discos físicos próprios a partir de 2028. Talvez por isso, a Sony tenha escolhido a Comic-Con — um palco mais voltado aos fãs — para entregar notícias que, convenhamos, são exatamente o que a base da marca precisava ouvir. Além da data, a Sony Santa Monica também confirmou que God of War Laufey já pode ser adicionado à lista de desejos na PlayStation Store . Os detalhes sobre pré-venda e preço ainda não foram revelados, mas a wishlist já está disponível para quem quiser acompanhar as novidades de perto . Enter the afterlife of the gods when God of War Laufey launches on PS5 February 16, 2027 Available to wishlist now: https://t.co/u4SqzrTjHp pic.twitter.com/sMFQgEZnWl — PlayStation (@PlayStation) July 25, 2026 Data de lançamento confirmada God of War Laufey foi anunciado originalmente no State of Play de junho, mas foi durante a convenção em San Diego que a Sony finalmente revelou quando o jogo estará disponível. A trama acompanha Faye despertando em Everywhen, o pós-vida dos deuses, e descobrindo que os planos que deixou para proteger Kratos e Atreus estão ameaçados. O resultado? Uma jornada que atravessa diferentes mitologias, com divindades de todos os cantos. Barlog resumiu bem a proposta: “Queria mostrar uma extensão desse mundo, onde os personagens que você encontra são inesperados. Laufey continua o que veio antes e prepara o terreno para o que vem depois.” Novo God of War com Kratos já está confirmado E o “depois” já está encaminhado. O novo God of War com Kratos ainda não tem nome, nem data, nem imagens — mas a confirmação de que a história de Laufey não será isolada e que o Fantasma de Esparta voltará é o suficiente para deixar qualquer fã com a expectativa nas alturas. Enquanto isso, a franquia segue se expandindo. Neste ano, a Sony Santa Monica lançou God of War: Sons of Sparta, um spin-off que revisitou o passado de Kratos. E, claro, o personagem também estrelará uma série no Prime Video — que, aliás, está em busca de um novo ator após um acidente no set. O que esperar do futuro da franquia Com Laufey, Kratos confirmado e uma série a caminho, o futuro de God of War parece mais robusto do que nunca. Agora, a pergunta que fica: será que Laufey vai conseguir fazer os fãs esquecerem — ainda que por algumas horas — a saudade do Fantasma de Esparta? PRÉ-VENDA DISPONÍVEL Marvel’s Wolverine • PlayStation 5 Garantir na Pré-venda
Metal Gear Solid Master Collection Vol.2 terá 4K e 60 FPS no PS5

A Konami revelou oficialmente os detalhes técnicos de Metal Gear Solid Master Collection Vol.2, confirmando os modos de resolução e desempenho dos jogos incluídos na nova coletânea. O destaque fica para Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots e Metal Gear Solid: Peace Walker, que terão suporte a 4K e 60 FPS nas plataformas mais potentes. No entanto, o Nintendo Switch original ficará limitado a 30 FPS em ambos os títulos, enquanto jogadores de PS5, Xbox Series X|S e PC terão acesso à experiência mais próxima das versões remasterizadas em alta resolução. Metal Gear Solid Master Collection Vol.2 terá diferentes desempenhos por plataforma Segundo as informações divulgadas pela própria Konami, o desempenho da coletânea varia de acordo com o hardware escolhido. Confira: A limitação do Switch original chama atenção principalmente no caso de Metal Gear Solid: Peace Walker, um jogo lançado originalmente em 2010 para PSP. A versão HD lançada posteriormente para Xbox 360 já funcionava a 60 FPS, tornando o limite de desempenho no console da Nintendo um detalhe curioso. Metal Gear Solid 4 finalmente terá desempenho de 60 FPS A confirmação de Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots rodando a 60 FPS não chega como uma grande surpresa. Meses atrás, os primeiros vídeos de gameplay da coletânea já indicavam que o clássico do PS3 poderia alcançar essa taxa de quadros. O problema nunca foi exatamente o jogo, mas sim o hardware do PlayStation 3. Apesar de ser um dos títulos tecnicamente mais impressionantes da geração, o console original frequentemente encontrava dificuldades para manter 30 FPS estáveis, principalmente durante cenas de ação mais intensas. Com a chegada ao PS5 e outras plataformas atuais, o jogo finalmente poderá entregar uma experiência mais próxima da visão original da Kojima Productions, sem as limitações impostas pelo hardware de 2006. Peace Walker recebe melhorias visuais importantes Embora Metal Gear Solid 4 seja o grande destaque da coletânea, Metal Gear Solid: Peace Walker também recebeu melhorias significativas. A Konami confirmou diferentes opções de resolução e upscaling, além de um modo chamado “High Resolution”, criado especialmente para melhorar a qualidade das cenas desenhadas à mão. A mudança promete corrigir um dos principais problemas visuais da versão original, que apresentava imagens mais borradas devido às limitações do PSP. A própria Konami divulgou uma comparação mostrando a diferença entre a edição clássica e a nova versão remasterizada. Para muitos fãs, Peace Walker é um dos capítulos mais importantes da franquia. O jogo expandiu a história de Big Boss e trouxe elementos que influenciaram diretamente títulos posteriores, como Metal Gear Solid V: The Phantom Pain. Agora, com melhorias técnicas e uma nova disponibilidade, o título pode finalmente receber o reconhecimento de uma nova geração de jogadores. Metal Gear Solid Master Collection Vol.2 chega em agosto Metal Gear Solid Master Collection Vol.2 será lançado em 27 de agosto para PS5, PC, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e Xbox Series X|S. A coletânea incluirá Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots e Metal Gear Solid: Peace Walker, trazendo dois capítulos importantes da franquia para as plataformas atuais. Mais notícias → PRÉ-VENDA DISPONÍVEL GTA VI • PlayStation 5 Garantir na Pré-venda
MARVEL Tokon: Fighting Souls revela abertura e anuncia Phoenix e Cyclope

A Sony Interactive Entertainment e a Arc System Works divulgaram um novo pacote de novidades para MARVEL Tokon: Fighting Souls. Além de apresentar a sequência de abertura oficial do jogo, as empresas confirmaram Phoenix Cyclops como o primeiro personagem do Passe de Temporada do Ano 1. O material oferece um novo olhar sobre o visual do jogo antes do lançamento e antecipa parte do conteúdo que chegará após a estreia, marcada para agosto. Abertura aposta em clima de anime e muita ação A sequência de abertura de MARVEL Tokon: Fighting Souls foi produzida pelo estúdio japonês Sanzigen, sob direção de Daisuke Suzuki, e combina a intensidade dos tradicionais jogos de luta com a estética das clássicas aberturas de anime dos anos 2000. O vídeo reúne boa parte do elenco do jogo em cenas de ação rápidas e cinematográficas, acompanhadas da música inédita “Stronger as One”. A faixa conta com os vocais de Keiko Terada (SHOW-YA) e mayu (NEMOPHILA), além de letra assinada por Kanata Okajima e composição de MEG (MEGMETAL). A sequência de abertura pode ser conferida abaixo. Phoenix Cyclops será o primeiro personagem do Ano 1 A Arc System Works também confirmou que Phoenix Cyclops abrirá a linha de personagens adicionais prevista para o primeiro ano de suporte ao jogo. Inspirada na saga Phoenix Five, de Avengers vs. X-Men, essa versão de Scott Summers combina suas tradicionais Rajadas Ópticas com os poderes da Força Fênix, dando origem a um conjunto de habilidades inédito dentro do elenco. Segundo o produtor Takeshi Yamanaka, mais detalhes sobre os golpes e as mecânicas do personagem serão revelados futuramente. Confira abaixo o trailer de anúncio de Phoenix Cyclops. Colaboração com Marvel’s Wolverine segue confirmada Além das novidades apresentadas, a Arc System Works voltou a destacar a colaboração entre MARVEL Tokon: Fighting Souls e Marvel’s Wolverine, da Insomniac Games. Como anunciado anteriormente, os jogadores poderão desbloquear um traje inspirado no visual do aguardado exclusivo de PlayStation 5, ampliando a conexão entre os dois títulos publicados pela Sony. Beta aberto acontece antes do lançamento MARVEL Tokon: Fighting Souls será lançado em 6 de agosto para PlayStation 5, PC (Steam) e Epic Games Store. Antes da estreia, os jogadores poderão participar do beta aberto, que acontecerá entre os dias 24 e 26 de julho, oferecendo uma primeira oportunidade para experimentar o sistema de combate em equipes 4v4. FONTE: PlayStation.Blog Mais notícias → PRÉ-VENDA DISPONÍVEL Marvel’s Wolverine • PlayStation 5 Garantir na Pré-venda
Resonance: A Plague Tale Legacy revela edição de colecionador

A Focus Entertainment e a Asobo Studio revelaram a edição de colecionador de Resonance: A Plague Tale Legacy, novo capítulo da franquia ambientado antes dos eventos de A Plague Tale: Requiem. O conjunto traz uma estátua exclusiva de Sophia e Theseus, SteelBook, artes colecionáveis e outros itens temáticos, mas há um detalhe importante: o jogo não está incluso na caixa. Batizada de Collector Box, a edição já está em pré-venda por US$ 169 em mercados selecionados e foi desenvolvida em parceria com a Neamedia Icons. Estátua numerada é o grande destaque da Collector Box O principal atrativo da edição é uma estátua de 23 cm, produzida exclusivamente para a Collector Box. A peça retrata Sophia e Theseus, protagonistas de épocas diferentes que terão seus destinos conectados ao longo da história, e conta com numeração individual para cada unidade produzida. Além da estátua, o conjunto inclui: Embora reúna itens voltados aos colecionadores da franquia, a Focus Entertainment reforçou que a Collector Box não acompanha uma cópia física ou digital do jogo, que deverá ser adquirida separadamente. Sophia e Theseus estão no centro da nova história Ambientado 15 anos antes de A Plague Tale: Requiem, o novo jogo acompanha Sophia, uma jovem saqueadora que parte em busca de respostas sobre seu passado ao explorar a misteriosa Ilha do Minotauro. Ao longo da campanha de Resonance: A Plague Tale Legacy, os jogadores também assumirão o controle de Theseus, um guerreiro da antiga civilização minoica que enfrenta uma força sombria ligada à ilha. Apesar de pertencerem a períodos diferentes, os dois personagens compartilham uma conexão com a misteriosa Macula, elemento central do universo da franquia. Segundo a Focus Entertainment, a Collector Box foi concebida justamente para representar essa ligação entre os protagonistas e a antiga maldição que une seus destinos. Lançamento acontece em 27 de agosto Resonance: A Plague Tale Legacy será lançado em 27 de agosto para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, com versões confirmadas para Steam e Epic Games Store. Até o momento, a Focus Entertainment não anunciou se a Collector Box será comercializada oficialmente em outros mercados além dos já confirmados. Mais notícias → PRÉ-VENDA DISPONÍVEL GTA VI • PlayStation 5 Garantir na Pré-venda
Jennifer English deixa elenco de Tides of Annihilation por questões de saúde

Jennifer English, atriz conhecida por dar voz à Shadowheart em Baldur’s Gate 3 e à Maelle em Clair Obscur: Expedition 33, onde ganhou o prêmio de melhor perfomance (Best Performance), não fará mais parte do elenco de Tides of Annihilation. A intérprete deixou o papel de Gwendolyn por motivos relacionados à sua saúde, conforme confirmou a equipe de desenvolvimento do jogo em uma publicação nas redes sociais. Segundo o estúdio, Jennifer comunicou sua decisão no início de junho, informando que não teria condições de continuar envolvida na produção. A equipe afirmou compreender a situação e reforçou seu apoio à atriz durante esse período. Em uma publicação no Instagram, Jennifer English explicou que a escolha foi resultado de uma longa reflexão. De acordo com ela, chegou o momento de priorizar o descanso e dedicar atenção à própria saúde física e mental. A atriz reconheceu que abandonar o projeto foi uma decisão difícil, mas necessária. Atriz continuará colaborando com o projeto Apesar de deixar o papel de Gwendolyn, Jennifer English continuará ligada ao desenvolvimento de Tides of Annihilation. O estúdio revelou que ela permanecerá no projeto como consultora, auxiliando a equipe durante a transição para a nova atriz. Além disso, Jennifer participou do processo de seleção de sua substituta, colaborando com o elenco e a equipe de produção para garantir uma passagem de bastão tranquila. Nova voz de Gwendolyn será revelada em breve O estúdio confirmou que a nova intérprete de Gwendolyn já foi escolhida, embora sua identidade ainda permaneça em segredo. Segundo a equipe, trata-se de uma atriz que vem se destacando recentemente na indústria dos videogames e que demonstrou grande dedicação para compreender a personagem. Jennifer também comentou sobre a substituição, afirmando que ficou feliz em receber a nova integrante da equipe e elogiando sua paixão, talento e comprometimento com a profissão. Estreia da nova atriz acontecerá na Gamescom 2026 A primeira aparição da nova versão de Gwendolyn está prevista para acontecer durante a Gamescom 2026, em agosto, quando Tides of Annihilation será apresentado ao público em uma demonstração inédita. A saída de Jennifer English chamou atenção não apenas pela importância da atriz dentro da indústria, mas também pela forma transparente como todo o processo foi conduzido. Em um setor frequentemente marcado por cronogramas apertados e alta pressão, a decisão de priorizar a saúde da profissional, mantendo sua participação no projeto em outro papel, foi recebida de forma positiva pela comunidade.